Animais em condomínios? Confira o manual!

Você já se perguntou se é realmente permitido que edifícios proíbam a entrada e moradia de cães, gatos e outros animais? Se, de fato, seu melhor amigo é obrigado a usar focinheira nas dependências do condomínio? E o que deve ser feito ao pegar o elevador com o cachorro?

Muitas são as dúvidas que rondam o assunto cães x direitos em prédios. Pensando nisso, a ANDA desenvolveu um guia especial sobre o tema. Se você ainda não conhece, clique na imagem para conferir. O arquivo será aberto em uma nova janela.

Vale a leitura! CLIQUE AQUI.

Fonte: http://www.euamocaes.com/2015/01/animais-em-condominios-confira-o-manual.html

Mosquito também é filho de Deus


Nesses tempos de dengue e de muito mosquito, a solução encontrada pela maioria das famílias é usar inseticida. Alguns produtos fazem propaganda dizendo que não fazem mal, que são à base de água e de plantas. Mas é muito difícil existir um produto que seja 100% seguro e sem riscos.

É preciso cuidados especiais com o uso de inseticidas de qualquer tipo, mesmo os de uso domésticos, ou seja, aqueles que podem ser aplicados por qualquer pessoa, dispensando-se um profissional devidamente treinado. Humanos e animais podem se intoxicar com esses produtos. Principalmente pessoas com alergias, crianças novas, gravidas e animais são muito sensíveis a esses venenos e podem se intoxicar.

De todos os tipos de animais, as aves são as mais afetadas. Mesmo em pequenas concentrações esses produtos podem agredir as vias respiratórias, causando irritação e inflamação.

Marchinha de carnaval: "Bota na Cadeia quem maltrata os animais"

Marchinha de carnaval: "Bota na Cadeia quem maltrata os animais"

Veja o Vídeo.

Fonte: http://www.ogritodobicho.com/2015/01/marchinha-de-carnaval-bota-na-cadeia.html

Qual a melhor alimentação para um pet?

Como veterinária, este assunto é realmente controverso... Começando uma justificativa pelo sistema gastrointestinal desses animais, existem diferenças anatômicas na formação do estômago desses animais. Os animais herbívoros possuem todo estômago sem regiões glandulares (aquelas próprias para digestão de proteínas animais).

Os felinos, selvagens ou domésticos, possuem todo estômago glandular, ou seja, são carnívoros por natureza, tendo extrema dificuldade de absorver outros tipos de alimentos, e quando conseguem, como a soja por exemplo, necessitam de uma grande quantidade do grão, ao passo que os caninos domésticos, ao longo de sua evolução ao lado do homem, desde o período primitivo, sofreu adaptações em seu organismo, assim como nós seres humanos também, tornando-se onívoros como nós.

O ANIMAL: Uma consciência silenciosa

“Os problemas impostos pelos preconceitos raciais refletem em escala humana um problema muito maior e cuja solução é ainda mais urgente: o das relações entre o homem e as demais espécies viventes... O respeito que desejamos obter do homem para com seu semelhante é apenas um caso particular do respeito que ele deveria manifestar para com todas as formas de vida...”. (Claude Lévi-Strauss)

A dificuldade em saber se o animal possui de fato uma consciência é uma questão tão antiga quanto a própria humanidade. O homem jamais gastou tanta energia e jamais demonstrou tanta vontade quanto para se soltar de sua hipotética condição animal e, paradoxalmente, jamais conseguiu se separar daquele que foi o companheiro de toda a civilização humana. Esse elo ancestral que fascina pensadores de todos os tipos, sejam eles filósofos, cientistas ou até mesmo teólogos, legou uma literatura abundante, por vezes milenar, sobre o assunto da consciência animal, ponto principal que nos preocupa aqui. O animal sofre? Ele pensa? Pode refletir? Pode sentir emoções? Está consciente da morte – ou de sua morte?

Enchentes podem trazer doenças e consequências fatais para cães e gatos

Em várias partes do país o verão traz de chuvas fortes, alagamentos, deslizamentos de terra e até vidas perdidas. A população sofre e os animais de estimação também. Indefesos, cães e gatos correm risco de se perder, adoecer e até morrer nesses tristes episódios.

Por isso é importante redobrar a atenção e cuidados também com eles nesta época, especialmente se houver contato com água de enchentes. Confira as orientações da médica veterinária da PremieR pet, Keila Regina de Godoy.

Em situações de emergência, os animais devem ser removidos da área de risco juntocom seus donos. Se isso não for possível, as autoridades locais devem ser acionadas para ajudar (Defesa Civil, Bombeiros e até ONGs de proteção animal).

O Gato Doméstico

Classificação do gato Doméstico
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnívora
Familia: Felidae
Nome: Gato Doméstico
Nome em Inglês: Domestic Cat
Nome Científico: Felis Catus

História do Gato Doméstico

Acredita-se que um pequeno animal que vivia em árvores, há muito extinto, foi o antepassado do gato - o Miacis. Ele também foi provavelmente o ancestral do urso, da doninha, do guaxinim, da raposa e do coiote. Viveu há cerca de 40 milhões de anos, tinha o corpo comprido, um rabo maior do que o corpo e pernas curtas. Tinha provavelmente as unhas retráteis como o gato.

Há 10 milhões de anos atrás surgiu o Dinictis, mais parecido com o gato atual.

Papa capim e Melão de São Caetano

Encontramos hoje cedo um bando de papa-capim-de-costas-cinzas num cafezal... Estavam vocalizando mas bastava eu começar a filmar para se afastarem...

São parentes de coleirinhos e curiós.
"Sporophila é um gênero de aves passeriformes da família Thraupidae. Bastante conhecido e apreciado no Brasil por seu canto. São alvos frequentes de caçadores e traficantes de animais silvestres. Sofrem bastante, assim como todas as aves, com a perda de seu ambiente natural. Geralmente recebem o nome comum pelas diversas regiões brasileiras de caboclinhos ou papa-capim."

Veja o Vídeo

As frutinhas e flores são de Melão de São Caetano, planta que dizem ser excelente medicamento fitoterápico para várias doenças além de ter outras utilidades:




Noções de Saúde do Animal

Quando o assunto é saúde, prevenir é muito importante. Mantenha seu animal saudável, com vacinas, vermífugos, higiene, exercícios e uma dieta apropriada. Esteja preparado para problemas em potencial desde o início. Tenha à mão telefones de emergência e de hospitais veterinários.

