Por que nos apegamos aos cães?

Mecanismo de vínculo entre cão e dono é similar ao de mãe e bebê

O contato visual entre uma mãe e seu bebê reforça o vínculo entre eles ao ativar no cérebro da mulher o chamado “hormônio do amor”, a oxitocina.
Isso ajuda a criar um apego emocional entre os pais e a cria, ao incentivar comportamentos de carinho e interação.

No passado, estudos científicos já demonstraram que fazer um afago ou olhar nos olhos de um cão pode despertar uma liberação semelhante de oxitocina no cérebro humano.
Agora, uma equipe de pesquisadores japoneses descobriu que essa troca de olhares entre cachorros e seus donos também pode levar a um vínculo similar ao de uma mãe e seu bebê. Isso estaria por trás da proximidade dos cães aos humanos.

Primeiro peixe-leão invasivo é descoberto no Brasil; ele pode destruir o ecossistema de recifes


Um único peixe capturado na costa brasileira pode significar um enorme desastre. Explicamos: é um peixe-leão, o infame invasor Pterois volitans, que tem o potencial de destruir ecossistemas delicados como o do Atlântico Sul Ocidental.

Em maio de 2014, um grupo de mergulhadores recreativos avistou o peixe adulto nos recifes rochosos da região sudeste do Brasil. Um grupo de pesquisadores, incluindo cientistas da Academia de Ciências da Califórnia (EUA), usou análise genética para ligar esse indivíduo com a população de invasores do Caribe, onde o peixe-leão já ameaça criticamente a vida marinha da região.

Demorou, mas depois de tocar o terror por lá, ele finalmente chegou aqui.

A ética na relação entre humanos e cães de companhia: qual o papel do proprietário?

Muitas pessoas podem pensar que, quando se fala em ética na relação entre homens e animais, fala-se apenas de animais de produção, animais usados em pesquisa ou, ainda, na criação de animais para comercialização. No entanto, isso se deve ao fato de a ética ser entendida como um conjunto de regras de comportamento, especialmente aplicada em situações onde pode haver más condutas, como maus-tratos com animais, por exemplo.

No entanto,a ética é muito mais complexa que isso e, na realidade, ela permeia todas as nossas condutas que envolvem relações entre pessoas e entre pessoas e animais. A ética é um esforço intelectual coletivo para se encontrar a melhor convivência em sociedade. Sendo assim, a ética não é uma tabela de valores divididos entre “certo” e “errado”, definidas por um código. Quando estamos diante de situações em que temos que decidir qual a melhor conduta, precisamos avaliar a situação individualmente, porque dificilmente uma regra única vale para todas as situações.

Como se comunicar com seu Gato


Os cientistas descobriram que os gatos desenvolveram um sistema de comunicação elaborado, com centenas de vocalizações para dizer aos humanos o que eles querem ou precisam.[1] Compreender como seu gato está se comunicando com você e como os gatos interpretam a comunicação humana pode ajudar a cultivar uma relação mais refinada com seu companheiro felino. [2]

Método 1 de 3:
Ouvindo o seu gato

1 - Entenda como e por quê os gatos se comunicam. Vocalizar geralmente não é o modo preferido deles. A "primeira língua" de um gato consiste num sistema complexo de olfato, expressão facial, linguagem corporal elaborada e tato. Os gatos logo percebem que não compreendemos os sinais não verbais que eles mandam uns aos outros e por isso vocalizam, numa tentativa de se comunicar na nossa língua. Observando os sons e as ações que eles causam em nós, um gato está sempre aprendendo como fazer pedidos ou exigências.[3]

Como identificar dor em cães?

Como identificar dor em cães. Foto: Reprodução

Existe uma pergunta que a maioria dos tutores fazem para si mesmo, “Como saber se meu cão está sentindo dor, já que ele não pode falar?”. Essa dúvida circula há muito tempo entre os criadores de cães, não só do Brasil, mas de todo o mundo. Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, o cão pode sim demonstrar que está sentindo dor, porém de formas mais indiretas, cabendo assim, a sensibilidade da percepção de cada tutor.

