SOS Aves de rapina

Socorrendo filhotes abandonados, aves feridas, inquilinos no forro)


Filhotes abandonados (gaviões, corujas, falcões):
Na época de reprodução das aves é comum encontrar filhotes no chão ou em galhos baixos. E, infelizmente, muitas pessoas acabam recolhendo essas aves por equivocadamente acharem que estão abandonados. Na maioria das vezes, essas aves estão apenas aprendendo a voar e se aventurando nas redondezas da área do ninho e não está abandonado como parece. Geralmente o filhote está sendo observado pelos pais e continuará sendo alimentado por eles. Além disso, muitas aves jovens são capazes de subir de volta para sua árvore usando bicos e garras. Portanto, antes de recolher qualquer filhote, tenha em primeiro lugar, a certeza que a ave está precisando ser retirada daquele local.

Pequenas lagartixas, grandes amigas


Não entendo como muita gente tem verdadeiro asco de lagartixas e ao vê-las grudadas numa parede tem o impulso de exterminá-las, pura estupidez! Lagartixas são animais inofensivos, ao contrário do que muita gente pensa, são grandes protetoras de nossos lares. Acho que precisamos, com certa urgência, conscientizar as pessoas mostrando que as pequeninas só nos favorecem, pois graças ao controle que as mesmas fazem das pragas domésticas é que nos livramos de problemas sérios.

As lagartixas se alimentam de insetos. Podem ser consideradas grandes aliadas no combate ao mosquito da dengue, e, pra variar, ainda têm em sua cadeia alimentar, baratas, traças e outros insetos daninhos.

Casa Branca faz do sumiço de abelhas uma questão de Estado

Mais de 40% das abelhas americanas desapareceram, segundo estudo. O problema ultrapassa preocupações conservacionistas, já que os insetos geram 15 bilhões de dólares por ano para a agricultura do país

Recentemente, o desaparecimento das colônias também começou a ser notado em treze estados brasileiros(BSIP/UIG via Getty Images/VEJA)

As abelhas começaram a sumir nos Estados Unidos. E isso preocupou a Casa Branca. Um estudo divulgado pelo consórcio Bee Informed Partnership, financiado pelo governo e por universidades americanas, destacou que apenas no ano passado 42% das colônias americanas desse inseto desapareceram. Por que isso dá dor de cabeça até no presidente Barack Obama? As abelhas são as principais polinizadoras do hemisfério norte, associadas ao florescimento da flora e à maior parte do cultivo agrícola. Só nos Estados Unidos, um mercado de 15 bilhões de dólares depende diretamente desse trabalho de polinização. Com menos abelhas, menor é a produção. A gravidade do problema econômico fez a Casa Branca montar uma força-tarefa de cientistas para resolver o assunto. Na última terça-feira (19) começaram a aparecer os primeiros resultados.

7 Erros que os tutores de cães costumam cometer

Saiba como mudar esse hábitos que podem prejudicar seu cachorro.

Seu cão pode até adorar pizza, mas isso não fará bem para ele. (Foto: Reprodução / Google)

O amor faz com que as pessoas dêem tudo que seus cães queiram, mas isso nem sempre é bom para o pet.

Assim como devemos educar uma criança, os cachorros precisam de cuidados específicos.
O Vetstreet listou os erros mais comuns cometidos pelos tutores, mas não se preocupe, tudo pode ser revertido!

As 10 principais causas de intoxicação nos gatos

Por MV Jo Marshall (Pet Poison Helpline)



"Às vezes é impossível eliminar a exposição a um determinado agente toxico, mas cabe a nós educar e informar, ao maior numero de donos de animais onde os riscos se encontram e como obter o tratamento em tempo hábil e que pode melhorar significativamente o prognóstico para o paciente envenenado."

Gatos - Os 10 principais fatores que levam a intoxicação destes animais

Numero 1 em intoxicação para gatos são os produtos de limpeza doméstica

Produtos de limpeza doméstica abrange um amplo leque de preocupações devido a grande variedade destes produtos e sua larga utilização no ambiente doméstico.. Os gatos são muito curiosos e gostam de saborear uma porção de coisas, eles gostam de escalar prateleiras e empurrar recipientes para que derramem Eu tive minha própria gata intoxicado depois que saltou em cima da pia da cozinha após eu ter pulverizado com um produto de limpeza e ela lambeu.  Ela imediatamente começou a babar e felizmente para ela, apenas resultou em pequena irritação. Mas há tantas outras coisas que nós usamos no quotidiano que são muito mais preocupante. Podemos ver queimaduras na língua do gato e intoxicações graves com alguns produtos como, detergentes e desinfetantes, os quais todos nós usamos diariamente em nossas casas.
O melhor a fazer é manter os recipientes de produtos de limpeza cobertos para que não possam ser  lambidos pelos bichanos, e melhor ainda, manter o gato fora da área que você está limpando até que tenha concluído e os produtos que você usou terem tempo suficiente para secar completamente para evitar a exposição.
Mantenha os produtos em armários fechados para impedir o gato de derrubá-los e derrama-los, mantenha as tampas bem fechadas exatamente como você faria para seus filhos humanos.

O que fazer ao encontrar um cachorro na rua

Saiba como deve prosseguir para resgatar um cachorro ou gato que encontrou na rua.

Encontrar um animal na rua é uma das situações mais difíceis para qualquer pessoa que se sensibiliza com a dor e o sofrimento dos que vivem as margens da sociedade, realmente em uma realidade que parece ser invisível. No caso dos animais, é uma questão ainda mais dramática, pois eles não têm voz e suas vidas são muitas vezes vistas como de menor importância.