Antes de adquirir um animal seria conveniente aprender os primeiros socorros porque, nem sempre o médico veterinário pode estar presente e, em caso de emergência, o proprietário do animal pode adotar algumas medidas adequadas até a chegada do profissional, ou se comunicar sobre o caso com ele, podendo salvar muitas vidas animais e até rebanhos. Fique conhecendo, a seguir, noções básicas de um exame clínico dos animais e aprenda a identificar quando um animal não estiver bem clinicamente.

Você deve notar se os olhos são brilhantes ou apagados e se a cabeça está normalmente erguida. A cabeça e a cauda caídas, assim como as asas nas aves, costumam ser sinais de certas enfermidades. Nos animais de grande porte que não se sentem bem, mostram tendência para afastar-se do rebanho, no pasto e no curral, sempre que o espaço o permitir. Não se preocupa com a comida ou aceita de má vontade; a falta de apetite e o vômito após a refeição podem ser os primeiros sinais de uma doença.

A hipocrisia dos zoológicos

Um chimpanzé com dois picolés, um em cada mão: foi o que a imprensa mostrou em fotos e vídeos como se combatia o calor intenso dos últimos dias num zoológico brasileiro. Aqueles picolés duraram pouco minutos antes de serem devorados pelo chimpanzé, porém horas terríveis o aguardavam, quando o expediente terminasse e todos os grandes primatas fossem recolhidos aos seus cubículos noturnos, sem ventilação e com temperaturas difíceis de se resistir por qualquer ser vivo.

Todos os anos é a mesma história, fotos e vídeos de animais com blocos de gelo, sorvetes e picolés para combater as altas temperaturas do verão, porém, nunca ninguém reclamou, nem os próprios empregados de todos os zoológicos, que veem sofrer aqueles seres quando são recluídos por mais de 15 horas diárias num espaço que são celas de torturas.

Campanha Fictícia: Troque seu filhote por um novo, quando se cansar

A Humane Society de Toronto, Canadá, lançou recentemente um vídeo no qual é apresentado um programa fictício que garante ao tutor a troca contínua de seu cachorro quando atinge uma idade adulta (e causadora de problemas) por um adorável filhote. A inteligente campanha tem como objetivo conscientizar as pessoas para a questão do abandono de cães e gatos depois que envelhecem e deixam de ser “fofos” como os filhotes. Mais de 180 mil animais são levados a abrigos canadenses todos os anos e 40% deles nunca saem de lá. O vídeo termina com a frase: “Ter um animal é responsabilidade para uma vida inteira.”

Veja o Vídeo.

Fonte: http://www.anda.jor.br/26/01/2015/campanha-ficticia-troque-filhote-cansar

Saiba: o que fazer ao encontrar um animal abandonado?

Encontrar um amigo vagando pelas ruas não é incomum. Muitas vezes, queremos ajudar, mas nem sabemos por onde começar. Confira o que fazer ao encontrar um animal abandonado!

- Ofereça água e comida se não puder dar abrigo.

- Se o animal estiver em um ponto fixo (sendo alimentado pelos funcionários de um posto de gasolina, por exemplo), divulgue fotos em redes sociais e nos sites de entidades de proteção que mantêm cadastro de cães e gatos em busca de um lar. Capriche no texto, detalhando as qualidades do animal - é dócil, gosta de brincar, se dá bem com outros animais? Não omita informações sobre o estado de saúde.

- Caso você não queira ou não possa ficar com o cão ou gato em definitivo, considere abrigá-lo temporariamente. Compartilhe fotos e tenha paciência. Com sorte, um potencial adotante pode surgir em minutos, mas a espera talvez se estenda por dias ou semanas.

- Custeie o tratamento veterinário ou mobilize amigos para uma vaquinha nas situações mais graves e urgentes. Se o bicho estiver bem cuidado e se recuperando de eventuais ferimentos, as chances de surgir um interessado aumentarão muito.

Como afastar camundongos de sua casa

Saiba como remover e afastar camundongos de casa, sem lhes causar qualquer mal.

Se você viu um camundongo dentro ou em torno de sua casa, trata-se provavelmente de um camundongo comum, e você provavelmente tem algo que ele precisa para sua sobrevivência, como comida e abrigo. Estes companheiros mamíferos particularmente apreciam sementes, grãos e nozes. Os camundongos domésticos variam de 7 a 15 centímetros, tem pelagem marrom-acinzentada, orelhas pontudas, e cauda sem pêlos. Suas fezes têm forma de bastonete  e podem fazer ruídos como de arranhões, nas paredes ou sótãos. Frequentemente fazem os mesmos caminhos entre seu ninho e comida, e deixam rastros nestes.

Os camundongos machos dominantes são noturnos; os machos menos dominantes podem se alimentar durante o dia. Eles só precisam de uma pequena quantidade de comida para sobreviver e podem viver por um tempo sem acesso à água potável. Seus ninhos são habilmente tecidos a partir de material fibroso desfiado, como tecido, papel, ou ervas secas. A vida de um camundongo é perigosa. Além de ser mal recebido nas casas, eles fazem parte significativa da cadeia alimentar para corujas, gaviões, e muitos outros predadores.

Cãominhada em 25/janeiro/2015 - Corujada

Hoje durante nossa cãominhada encontramos uma simpática família de corujas-buraqueira.
Eram 5 ou 6 mas não consegui clicar todas juntas numa só foto.
Na verdade elas me deram um baile, voando de um lado para o outro conforme eu me aproximava...
Acho que eram um casal de adultos levando seus filhotões para passear...
Foi um prazer conhece-las!

Vejam o vídeo AQUI.







Reparem que nesta foto uma das puplias está mais dilatada que a outra devido ao ângulo de incidência da luz solar,





Este é o ninho de joão-de-barro que eu estava acompanhando a construção. De uma semana para cá eu reparei que eles abandonaram o ninho e não entendi o motivo... Hoje encontrei o casal com um filhotão passeando por ali... Vai entender... rs




Lei proíbe exposição de animais em pet shops

A partir de agora, o público não poderá mais ter contato direto com animais à venda em pet shops. O contato só será permitido em situações de "venda iminente". A regra faz parte de uma resolução do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) que entrou em vigor na quinta-feira passada (15).

O objetivo da Resolução 169/2014, segundo o Conselho, é garantir a segurança e o bem-estar dos animais que estejam sob o cuidado de pet shops, feiras ou exposições.