Vídeo comovente sobre abandono de animais torna-se viral na internet


Conscientização - Propaganda mostra como uma família é capaz de se desfazer facilmente de um animal de extimação

Um vídeo que trata a gravidade do abandono de animais está circulando na internet e conscientizando milhares de pessoas sobre o assunto.

Com o título 'Gift', o vídeo é da Zoetis, uma companhia de saúde animal que atua no mundo todo e foi produzido pela DeadLens Pictures.

A produção traz à tona o comportamento de famílias que decidem ter um animal de extimação, se cansam tempo depois e resolvem simplesmente abandoná-lo.

O vídeo surpreende ao revelar do que realmente se trata apenas no final. Confira:


Fonte: http://guiame.com.br/gospel/familia/video-comovente-sobre-abandono-de-animais-torna-se-viral-na-internet.html#.VTjwSyFVikq

Seu gato conversa com você, aprenda a ouvi-lo


Quando se trata de gatos, cada movimento pode querer dizer alguma coisa. Ronronando, miando ou mesmo piscando seus olhos, os felinos estão dizendo: “Olá”, “Vem me abraçar” ou “Cai fora, mãe”. Um grande número de donos de animais querem se conectar com seus companheiros peludos, muitas vezes ariscos, e especialistas dizem que há algo a ganhar com essas tentativas de comunicação.

Gatos são muito independentes e facilmente mal interpretados, diz Gary Weitzman, presidente e CEO da San Diego Humane Society, membro da organização internacional de resgate animal SPCA e autor do novo livro da National Geographic “How to Speak Cat” (“Como falar gatês”, em tradução livre). Ele tem como objetivo desvendar todo o mistério do que se passa na mente dos bichinhos ajudando as pessoas a discernir o que os gatos estão tentando transmitir.

O ativista explica que gatinhos podem fazer até 16 sons de “miau” diferentes, e normalmente só os emitem quando pessoas estão ao redor. Os miados podem ser sua maneira de pedir aos donos que os alimentem, façam carinho ou os deixem sair, e quase nunca funcionam como uma forma de comunicação entre gatos.

Descubra os artifícios usados pelos cachorros para que nos apaixonemos por eles


Cachorros que fazem as chamadas “carinhas de coitado” para seus proprietários têm um pico no ocitocina, o “hormônio do amor” – e, de acordo com um novo estudo, o mesmo acontece com seus proprietários. Este feedback positivo na liberação de oxitocina ocorre quando uma mãe olha para seu bebê recém-nascido.

Como os cães não usam normalmente o contato visual como forma de consolidar laços com outros cães, os pesquisadores sugerem que o melhor amigo do homem pode ter garantido o seu lugar premiado nos nossos corações usando uma antiga via de ligação humana.

“Nós, seres humanos, usamos o olhar para comunicações de filiação, e somos muito sensíveis ao contato com os olhos”, explica o coautor do estudo Takefumi Kikusui, professor de medicina veterinária da Universidade Azabu, no Japão. “Por isso, os cães que conseguem encarar seu dono de forma eficiente podem ter mais benefícios dos seres humanos”.

Proteção Animal é estimulada desde a infância nas escolas


A ANDA abre espaço para uma série de reportagens que abordará a proteção animal na infância, pois, é nessa fase que boa parte de nossa personalidade se forma. Muitas das experiências que temos quando crianças nos marcam para o resto da vida. Aliás, é lá na infância que muitos ativistas começaram a abraçar a causa animal mesmo sem se dar conta disso. Por isso, alimentar as crianças com atividades, livros, filmes e tudo o que possa motivar o amor e respeito aos animais é essencial para um futuro em que a natureza seja protegida e os bichos fiquem livres da escravidão.