Como posso resgatar animais abandonados nas ruas - Foto: Reprodução

Infelizmente, é muito mais comum encontrar animais nas ruas do que gostaríamos que fosse, já que vivemos em um descontrole total quanto a natalidade dos animais que moram nas ruas, não há políticas públicas suficientes que lidem com a problemática e a sociedade civil continua abandonando e permitindo que os animais procriem sem nenhum plano posterior quanto aos filhotes.

Amigo pra cachorro: crianças podem ter relações mais próximas com seus animais do que com seus irmãos


As relações das crianças com seus animais de estimação podem ser ainda mais importantes e complexas do que pensávamos: elas podem se sentir mais próximas deles do que de seus próprios irmãos.

Essa foi uma descoberta do estudo de Matt Cassels, da Universidade de Cambridge, que começou a trabalhar com um rico conjunto de dados de um projeto infantil.

Este projeto de 10 anos coletou muita informação sobre o desenvolvimento social e emocional de crianças, e incluiu uma seção sobre a relação dos pequenos com seus animais de estimação, pais, professores e irmãos.

Até hoje, poucos estudos têm comparado os relacionamentos das crianças com animais de estimação em comparação a seus outros relacionamentos. Assim, Cassels decidiu focar nisso, e seus resultados o surpreenderam.

Aprenda.birds: A inteligência das aves, parte 3 – o uso de iscas

Nas colunas anteriores, venho tratando da inteligência das aves, um tema que costuma ser pouco abordado aqui no Brasil. Vamos agora continuar falando de uma das habilidades cognitivas mais impressionantes desses animais, a de utilizar ferramentas – isto é, manipular objetos inanimados do ambiente e empregá-los para um objetivo específico. Por mais surpreendentes e sofisticadas que essas técnicas possam nos parecer, na última coluna (http://www.aprenda.bio.br/portal/?p=10651) expliquei que nem todo uso de ferramenta é um verdadeiro insight do animal para solução de um problema, podendo ser somente um instinto, e não resultado de aprendizagem… No entanto, é inegável que as aves são capazes de aprender comportamentos complexos por observação e/ou imitação de outros indivíduos, inclusive de outras espécies! E em alguns casos, há indícios que emprego de ferramentas também possa ser aprendido dessa maneira. Contudo, como já é regra no estudo do comportamento animal, nem sempre há consenso na interpretação de cada caso… A discussão desta vez será em torno da estratégia mostrada abaixo: o uso de iscas!



Cães que comem plantas: o que fazer?

Photo credit: emutold / Foter / CC BY

Alguns donos se queixam que os cães não deixam o jardim em paz. O que será que é tão atrativo para eles, hein?

De acordo com a adestradora da Cão Cidadão, Mariana Taioli, o hábito de comer plantas pode surgir justamente pela falta de atividades físicas e mentais adequadas.

“Eles podem estar se sentindo entediados, sozinhos, inseguros ou nos casos de filhotes, sua gengiva pode estar coçando muito em função da troca dos dentes e, por isso, procuram algo interessante para fazer”, explica a especialista.

Uma dica é acostumar o cão a passeios diários e utilizar brinquedos – o famoso enriquecimento ambiental! Dessa forma, o pet vai se distrair e diminuir a ansiedade.

Plantas pelos brinquedos
Para fazer com que o seu cãozinho prefira destruir os brinquedos em vez das plantas, você precisa associar o objeto a algo positivo. Torne o brinquedo bastante especial!

Comece brincando com ele e, toda vez que seu cão for pegá-lo, faça a associação positiva, com elogios e muita interação. Agora, toda a vez que ele for nas plantinhas, diga “não” de maneira firme e o retire do local.

Fonte: http://caocidadao.com.br/dicas/caes-que-comem-plantas-o-que-fazer/

Guarapari - 1 dia de comunhão com a Natureza

Parque Estadual Paulo César Vinha ou de Setiba - Guarapari / ES

Localiza-se em Setiba sendo criado para proteger espécies de plantas e animais que estavam sendo ameaçadas pelo desmatamento e também para ser um lugar aberto a visitas, pesquisa e conhecimento. Com cerca de 1500ha de praias, florestas, lagoas, dunas e alagados, faz parte da Área de Proteção Ambiental - APA de Setiba -  tem uma parte terrestre que abrange o Parque e uma parte marinha que abrange o arquipélago das três ilhas.

No parque há três lagoas, sendo que o maior destaque é a  de Caraís (área aproximada do espelho d’água: 32,6ha) que em determinadas épocas do ano tem abertura para o mar, permitindo assim trocas de água e nutrientes, favorecendo a flora e a fauna do local. Há dunas com mais de 15m de altura, móveis pela ação do vento que, associadas as planícies de restinga e planícies alagadas compõem um complexo quadro, permitindo a ocorrência de inúmeras espécies. Há uma rica vegetação de Mata Atlântica litorânea a manguezais, passando por mata de restinga e planícies cactáceas, entre outras.

Encontram-se mais de 120 espécies de aves como o martim-pescador, cancará, gavião, garças, cancan e espécies raras como a cegonha ou maguri. Consideradas extintas no Espírito Santo desde 1981, segundo o ambientalista Augusto Ruschi (1915-1986), baleias franca, mamíferas como cachorro do mato, veado, paca, tatu, mão-pelada, gambá, sagüi-cara branca, além de anfíbios, moluscos, crustáceos, répteis, ofídios e peixes.

Há serviços de informações, de limpeza e de segurança, instalações sanitárias e alojamento com cozinha para pesquisadores, não adaptados, guia de turismo/condutor e estacionamento.

Site: www.iema.es.gov.br
Telefone: (27) 3242.3665/9727.6295 (parque) / 3136.3469 (IEMA)

Lagoa de Caraís e praias só para mim!
Banho de lagoa e de praia...
Plantas, bichos, aves...!!!