A resolução determina também que o animal seja mantido em um espaço adequado, limpo, sem excesso de barulho e com luminosidade, temperatura e umidade adequadas. Os bichos devem ter espaço suficiente para se movimentar e acesso fácil a água e alimentos.

"Há casos em que vários animais são alojados em espaços pequenos, sem cama para deitar nem água suficiente para beber, sem alimentação adequada. É bom lembrar que situações de maus-tratos não são apenas um ato doloso, mas também culposo", afirmou o presidente do CFMV Benedito Fortes de Arruda, em nota divulgada pelo conselho.

A norma determina ainda que os animais a venda estejam com todas as vacinas em dia. Aqueles que tiverem alterações de comportamento devido a estresse deverão ser retirados do local de exposição.
O responsável técnico pelo cumprimento dessas regras deve ser um médico veterinário, ainda segundo a nova resolução.

Fonte: http://www.euamocaes.com/2015/01/lei-proibe-exposicao-em-pet-shops.html

Deuses e seus cães - Nehalennia

ICONOGRAFIAS E RELIGIOSIDADE: DO SÉCULO II D.C PARA O SÉCULO XXI D.C

Introdução
Nehalennia, deusa intrigante da antiguidade, natural do Mar do Norte é envolvida em uma atmosfera de mistério. Muitas vezes representada ao lado de seu cão, é elemento de ligação entre germânicos, celtas e romanos. É cultuada ainda hoje, mas pouco se sabe sobre ela. Razão de orgulho para o povo holandês, cruzou o Atlântico e ainda é motivação para a religiosidade e a produção de imagens na Europa e na América. Suas imagens do passado e do presente nos servem de roteiro para analisar a relação entre os devotos e esta divindade.

Cães, deuses e povos antigos
A figura do cão entre as tribos célticas, povos germânicos e escandinavos além dos conquistadores romanos, parece sempre ter sido valorizada. Seja em questões de banquetes sacrificiais ou como um parceiro fiel, o cão tem estado presente no cotidiano destes povos.
Em muitos casos, o conquistador adquire valores e hábitos de seus conquistados. Sendo assim o apreço pelo cão, que parece já seria comum entre os romanos, fica reforçado a partir do contato com os celtas.

Divindades dos três eixos culturais mencionados relacionam-se ao cão e possivelmente ele representaria a imagem de proteção, mas também a de um guia para aqueles que viajam ou cruzam caminhos. É possível citar inúmeros deuses destas mitologias e de outras que figuram com seus cães em diferentes sagas. Nelas os cães sempre estão ligados à proteção, enfrentamento dos perigos, provas de força, o ato de devorar e ao acesso garantido ao outro mundo.

Para os celtas da Gália o cão era de grande estima, gozando de lugares no túmulo ao lado de seu dono, inscrições carinhosas e seus retratos esculpidos nas lápides à maneira romana. (DUVAL, 1952: 261-262). Na Bretanha e Gália há evidencias em Hampshire de sacrifícios de cães que eram colocados em silos fora de uso. No templo de Gurnay foram encontrados sinais de que eram servidos como alimento em banquetes sagrados. Ainda no poema de Taliesen, Cwn Annun, encontramos alusão aos Cães de Annun que eram a
companhia de Arawn em sua missão de limitar a entrada no Outro Mundo (GREEN, 1993:61). Analisando as questões mágicas podemos perceber que se oferece em sacrifício aquilo que é muito estimado como uma prova de lealdade e apreço aos deuses.

Deuses que se fazem acompanhar por cães geralmente estão ligados ao mundo dos mortos e este é um traço comum nas mitologias do mundo todo. Hécate e seu cão tricéfalo Cérbero com sua cauda com cabeça de serpente na Grécia; Hell e seu cachorro Garm entre os germânicos e nórdicos; Xolotl, um
deus que se manifesta como cão, com um olho vazado e patas para trás, é conhecido como o que fecha as cortinas da noite porque acompanhou o sol em sua estada sob a terra na mitologia asteca; entre os caiapós existe o mito do Lago dos Cães onde estes animais gigantescos devoram uma criança e em outra etapa são levados para as aldeias sendo domesticados e cruzados com cães menores. Em uma comparação superficial é possível notar que os cães ou auxiliam ou são a própria divindade que guarda o mundo subterrâneo. Eles
impedem que os vivos transitem no espaço consagrado à morte.

Desta forma fica atestada a ligação do cão com presságios de morte e travessia de portais do submundo na antiguidade. Há uma continuidade da crença no folclore inglês: se um cão olha para o nada sem razão aparente e você olhar entre suas orelhas, neste momento verá um fantasma.
Nehalennia sendo uma divindade local que auxiliava navegadores nas travessias, possui um caráter de deusa de passagem. O cão representado geralmente ao seu lado tem o papel de companheiro, guia e protetor.

Uma vez que em outras narrativas mitológicas celtas ele figura também como um limite para o submundo, possivelmente na mitologia perdida da deusa também tivesse este significado. Desta forma, além de seus aspectos ligados à fertilidade da terra, travessia segura no mar a deidade poderia estar ligada à
passagem para o outro mundo.

Nehalennia e seu companheiro de jornada
Deusa Celto-germanica associada aos mares, é apresentada em cento e sessenta altares, cuja maioria está situada na Holanda, na província de Zelândia e dois em Colônia na Alemanha, o que pode demonstrar um
deslocamento do culto do litoral para o interior. A inscrição votiva mais facilmente encontrada é do altar erigido por Marcus Secundinius Silvanus que morava em Colônia e dedicou a esta deusa sua gratidão em razão de uma boa travessia no Mar do Norte, conhecido como de difícil navegação e importante
para o comércio de âmbar e pérolas (CHEVALIER,1984:342). Outro altar votivo em Colijnsplaat traz estes dizeres:

À Deusa Nehalennia
Vegisonius Martius, cidadão Sequano e navegador,
Cumpriu seu voto
De boa vontade e dignamente *18

18 Esta tradução nossa para o português refere-se à versão em inglês traduzida do latim
19 Colijnsplat é a localidade muito próxima de onde no passado seria Ganuenta, assentamento romano.