Educadores com visão futurística percebem o quanto é importante falar de meio ambiente englobando tudo que está em torno da criança e não só de rios, praias e florestas, como se a natureza só existisse distante dela ou só onde ela passa as férias. A Educação Ambiental moderna entende que a criança precisa ser motivada a respeitar a borboleta que pousa em seu quintal, as árvores das calçadas, os passarinhos que moram na cidade e os cães e gatos que vê na rua. Tudo faz parte da natureza: nós, as águas, as florestas, os demais animais… tudo. Ensinar a preservar apenas rios e florestas é ensinar pela metade porque grande parte das criaturas nasce e cresce nas grandes cidades.

Essa série vai mostrar iniciativas que trabalham proteção animal com crianças em escolas, comunidades ou eventos. Haverá dicas de livros e filmes que podem sensibilizar as crianças nesse sentido. Aliás, quantos de nós não tiveram esse “despertar para a causa animal” a partir de algum filme ou livro onde um bichinho era o protagonista?

Como vemos pelas notícias, há um crescente número de pessoas se envolvendo com a causa animal ou, pelo menos, prestando ajuda a animais eventualmente. Chovem denúncias e resgates. São pessoas de várias idades e profissões, além de policiais e bombeiros que têm socorrido animais em situações extremas como nunca víamos acontecer anos atrás. São manifestações pelos direitos animais em toda parte do planeta. No entanto, vai depender das gerações futuras a criação de leis, de posturas e de uma nova visão. Que essa nova série da ANDA inspire a todos (educadores, pais, avós, tios, protetores e simpatizantes da causa) a envolver as crianças numa atmosfera de comunhão com a natureza e respeito aos animais, afinal, uma coisa não é possível sem a outra!

Capítulo Dois

Proteção Animal na escola


Diante de uma plateia mirim, a professora de Educação Física e integrante do grupo Adoção de Gatinhos da UFES (Universidade Federal do Espírito Santo), Daniella Muruce, fala sobre comércio de animais, adoção, guarda responsável, castração, maus-tratos, abandono e resgate. Ela usa uma linguagem própria para a criançada e mostra imagens também de acordo com a faixa etária nas escolas de Vitória (ES) por onde passa. Não cobra nada. É um trabalho voluntário de Educação Infantil voltado para a proteção animal.

A palestra dura em torno de 50 minutos e às vezes as crianças produzem desenhos a partir do que ouvem. O resultado costuma ser bem produtivo. Num rápido entendimento das questões, muitas das crianças expressam no papel a importância de não maltratar e nem abandonar os bichos. “Com o Projeto Proteção Animal na Escola procuro plantar uma sementinha no coração das crianças para despertar nelas o amor ou, pelo menos, o respeito pelos animais”, diz Daniella que também ministra a palestra para adolescentes e até em faculdades.


Daniella começou na proteção animal na infância. Toda vez que achava um bichinho na rua levava para casa. “Não segui nenhum exemplo. Fazia isso espontaneamente. Está no meu sangue. Hoje percebo a importância de conversar com as crianças e jovens sobre esse assunto, mas dependo de convite das escolas. É uma iniciativa sem fins lucrativos, mas que depende do interesse de outros educadores ou donos de escolas”, explica.

Entre em contato com Daniella através de sua página do Facebook ou do e-mail: dmuruce@hotmail.com

O mau exemplo:

Em março de 2014 a professora de Biologia Sônia Wenceslau Flores Rodrigues, do Ifes – Instituto Federal do Espírito Santo em Piúma, estrangulou quatro gatinhos recém-nascidos alegando que não teriam chance de sobreviver sem a mãe, morta no parto. Ela declarou que foi um “ato de piedade”. Alunos, pais e protetores ficaram chocados com tamanha frieza e se manifestaram. Na rede social os estudantes espalharam a foto de uma gatinha com um cartaz que dizia “Eu não mereço ser estrangulada”. O Ifes declarou que não havia provas de que a professora teria cometido o ato dentro da escola e nem na frente dos alunos. Em setembro de 2014, Sônia foi promovida a diretora de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão da estrutura administrativa do campus do Ifes em Piúma. Difícil de acreditar, mas a nomeação foi publicada no Diário Oficial e pode ser vista na Internet.


Livros em prol da causa animal

Muitos livros podem encantar as crianças e ao mesmo tempo educar no sentido de respeitarem todo tipo de vida. E alguns dos autores escrevem com base em experiências que tiveram na infância. É o caso de Colin Thompson, autor e ilustrador de mais de 40 obras, ganhador de vários prêmios na Literatura Infantil. Embora gostasse muito de bichos, foi impedido de adotá-los quando menino por imposição dos avós que o criaram. Essa paixão continuou latejando dentro dele e na fase adulta o escritor mergulhou de cabeça em histórias que projetassem amor aos animais.


Em “O pequeno grande livro da tristeza feliz” (Editora Brinque-Book), por exemplo, um garotinho adota um cão deficiente físico (com apenas três patinhas) que está no abrigo municipal e prestes a ser sacrificado. Na obra “O amor está onde menos se espera” um cachorrinho é adotado, mas não recebe nenhuma atenção da família, então se esforça ao máximo para mostrar todo o amor que tem para dar. Thompson diz que escreve sobre bichos porque não suporta a crueldade contra eles.

“Muitos animais fazem coisas mais bonitas e inteligentes que os humanos. Pessoas que fazem mal aos bichos são inferiores a eles. O homem é a única criatura que está arruinando o planeta. Os livros podem ensinar muito as crianças. Esse é meu trabalho”, desabafa. Os livros de Thompson são vendidos em livrarias do Brasil. Ele vive na Austrália com os cachorros Max e Daisy (resgatada de um lixão).

Bezerro escritor

Falar do sofrimento dos animais para abate para crianças pode ser difícil, mas o livro de Igor Colares pode ajudar. Em sua obra “Bezerro Escritor” ele narra a história de um bezerrinho que sofre ao ver a situação de sua mãe, uma vaca leiteira. Por meio de poemas, o bezerrinho tenta convencer os humanos que a extração de leite é cruel, que sua mãe fica doente, sente dor e que não há necessidade nenhuma de humanos adultos tomarem leite, muito menos leite de vaca. O livro está à venda somente pelo site.




O mau exemplo:

Há muitos livros que mostram “animais da fazenda”, especialmente para crianças bem novinhas. É como dizer “esses aqui são para comer”. Do ponto de vista “educacional”, mesmo sem tocar na questão da proteção animal, esses livros estão dando uma informação completamente errada, pois, não existem “animais de fazendas” e sim obrigados a nascerem e viverem nelas para servirem de consumo. Esses livros levam as crianças a tratarem a escravidão animal com naturalidade. Elas aprendem, desde cedo, que cachorro e gato podem fazer parte da família, mas outros bichos devem ir para a panela.

O gato do artista de rua

No livro “Malhado Miau”, de Julia Donaldson e Axel Scheffler (Editora Fundamento), Malhado é o gato de um artista de rua que com seu violão arrecada todo dia uns trocados. Mas ele sofre um acidente, fica hospitalizado e Malhado se perde na cidade. A partir disso o livro mostra como um gato pode ser um amigo leal, incapaz de esquecer e de se separar de seu tutor. As ilustrações são bem meigas e de cor vibrante, o que deixa a leitura ainda mais atraente aos olhos das crianças. À venda nas livrarias do Brasil.



Veja também o primeiro episódio dessa série neste link.

Fonte: http://www.anda.jor.br/07/04/2015/protecao-animal-estimulada-infancia-escolas
Por Fátima Chuecco (da Redação)

Cãominhada em 19/abril/2015 - 2a aula de natação do Tico

A 1a aula de natação do Tico está em: http://salvabichos.blogspot.com.br/2015/02/1a-aula-de-natacao-do-tico.html

Aprendendo com quem sabe... A Pretinha gosta de ensinar... O Tico ainda está meio estabanado mas nem precisa de estímulo para entrar na água, ele gosta.



