Os cultos parecem ter sido centralizados em Walcheren na Holanda devido à quantidade de altares concentrados lá. Interromperam-se abruptamente em função da inundação do santuário. Em agosto de 2005 a réplica do Templo de Nehalennia em Colijnsplaat*19 foi aberta ao público. Não é possível saber que formas tinham tais cultos, porém através da iconografia dos altares nota-se que a deusa possui uma ambigüidade de aspectos. Ao mesmo tempo em que aparece com um semblante suave, jovem e bondoso, sentada como uma matrona (fig. 1), em outras esculturas (fig. 2) figura com um dos pés sobre um navio. Esta atitude nos parece aconselhar vivamente que, observe-se o poder da divindade em questões relacionadas às navegações. Ainda, se o dedicante não procedesse de forma correta, a divindade poderia destruir seu barco.


Nehalennia pode ter sido uma deusa local da tribo dos Morini (GREEN, 2003:11).
Ela possuiria poder sobre as forças naturais e por isso seria necessário seu concurso ao atravessar o Mar do Norte. Plínio O Velho (História Natural IX), conta-nos a respeito das espécies avantajadas que povoavam o Mar do Norte e é bem fácil imaginar o certo temor com que os homens do mar convivessem nestas
viagens. A necessidade de ter uma deusa em sua proteção era imperiosa a fim de vencer além dos conhecidos nevoeiros da região, a ferocidade das ondas. As colocações do escritor romano representam muitas vezes estes perigos como animais fantásticos. O cão reforçaria a idéia de proteção; uma sentinela que
com suas percepções aguçadas, sinalizaria quanto ao perigo.

O nome Nehalennia apresenta segundo Séamus de Napier (199[?]:50) uma derivação de na hálainne, na háille que em antigo irlandês significa “da beleza”, a partir daí pode-se interpretar como um epíteto para a divindade. Outras associações, entretanto podem ser feitas a partir do radical de seu nome: nebh ou nek que correspondem respectivamente a céu/nuvens, nevoeiro e morte/trazer de volta (The American Heritage Dictionary of the EnglishLanguage.2000), leva também o sufixo lennia que parece ser romanizado
possivelmente uma ligação com matronae (LENDERING,2002) – natural por força da ocupação romana e do comércio intenso.

Sua descrição na iconografia mais comum é ao lado de um cão com uma cesta de frutas (maçãs) ou pães. Pode estar entronada ou de pé, mas sua atitude é de comando. A figura do cão aparece ao lado dela emparelhado ou, em posição com certo afastamento virando a cabeça de maneira afetuosa ou reverencial. Tanto as maçãs como a figura do cão, levando em conta a simbologia de ambos os itens dentro das
tribos célticas, são elementos que indicam travessia para o outro mundo.


Além disso, a presença do cão garante a segurança nos negócios aos viajantes que além dos víveres e outros artigos, transportavam somas em dinheiro e eram homens influentes com acesso a cidadania, vivendo e agindo à maneira romana (VERBOVEN, 2005:11). Através do estudo das características das religiões, é possível notar que, embora haja uma peculiaridade religiosa para cada povo que cultuaria esta deusa, existem também traços comuns. A saber: Divindades que presidem o submundo e o cão como limitador desta esfera; Deuses controlam fenômenos naturais, daí uma relação contratual com eles: Uso de oferendas e ex-votos em locais abertos e a imagem do barco como elemento de ligação com o outro
mundo. Por fim, a sazonalidade dos ritos. 

Desta maneira acreditamos que a partir destes elementos comuns, tornou-se mais fácil um intercâmbio ritualístico e de representações imagéticas entre as referidas culturas, ampliando o alcance de uma deusa local e apropriações religiosas. Iconografia antiga da deusa, iconografia atual e continuidades.Visando o estudo da iconografia antiga reunimos um conjunto de imagens disponíveis na internet em um acervo organizado por museus e outras instituições dedicado à memória holandesa. Foi possível identificar surpresas iconográficas como um conjunto de maçãs sobre a cúpula, laterais com cornucópias ou ramos, teto de duplo caimento, colunatas e o formato de concha. Os elementos com significância simbólica foram analisados através de um quadro comparativo entre as culturas celta, germânica e romana e da proposta metodologica para estudos de iconografia e iconologia de Erwin Panofsky. A predominância do elemento romano é marcante, mas funda-se e imprime poder pelas similaridades religiosas entre os três grupos étnicos. Privilegiamos neste trabalho a análise da iconografia atual.

No trabalho de Guido Metsers, “Nehalennia op Mondriaan-bank” fundem-se passado e presente. A nacionalidade holandesa de Mondrian e sua forma racionalmente inovadora complementam-se com a deusa nativa e sua estética romanizada igualmente idealizada. É interessante notar que a trajetória de Mondrian passa pela busca da luz no impressionismo, desenvolve uma fase simbólica com seu ingresso na teosofia para chegar à sua fase abstrata. Desta forma unem-se o misticismo da deusa em si com a aura mística do consagrado artista. Já Metsers criador desta fusão, trabalha com o realismo mágico numa interferência na paisagem unindo duas pontas da história local. Na pintura de Jeroen van Valkenburg o elemento místico é que alimenta a criação. A deusa em sua obra não se apresenta com o cão e sim numa interpretação mais livre que privilegia o aspecto fluido da água. Sua predileção por religiosidade e a imaginária Viking aparece nos entrelaces na figura da deusa. Na escultura de Anniemarie Han- Schooneveldt a deusa é retratada afagando seu cão com semblante tranqüilo desaparecendo a atitude de comando da antiguidade.


Através das imagens é possível perceber o referencial de identidade construído pelo povo holandês na atualidade. Donna Kaunike, artista de Cortland- Ohaio, faz uma representação a pedido de um grupo de neo-pagãos. Nesta imagem o cão tem tamanho avantajado, pois representa os seguidores desta “Tradição
Nehalenica”. Esta tradição pagã chamada Nehallenic Tradition of Wicca organiza cultos dedicados à deusa nos EUA. A base religiosa foi montada em meados de 1970 na Philadelfia com pessoas de diferentes origens do norte da Europa e possui núcleos no referido continente. Seu sistema consiste na aceitação de membros que se familiarizarão com os princípios e a partir daí serão dedicantes passando por três graus ajudados por membros mais experientes.