Santuário inicia corajosa campanha em prol dos animais

Foto: Rancho dos Gnomos

O Santuário Ecológico Ranchos dos Gnomos, localizado em Cotia (SP), precisa de uma nova sede. A organização atualmente abriga cerca de 230 animais entre selvagens, silvestres, exóticos e domésticos, que foram vítimas do tráfico, do circo, de queimadas, do desmatamentos, das rinhas e do abandono. O atual estabelecimento enfrenta problemas sérios com o avanço da cidade e um novo local, de preservação ambiental, já foi escolhido no município de Gonçalves, em Minas Gerais.

Porém, o Rancho só pode realizar esse sonho com a ajuda de pessoas do Brasil todo. Por isso, uma gigantesca e ousada campanha foi iniciada em abril para arrecadar pouco mais de um milhão de reais em dois meses – o suficiente para a compra da área. Trata-se de uma “corajosa cruzada” que busca envolver um grande número de amantes de animais na maior campanha de crowdfunding – que pode ser acessada neste link –  já realizada no Brasil, nesse caso, dirigida pela empresa Kickante, e com apoio da ONG Ampara Animal, Instituto Luisa Mell e do Grupo Porta dos Fundos.

Como drenar a energia do seu cachorro quando não dá para passear

Brincadeiras e brinquedos próprios para pet são uma boa pedida para trabalhar o pet mentalmente e fisicamente.

Mesmo em dias chuvosos sem a possibilidade de passear ou morando em um apartamento pequeno, dá para drenar a energia do seu cachorro, de maneira divertida para você e para ele.

O que alguns não entendem é que muitos comportamentos destruidores e obssessivos podem perfeitamente surgir da frustração de não se fazer nada ou não eliminar a energia de forma sistemática e saudável.

Não que a brincadeira vai substituir o passeio completamente. O interessante é que o cão tenha os dois. Porém ela é uma ótima alternativa para trabalhar seu pet mentalmente e fisicamente dentre de casa.

Basta assistir o vídeo abaixo da Buldogue Francês, Pixel.
https://www.youtube.com/watch?v=QQEI5oPfoZ0

Escrito por Samantha Kelly
Fonte: http://portaldodog.com.br/cachorros/videos/geralv/como-drenar-a-energia-do-seu-cachorro-quando-nao-da-para-passear/

Para Deus somos todos iguais

Mateus 25:34-40 -  “Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo;
Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me;
Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e foste me ver.
Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber?
E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? ou nu, e te vestimos?
E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te?
E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.”

Livro dos Espíritos – Questão 625:  Qual o tipo mais perfeito que Deus ofereceu ao homem, para lhe servir de guia e modelo?

— Vede Jesus.

“Jesus é para o homem o tipo de perfeição moral a que pode aspirar a Humanidade na Terra. Deus no-lo oferece como o mais perfeito modelo e a doutrina que ele ensinou é a mais pura expressão de sua lei, porque ele estava animado do Espírito divino e foi o ser mais puro que já apareceu na Terra.”

Jesus é o Espirito mais evoluído que andou na Terra! Assim clamam os Espíritos encarnados e desencarnados. Ele é o exemplo a ser seguido em todas as religiões de pensamento cristão. Marcador de nossa historia, tão importante que dividiu nosso caminhar pelo tempo em duas partes, antes e depois de sua existência.

Cada um de nós se desdobraria em gentilezas e seria prestimoso, caso tivéssemos a honra de conviver com Jesus, “o maior de todos”, “rabi”, mestre da humanidade. Mas quais de nós faria o mesmo por um doente sem parentesco, ou mesmo um prisioneiro condenado.

O que pensar então quando, esse Espírito tão evoluído, diz que ao acolhermos e ajudarmos aqueles mais fracos e que muitas vezes se encontra no outro extremo da escala moral, como os que se encontram na prisão, estamos acolhendo como se fosse Ele. Como se não houvesse diferença, como se fosse a mesma coisa…. Disso podemos tirar uma conclusão;

Para Deus somos todos iguais, todos temos a mesma importância e o mesmo valor. É essa é a lição a ser aprendida com essas palavras.

Para Ele, nosso Pai querido e para os Espíritos que já alcançaram uma compreensão maior, somos TODOS iguais.

Quando visitamos um prisioneiro, por mais hediondo que seja seu crime, e lhe damos atenção e carinho, esse ato tem o mesmo valor que se ajudássemos ao próprio Jesus lhe dando um punhado de comida ou água. O ato de caridade e amor tem o mesmo valor, por que os Espíritos que o recebem tem o mesmo valor…

Pensando em termos espiritas, a única diferença entre Jesus e aquele criminoso que estava ao seu lado na cruz é o tempo e o aproveitamento do tempo. Com o passar do tempo e dependendo do aproveitamento das oportunidades de evolução, aquele criminoso pode ser tornar tão sábio e bom quanto Jesus. Só depende dele aproveitar o tempo com sabedoria.

Mas prestemos mais atenção ainda, quando diz Jesus; “o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes,” . Jesus não diz: “o que fizestes a um destes humanos, ou homens pequeninos a mim os fizestes. Simplesmente diz a esses pequeninos irmãos, pequeninos por que ainda estão no começo da caminhada moral. Assim por que não imaginar que ele, Jesus, possa incluir os animais e mesmo as plantas no significado da expressão; “PEQUENINOS IRMÃOS”. Pois, são irmãos criações do mesmo Pai, e não é assim entre Quando damos comida a um cão de rua, acolhemos um gato atropelado e levamos ao veterinário, quando soltamos uma ave silvestre de um alçapão e lhe restauramos a liberdade é como se ao próprio Jesus que estivéssemos ajudando.


Quando levamos carinho aos animais de ONGS e instituições de resgate de animais, quando denunciamos traficantes de animais silvestres e pessoas que mau tratam animais, quando auxiliamos para que um cão perdido reencontre seu lar é como se ao próprio Jesus que estivéssemos auxiliando. Pois um dia aqueles Espíritos que hoje estão estagiando na fase animal, irão adentrar no mundo dos homens e, passo a passo, se aproximarão da perfeição que Jesus alcançou.

Não esqueçamos nunca sua palavras :
“Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.”

Por RICARDO LUIZ CAPUANO
Fonte: http://www.anda.jor.br/14/04/2015/deus-iguais

Mantendo a pele e pelagem do seu cachorro saudável

A pele dos cães é classificada como o maior órgão do corpo. No entanto, poucas pessoas sabem disso e, por conta dessa falta de conhecimento, não dão a atenção devida que o órgão precisa.

Foto: Reprodução

A pele dos cães, assim como a nossa, é classificada como o maior órgão do corpo. No entanto, poucas pessoas sabem disso e, por conta dessa falta de conhecimento, não dão a atenção devida que o órgão precisa. Existem várias funções que a pele executa em beneficio ao organismo, como por exemplo: Proteção contra bactérias, fungos, produtos químicos, traumatismo, radiação solar e etc. O pelo também desempenha uma função protetora, principalmente da pele. Pelo fato de ambas particularidades do corpo do animal ficarem sempre expostas ao ambiente externo, são mais propensas a serem afetas ou traumatizadas por vários fatores.

Ratos cantam como pássaros para atrair suas fêmeas

De acordo com um novo estudo publicado na revista “Frontiers of Behavioral Neuroscience“, camundongos machos cortejam as fêmeas com “canções de amor” ultrassônicas. Ao que parece, estes guinchos têm um som muito parecido com as músicas de corte de aves canoras.
Os cientistas sabem há mais de 50 anos que camundongos machos fazem serenatas para as fêmeas, emitindo vocalizações ultrassônicas (USVs, do inglês) que são altas demais para os seres humanos ouvirem. Embora os ratos não tenham o alcance vocal de aves canoras, sua sintaxe ou organização de sequências de sons, tem algumas semelhanças com seus amigos voadores.