O panteão cultuado tem como deusa maior Nehalennia.
A deusa teve garantida sua permanência de diversas formas. Uma libélula foi batizada com seu nome no século XIX e também um asteróide em 24/09/1960. A escritora Marion Zimmer Bradley aponta em seu livro, A Sacerdotisa de Avalon (2000) a devoção de um germânico para com esta divindade. Os trabalhos musicais e de narração de mitos celtas do flautista Jules Bitter tem diversas referências à deusa, inclusive um cd especial com seu nome. A sinfonia foi executada na reabertura do templo em 2005 (já mencionado anteriormente). A dupla regional Hoed en de Rand em seu cd Musicas para o mar apresenta uma composição dedicada à Nehalennia.

No Brasil as tradições neo-pagãs de origem germânica e alguns ramos wiccanianos cultuam esta deusa. Nutrem sua devoção com publicações específicas religiosas e/ou com base histórica. Uma Tradição Germânica sediada em São Paulo, a coloca na classificação de uma Vanir, provavelmente baseando-se na teoria de Hilda Davidson (2004: 141) e/ou na escritora pagã Mirela Faur (2007 :110-111).

Conclusão
Nehalennia é citada como deusa proto-céltica, também como protogermanica e o fato de ser marítima corrobora para a construção de uma atmosfera misteriosa. É possível concluir que esta deusa pode ser encarada também como deusa psicopompa, pelas características estudadas da divindade, sua proximidade com o cão, maçãs e barco em especial. Embora não tenhamos conhecido registro epigráfico afirmando isso, temos a iconografia, a etimologia e a semelhança entre as divindades que se apresentam na companhia de um cão. Além disso, ela é uma deusa que ajuda na travessia marítima dos comerciantes. Estes ex-votos funcionam como uma demonstração de poderio econômico, já que somente homens livres e com
recursos poderiam encomendar tais peças ou erigir templos.

O papel do cão poderia ser dividido em dois aspectos: do cotidiano e da vida espiritual. Vez por outra estas facetas se misturam, pois o cão é guardião em ambas as esferas. Sua função na vida cotidiana seria a de proteger, guiar e de companhia, além de caça e pesca. No aspecto espiritual ele seria aquele que guia para a outra vida e que protege este limiar impedindo que estes mundos se confundam. Ainda com relação aos deuses o cão mostra-se fiel, mantendo a mesma postura que mantém no mundo físico. A ferocidade do cão
descrita nos mitos, como no caso do Cérbero ou de Garm, contrapõe-se aos escritos lapidares da Gália onde os cachorros são vistos como doces, meigos e dignos da saudade humana. A ambigüidade fica posta, pois é também compartilhada por este tipo de divindade.

A iconografia de Nehalennia da antiguidade apresenta este caráter dúbio, ora com semblante suave de uma matrona, ora com olhar severo e o pé sobre o barco. Um símbolo de fertilidade, abundância, mas também de força. As representações atuais, entretanto, demonstram apenas o lado suave da divindade, aquela que agracia o povo Holandês com elementos para sua identidade. A estética clássica romanizada também colabora para a construção da idéia de um passado digno. A reconstituição do Templo e a descoberta dos
altares trazem visibilidade na comunidade européia no campo histórico e arqueológico, servem como referência para a arte contemporânea e estimulam o turismo atual.

O culto neo-pagão para esta divindade atualmente dá-se na Holanda (e alguns outros países europeus), Eua e Brasil. Como o conhecimento religioso é inspiracional e baseado na fé, muitas tradições apresentam variações na forma de conceber um perfil e um culto para Nehalennia.

Renata Macedo Maia da Silva17- PPGHC/UFRJ
NEA - Núcleo de Estudos da Antiguidade Universidade do Estado do Rio de Janeiro
www.nea.uerj.br

Eles Merecem Melhor!

Já começou a época mais temida pelos protectores de gatos de rua. Muitas fêmeas estão a começar o primeiro período de cio do ano e, dentro de dois meses, a partir de meados de Março, vão começar a aparecer as primeiras de milhares de ninhadas de gatinhos que nascerão continuamente até ao início do Outono. Sim, milhares... Infelizmente, todos os anos, com pico entre o final da Primavera e início do Verão, milhares e milhares de ninhadas de gatinhos nascem nas ruas de todo o país.

Ao longo destes meses, as associações e os protectores (que, em situações normais, já trabalham no limite da sua capacidade devido à extrema falta de recursos) ficam ainda mais sobrecarregados com esta “inundação” de gatinhos órfãos ou doentes e também os canis/gatis municipais se enchem de bebés, sendo que muitos deles nunca terão a oportunidade de ser adoptados. Gatinhos numa jaula Contudo, a maioria dos bebés destas ninhadas fica desprotegida nas ruas. E é nas ruas que muitos gatinhos morrem após poucos meses de vida, por doença, falta de alimento, atropelamento... Muitos destes bebés desprotegidos são vítimas fáceis da coriza, uma doença contagiosa muito comum em gatinhos de rua e que, sem tratamento adequado, pode conduzir à cegueira ou mesmo morte. Aos bebés que sobrevivem às primeiras adversidades e crescem na rua, espera-os uma vida árdua de fome, desamparo, doenças e sofrimento. E também eles vão acabar por se reproduzir e, dessa forma, gerar ainda mais animais sem protecção nas ruas.

Tosse de cachorro?

Tosses caninas
Irritações na traqueia canina causam uma tosse seca, alta, que lembra um barulho de gansos e que normalmente acontece em série. Após os episódios de tosse o cão pode vomitar um material branco parecido com espuma e que nada mais é do que saliva. Os fatores causadores podem ser vários e acontecer combinados: a inalação de produtos químicos ou de alergênicos, doença cardíaca que aumenta o tamanho do coração a ponto dele comprimir a traqueia, infecções bacterianas (como a “tosse dos canis”), bronquite alérgica, obesidade, colapso de traqueia etc. Cães com traqueias irritadas tendem a tossir quando estão agitados ou quando têm suas gargantas pressionadas (coleiras, batidas, toque etc.). Qualquer fator que estimule a traqueia, como a entrada rápida de ar, ou pressão física externa, pode iniciar a tosse.

Colapso
A doença popularizada como “gripe canina”, ou “tosse dos canis”, geralmente é oportunista, breve e raramente leva a complicações mais sérias em animais bem cuidados. Já o colapso de traqueia é uma síndrome mais comum, ainda assim, na maioria dos casos, manter o cão com o peso ideal e monitorar atividade física, agitação e exposição ao calor é suficiente para ajudar o animal a lidar com o problema. Cães das raças Yorkshire Terrier, Poodle, Pug, Buldogue (todos) e outros de focinho achatado ou encurtado, costumam ser os mais afetados, principalmente por serem todos vítimas de deformações causadas pelos humanos na criação de suas raças e na diminuição de seus focinhos ou de seu porte (tamanho).