“Eu acho que há mais coisas acontecendo com a comunicação animal do que nós, seres humanos, podemos sintonizar”, diz Erich Jarvis, professor de neurobiologia da Universidade de Duke. “Há um claro sinal de comunicação nas canções dos ratos e não apenas sequências aleatórias de vocalizações”. Isso é o que faz das suas músicas semelhantes a aves canoras – existe um padrão para suas vocalizações, ao invés de apenas uma coleção aleatória de sons sibilantes.

O jovem e a estrela do mar


Era uma vez, um escritor, que morava numa praia tranqüila, junto a uma colônia de pescadores. Todas as manhãs, ele passeava à beira-mar, para se inspirar, e de tarde ficava em casa, escrevendo.
Um dia, caminhando na praia, ele viu um vulto que parecia dançar. Quando chegou perto, era um jovem pegando na areia as estrelas-do-mar, uma por uma, e jogando novamente de volta ao oceano.
– Por que você está fazendo isto? – perguntou o escritor.
– Você não vê? – disse o jovem. – A maré está baixa e o sol está brilhando. Elas vão secar no sol e morrer, se ficarem aqui na areia.
– Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praia por esse mundo afora, e centenas de milhares de estrelas do mar, espalhadas pelas praias. Que diferença faz? Você joga umas poucas de volta ao oceano. A maioria vai perecer de qualquer forma.
O jovem pegou mais uma estrela na areia, jogou de volta ao oceano, olhou para o escritor e disse: – Para essa, eu fiz a diferença.
Naquela noite, o escritor não conseguiu dormir nem sequer conseguiu escrever. De manhãzinha foi para a praia, reuniu-se ao jovem e juntos começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano.
Esperamos que você seja um dos que querem fazer deste universo um lugar melhor devido a sua presença. Assim sendo, aguardo a sua chegada para juntos podermos jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano.
Autor desconhecido
Fonte: https://defensoresdosanimais.wordpress.com/publicacoes/pensamentos/pensamentos-o-jovem-e-a-estrela-do-mar/

Aprenda.birds: A inteligência das aves – Parte 2: a controvérsia do uso de ferramentas!

Dando continuidade ao tema (http://salvabichos.blogspot.com.br/2015/03/aprendabirds-inteligencia-das-aves.html), vamos seguir tratando desse assunto obscuro que é a inteligência das aves! Depois de ter mostrado as armadilhas geradas pelo antropomorfismo no estudo do comportamento animal, e esclarecido que, em termos de capacidade intelectual, nem sempre tamanho (do cérebro) é documento, vamos discutir alguns exemplos que ilustram até onde vai a inteligência desses animais. Mais uma vez, porém, é preciso ter cuidado na hora de analisar comportamentos e/ou indicativos de inteligência...

Se formos tratar de uma das capacidades mais impressionantes que os animais podem ter – a de usar ferramentas – podemos chegar a conclusões completamente equivocadas se colocarmos a nós, seres humanos, como única base de comparação. Aliás, convém definir o que afinal enquadra-se como uma ferramenta! Os estudiosos de comportamento tem inúmeras definições para esse termo, mas que podem ser resumidas a uma bem simples: ‘qualquer objeto manipulado e carregado por um animal para uso futuro’. Voltando ao ser humano, não é raro ouvir por aí que o uso de ferramentas para fins específicos é uma espécie de trunfo da nossa espécie, e que isso nos teria permitido ‘chegar onde chegamos’ (o que quer que isso signifique...). Volta e meia alguém menos informado leva isso além e diz que essa capacidade nos distinguiria de todos os outros animais...

Olhar fotos de animais fofos pode fazer você render mais no trabalho

Estudo foi realizado no Japão

Quando a gente pensa em uma produtividade mais efetiva, logo vem à cabeça o uso de tecnologias e otimização do tempo. Mas isso não é tudo!

Olhe para os porquinhos e trabalhe melhor!
Reprodução/Pinterest

Um estudo realizado na Universidade de Hiroshima, no Japão, mostrou que observar imagens de animais fofos, filhotes fazendo gracinhas ou apenas sendo bonitinhos pode ajudar no rendimento do seu trabalho.