Gato pode comer carne?

A carne é o alimento mais adequado para os gatos, que têm uma dieta baseada, sobretudo, em proteína. O alimento é o pilar nutricional do felino porque é aquele que mais se aproxima da quantidade de aminoácidos necessária para suprir todas as carências do gato.

O animal pode consumir qualquer tipo de carne. “Porém, é importante ficar atento com a ingestão exclusiva de peixe. Isso porque, entre os tipos de carne, esse é o que menos oferece vitamina E, podendo desencadear deficiência desse nutriente no gato”, diz a veterinária Anne Amaral.

Apesar de a carne ser permitida, é importante dar aos gatos produtos específicos para a alimentação do animal, já que alguns aminoácidos essenciais e ele não são encontrados em quantidades suficientes na carne.

POR ALEXANDRE DOMINGUES
Autor: Patricia Orlando
Fonte: http://www.petrede.com.br/2014/gatos/gato-pode-comer-carne/

Tucanuçu

Este tucano parecia estar se alimentando mas não consegui ver nada no bico dele...
Vejam o VÍDEO.
http://www.wikiaves.com.br/tucanucu












Aprendendo a nos relacionar com os cães

Antes de tudo, gostaria de agradecer a equipe do Eu Amo Cães.com, por proporcionar-me a oportunidade de continuar a escrever os artigos. Estive afastado de minhas atividades literárias por alguns longos meses, uma vez que agora tenho dois lindos meninos para cuidar. Quem é pai ou mãe sabe o quanto estes pequenos na fase inicial de suas vidas demandam um bom tempo entre atenção e cuidados.

Por falar em atenção e cuidados, por trabalhar diariamente com cães e a cada dia mais ir me especializando em comportamento animal, não posso deixar de notar algumas comparações entre lidar com as crianças e os cães. Ambos são atentos aos detalhes, e aprendem observando. Também repetem o que mais lhes agradam e lhes dão prazer.

Li certa vez que um cão adulto pode atingir uma capacidade cognitiva de uma criança com até três anos de idade. Sendo assim, ser pai (ou mãe) de bebês pode ajudar muito na hora de lidar com os cães, e vice-versa.

Primeiros socorros: Cães engasgados

A prevenção é fazer um manejo correto, mantê-lo distante de objetos pequenos e ter cuidado com o que oferta ao seu cão

Os cães são animais magníficos e companheiros inseparáveis, porém muitas vezes dão verdadeiros sustos aos seus tutores que, muitas vezes, chegam a ficar desesperados com a presença de um problema de saúde. Existem muitos casos em que o animal necessita de uma intervenção imediata por parte de uma pessoa, fazendo com que seja executada uma manobra que pode salvar a vida do pet em um momento de emergência.

É sempre importante que pessoas que tem cães em casa saibam fazer algumas manobras de primeiros socorros, para que em seguida possa levar o animal a uma clínica veterinária o mais rápido possível. Existem inúmeros casos em que os primeiros socorros são necessários, principalmente no caso de engasgos. É importante que os tutores de cães estejam sempre atentos e observem certos cuidados para que o animal não sofra uma obstrução.

De acordo com pesquisa, falta de brincadeiras deixa cães mais agressivos e ansiosos

Um estudo com 4.000 proprietários de cães descobriu uma clara relação entre o tempo limitado de brincadeiras e problemas de comportamento, como ficar nervoso quando deixado sozinho, desobediência e morder outros animais. Embora os pesquisadores não possam ter certeza de que brincar menos está diretamente relacionado à culpa, eles disseram que brincadeiras e jogos podem fornecer um estímulo intelectual vital e exercícios.

O estudo, da Universidade Bristol, mostrou que somente um em cada cinco proprietários brincam com seus cães seis vezes ao dia. Metade brinca duas ou três vezes por dia e 10% fazem apenas uma sessão de brincadeiras. O médico veterinário chefe da Sociedade Real para Prevenção de Crueldade com os Animais (RSPCA) do Reino Unido, Mark Evans, disse que os cães estão entre os poucos animais que brincam na vida adulta. “Há uma clara associação nos resultados. Os proprietários reportaram mais potenciais problemas de comportamento em cães que brincam menos”.

Esperança à biodiversidade

De 12 mil animais avaliados, 1.173 correm risco de extinção.

As novas listas de espécies ameaçadas de extinção divulgadas pelo Ministério do Meio Ambiente e o Instituto Chico Mendes (ICMBio) trouxeram boas e más notícias. No levantamento de mais de 12 mil animais e que avaliou 100% dos anfíbios, aves, mamíferos e répteis do Brasil, alguns animais, como a jaguatirica, a arara-azul grande e a baleia jubart, deixaram a listagem. Além disso, três espécies — uma libélula, uma formiga e um minhocuçu — foram redescobertos após ser considerados extintos. Mas o número de animais que ainda correm risco subiu para 1.173. Entre eles, estão duas borboletas, a Actinote zikani e a Parides burchellanus, que só existem no Brasil

O estudo ampliou em 800% as espécies avaliadas — de 816 para 12.256. Elas foram divididas em três categorias quanto ao grau de ameaça: vulnerável, em perigo e criticamente em perigo.

Aromaterapia para uso em animais

Foto: Divulgação

O exercício da arte de tratar animais começa com o processo de domesticação dos lobos, pelo homem primitivo – seres humanos têm domesticado lobos há, aproximadamente 100 mil anos, e mais intensamente entre 19 e 30 mil anos, praticando a seleção artificial.

O mais antigo registro documental de tratamento de animais que se tem notícia, data do século XVIII a.C., e é egípcio – é o “Papyrus Veterinarius de Kahoun” que, fazia referência à medicina animal. Indicava técnicas de diagnóstico, sintomas e tratamento de várias espécies animais com plantas e ervas.

O tratamento através dos cheiros é muito antigo. Na pré história, hominídeos já queimavam madeira e folhas para agradar os deuses com aromas.

Analogias entre a vida de certos animais e a vida psíquica dos humanos

"Podemos encontrar analogias entre a vida de certos animais e a vida psíquica dos humanos. Consideremos a toupeira, por exemplo: ela vive debaixo da terra e, para se deslocar, é obrigada a cavar no solo longas galerias que a charrua do agricultor por vezes destrói. 

Esta vida obscura e limitada é-lhe conveniente, sem dúvida, porque se trata de uma toupeira; ela não pode sequer imaginar uma diferente. A vida do peixe é mais livre do que a da toupeira, pois o espaço no qual ele se move é muito menos limitado e sombrio. Mas bastante mais livre é a vida da ave! Todo o espaço lhe pertence e ela canta, regozija-se à luz do sol.

A toupeira (a terra), o peixe (a água) e a ave (o ar) são aqui símbolos; cada um corresponde a um nível de consciência, e o nível de consciência determina o destino dos seres."

Omraam Mikhaël Aïvanhov

Nós: curta brasileiro faz um convite à reflexão sobre o aprisionamento de animais

A privação da liberdade é um dos piores retratos da violência que cometidos contra os animais não-humanos. Em um pacto com tradições antropocêntricas incompreensíveis, a limitação de movimentos suga, também, o psicológico – diariamente. O que fizemos? O que eles fizeram para merecer isso? O curta “Nós”, dirigido por Fernanda Lange em Joinville (SC), convida o espectador a refletir sobre o aprisionamento dos animais.

Assista o vídeo AQUI.

Fonte: http://www.anda.jor.br/19/01/2015/curta-brasileiro-convite-reflexao-aprisionamento-animais

Parasitas Intestinais

Os vermes intestinais, quando adultos, instalam-se no aparelho digestivo e trazem riscos para a saúde dos nossos amigos de estimação e toda a família. Os cães podem constantemente adquirir vermes intestinais de diversas maneiras:

1. ingestão de ovos e larvas presentes no ambiente;

2. penetração de larvas na pele do animal;

3. ingestão de hospedeiros intermediários (pulgas e piolhos);

4. ingestão de hospedeiros paratênicos (ex. roedores);

5. transmissão da mãe para os filhotes na gestação ou amamentação.

Existem dois grandes grupos de vermes intestinais, os “redondos” (nematoides) e “chatos” (cestoides).

Os vermes redondos têm formato cilíndrico, não têm divisões, sua pele é firme e elástica. As espécies mais comuns são o Ancylostoma spp e o Toxocara spp.

Mais sábios que os homens são os pássaros

“ – Mais sábios que os homens são os pássaros. Enfrentam as tempestades noturnas, tombam de seus ninhos, sofrem perdas, dilaceram suas histórias. Pela manhã, têm todos os motivos para se entristecer e reclamar, mas cantam agradecendo a Deus por mais um dia. E vocês, portadores de nobre inteligência, que fazem com suas perdas?”

(O futuro da Humanidade. - Página: 39)
Augusto Cury

Fotos: Cãominhada em 18/jan/2015




Temos que ser cruéis?

'TEMOS DE SER CRUÉIS. TEMOS DE RECUPERAR A CONSCIÊNCIA TRANQUILA
 PARA SERMOS CRUÉIS' ADOLF HITLER

Dia 06/04/2014 , na rádio CBN, ouvi a voz de Mario Sérgio Cortela entrar pelo rádio e começar uma conversa sobre a  estupidez e a crueldade humana, e o professor citou a frase acima, com a qual iniciamos o artigo e que repetiremos agora.

'Temos de ser cruéis. Temos de recuperar a consciência tranquila para sermos cruéis'

Não vamos de Hitler e de sua política nazista; não, nós vamos  falar da h-umanidade e lembrar que há séculos nós usamos essa "consciência tranquila" para matar muito mais do que a nós mesmos, mas tudo que divide este Planeta conosco.
Não podemos dizer que a h-umanidade recuperou essa consciência para matar com absoluta tranquilidade, mas vamos nos lembrar que jamais nos despimos dela, é como se ela fosse nossa segunda pele.

Nós matamos e alegamos que o fazemos para sobreviver, alegamos que o fazemos para nos divertir, alegamos que o fazemos para nos vestir. E permanecemos, diante da morte, de consciências plenamente tranquilas.

O que fazer na hora de viajar? Descubra 4 opções!

Viajar... Ah, como é bom! Mas o que fazer com o melhor amigo nessas horas?

Confira 4 opções para quem tem cachorro e vai viajar:

1- Há ONGs e protetores de animais que oferecem o serviço de hospedagem a um preço mais baixo do que o cobrado por pet shops e hotéis. Informe-se junto a entidades da área.

2 - Está cada vez mais comum o serviço de pet sitter, um equivalente das baby sitters para cães, gatos, pássaros e peixes. Enquanto os tutores viajam, os cuidadores visitam os animais para repor a ração e a água, trocar a areia da caixa higiênica, passear e brincar - e mandam fotos dos bichinhos por e-mail ou redes sociais para quem está longe amenizar a saudade.

3 -  Entre as opções mais baratas, está a de pedir o auxílio de um vizinho, familiar ou amigo que goste de animais. Combine a frequência das visitas e dê todas as orientações, deixando também telefones úteis para situações de emergência.

4 - Considere levar o seu pet junto no passeio. Se o destino for uma casa própria na praia, não haverá problemas. Consulte o proprietário do imóvel a ser alugado ou a gerência do hotel para saber se animais são aceitos.

Fonte: Zero Hora
http://www.euamocaes.com/2015/01/o-que-fazer-viagem-cachorro.html

Número de cães e gatos abandonados cresce no verão

A caixa foi avistada quando Bruna Bitencourte Vivian estava a caminho de casa, na noite da última segunda-feira. A estudante parou o carro e, antes mesmo de ouvir os miados, estava certa do que encontraria ao vencer as camadas de fita adesiva que vedavam o recipiente de papelão.

Depósitos de animais rejeitados pelos donos, as praças do bairro Intercap, na zona leste de Porto Alegre, recebem, segundo Bruna, novos refugos toda semana. No verão, com a movimentação dos moradores das cidades rumo ao Litoral e outros destinos de férias, o número de cães e gatos descartados aumenta muito — tem gente que sai para passear e resolve largar o bicho de estimação na porta de alguém ou até na estrada em vez de providenciar acomodação adequada para o período de ausência. Bruna decidiu acolher os quatro gatinhos com idade estimada em um a três meses.

— Vi os filhotinhos indefesos, tive que pegar. Sei que é muito difícil doar, mas não consegui pensar em não pegá-los — relata.