Isso é explicado pelo estado de atenção que o ser humano se encontra ao se deparar com um bebê ou filhote de animal. Como é algo frágil, o homem acaba ficando mais minucioso ao fazer qualquer coisa, ou seja, o trabalho e a produção acabam feitos de uma melhor maneira.

Fonte: http://entretenimento.r7.com/mulher/olhar-fotos-de-animais-fofos-pode-fazer-voce-render-mais-no-trabalho-07042015

Todos os bebês


A ONG Mercy for Animals produziu um vídeo para conscientizar as pessoas a respeito de como os animais para o consumo são tratados. Nas imagens, bebês humanos são comparados a pintinhos, porcos, bezerros, entre outros filhotes, para mostrar como todos os seres vivos merecem ter suas vidas respeitadas desde o nascimento ao invés de serem mortos e se tornarem alimentos a venda nas prateleiras de supermercados.

Veja o Vídeo.

Fonte: http://www.anda.jor.br/06/04/2015/bebes

Pássaro de 12 gramas consegue sobrevoar o Atlântico sem escalas


Mariquita-de-perna-clara vive nas florestas do Canadá e dos EUA.
É uma das mais longas viagens diretas sobre a água feitas por uma ave.

A mariquita-de-perna-clara(Setophaga striata), um pássaro que pesa apenas 12 gramas, está migrando da América do Norte para a América do Sul voando sobre o Oceano Atlântico sem parar por dois a três dias.

Há 50 anos os cientistas tentavam confirmar essa façanha. Uma equipe internacional de biólogos, que publicam os resultados de seu trabalho na revista britânica "Biology Letters", está convencida de ter encontrado "provas irrefutáveis".

"Esta é uma das mais longas viagens diretas sobre a água registradas para um pássaro", explicou um dos autores do estudo, o pesquisador Bill DeLuca, em comunicado divulgado pela Universidade de Massachusetts em Amherst.

O pássaro vive geralmente nas florestas boreais do Canadá e dos Estados Unidos entre a primavera e o outono. Em seguida, ele voa para as Grandes Antilhas ou as costas ao norte da América do Sul para seu período de hibernação.



GPS animal

Para obter detalhes sobre a trajetória de migração, os pesquisadores instalaram geolocalizadores em miniatura pesando 0,5 grama em 40 aves desta espécie entre maio e agosto de 2013: 20 partindo de Vermont e 20 da Nova Escócia (Canadá).

Usando dados coletados de cinco aves capturadas quando retornavam para a América do Norte, os cientistas descobriram que as mariquitas-de-perna-clara percorrem entre 2270 a 2770 quilômetros para um voo que dura entre 2,5 a 3 dias.

"Foi surpreendente acompanhar essas aves porque o próprio percurso migratório é quase impossível", afirmou DeLuca.

Os pássaros "se reabastecem o máximo possível e, em alguns cas
os, chegam a dobrar de peso" para se preparar para a viagem, comentou o pesquisador Ryan Norris, da Universidade de Guelph (Canadá), citado no comunicado. "Não há dúvida de que a mariquita-de-perna-clara realiza uma das migrações mais ousadas da Terra", acrescentou.

FONTE: O GLOBO

Fonte: http://www.saudeanimal.com.br/noticia_0507.htm

Sintoma: Espirros

A maioria dos casos que dão entrada nas clínicas veterinárias é de origem alérgica, principalmente em cães que vivem perto de plantações e/ou na área externa da casa.

Cão espirrando. Foto: Reprodução

O espirro, ou também conhecido como esternutação, é um sinal clínico que o animal pode ser encontrado em várias doenças caninas, mas antes do tutor duvidar de algo mais grave, ele deve saber que isso pode ser bastante comum e não ter ligação nenhuma com enfermidades. Quando um cão começa a espirrar, várias vezes durante o dia, o tutor deverá levar o pet para um médico veterinário.

O espirro é nada mais nada menos que a expulsão de ar carregada com várias gotículas, sendo uma das maiores formas de transmissão de doenças.