Leiam a Resolução do CFMV sobre comercialização ou doação de animais

Resolução n° 1069, de 27 de outubro de 2014 Dispõe sobre Diretrizes Gerais de Responsabilidade Técnica em estabelecimentos comerciais de exposição, manutenção, higiene, estética e venda ou doação de animais, e dá outras providências.

Fonte: http://www.ogritodobicho.com/2015/01/leiam-resolucao-do-cfmv-sobre.html

Não que eu ame menos o homem, mas amo mais a Natureza...

"Há um tal prazer nos bosques inexplorados;
Há uma tal beleza na solitária praia;
Há uma sociedade que ninguém invade,
Perto ao mar profundo e da música do seu bramir:
Não que eu ame menos o homem, mas amo mais a Natureza..."

Lord Byron

Quando um cão não quer brincar com você, a culpa pode ser sua

Pesquisadores afirmam que nem sempre damos os sinais certos aos cachorros para iniciar uma brincadeira.

O cão não quer brincar e agora?

Quando chamamos um cachorro para brincar e não temos um retorno, sempre achamos que ele está com preguiça ou sem vontade no momento. Mas saiba que a culpa pode ser sua!

Um estudo revelou que muitos sinais que os humanos dão aos cães quando querem brincar são ineficazes. Enquanto o cérebro humano entende alguns gestos como um convite para a brincadeira, para os cachorros estamos apenas balançando as mãos sem motivo aparente.

Os pesquisadores pediram que os voluntários brincassem com seus cachorros por 5 minutos no conforto de seu lar e gravassem esse momento. Eles deveriam brincar como normalmente fazem, mas não podiam usar nenhum brinquedo ou objeto.

Dicas de convivência entre animais e crianças

Foto: Divulgação

O sonho de muitas crianças é ter um animalzinho de estimação. Mas antes da família tomar a decisão de receber em sua família um novo membro de outra espécie, é preciso se avaliar muitos fatores para que a situação de convivência familiar não se torne um problema para humanos e animais.

Primeiramente lembramos que adotar é sempre a melhor escolha! Seja um cão um gato ou até mesmo animais diferentes como: hamister ou coelho. Existem ONGS e associações onde é possível se adotar animais que nasceram na rua ou foram abandonados.

A maioria deles já vem castrados, vermífugados e vacinados. Em quase todas as instituições existe até um acompanhamento psicológico, que traça um perfil de comportamento para que os adotantes possam escolher os melhores companheiros a seus estilos de vida.

O Bicho

Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.

Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.

O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.

O bicho, meu Deus, era um homem.

MANUEL BANDEIRA

Proibição de cachorros em condomínios e casas

Tudo que você precisa saber sobre os direitos e deveres de um tutor e seu cachorro em um condomínio ou casa

Cachorros podem ou não viver no apartamento junto com seus tutores? É realmente permitido proibir cães em condomínios? As dúvidas são recorrente e os problemas parecem não ir embora. De um lado os inquilinos e proprietários, e do outro donos de casas disponíveis para aluguel ou a administração de condomínios.

Em uma sociedade que cada vez mais os cachorros e animais de estimação no geral são considerados parte da família, a procura de uma residência ou permanência em um condomínio pode se tornar um pesadelo e muitas disputas intermináveis pelo direito de o cão ficar na casa acabam tendo como campo de batalha os tribunais.

Saiba como proteger seu pet da insolação

Veterinária fala das precauções que os donos de animais de estimação devem tomar no verão
Verão, solaço e um "calor do cão"... Os males causados pelas altas temperaturas não afligem apenas humanos: cachorros e gatos também sofrem com a estação mais quente do ano e precisam de cuidados especiais nessa época.

– Os pets podem sofrer insolação (exposição excessiva aos raios solares) e em casos mais graves intermação (aumento da temperatura corporal acima dos limites fisiológicos) – explica a veterinária Beatriz Macedo

Sede como os pássaros

"Sede como os pássaros que, ao pousarem um instante sobre ramos muito leves, sentem-nos ceder, mas cantam! Eles sabem que possuem asas!"

Victor-Marie Hugo

Ovão


Mais que bem estar animal, acúmulo de cães em casas é um problema social

Como sempre, a discussão de uma situação delicada. A questão não é acumular os animais e sim mante-los sem higiene. Este é que é o verdadeiro problema. Pode-se ter 1000 animais, desde que em condições de mante-los com saúde e higiene.... Tem gente que tem um gato ou um cão e são imundos.....

Um recente caso no centro de Petrópolis, onde uma moradora mantém mais de 30 cachorros em condições precárias de higiene em sua residência, chamou a atenção para um problema grave e pouco conhecido: os acumuladores de animais. O acúmulo de animais, também chamado de colecionismo, é um tipo de transtorno não determinado pelo número em si, mas pelas condições gerais sob as quais vivem os bichos e os seus donos. Ou seja: só porque seu vizinho tem muitos animais, isso não quer dizer que ele seja um acumulador. A patologia ainda é pouco conhecida dos profissionais da saúde e da população.

Projeto fotografa animais para ajudar na adoção

Você tem um cachorro? Então você sabe a ‘festa’ que é quando chega em casa. Mas sabemos também que nem todos os cães têm a mesma sorte de serem mimados. Alguns passam anos em abrigos esperando a chance de ter um lar. Pensando em dar uma forcinha para que esses bichinhos deixem o canil, duas fotógrafas criaram o projeto "Amizade não se compra".

Uma vez por semana, as fotógrafas, Manuela Trava Dutra e Ana Carolina Trava Dutra, abrem as portas do estúdio para uma sessão de fotos voluntárias com cães e gatos.  As imagens são expostas num site com informações sobre o animal.

— Cada história, é uma história que nos comove, então a gente acaba participando. E salvar uma vida, ajudar no processo de salvar uma vida, é a nossa vitória — afirma Manuela Trava Dutra.

O projeto Amizade Não Se Compra já existe há quatro anos e fotografou 160 animais.  Foi através da iniciativa que a Véia, uma cachorrinha de cinco anos, encontrou um lar. Hoje, Véia é mimada e virou o xodó da casa.

A reportagem em vídeo está disponível no site do programa Como Será?, da Rede Globo.



Tipos de alimentos para cachorros: saiba tudo!

Atualmente, o mercado pet vem ganhando, e muito, com as diversas modalidades de alimentação existentes. São produtos secos, úmidos, cozidos e crus, que vêm para ajudar na melhoria da nutrição dos amigos de quatro patas, uma vez que cada animal responde melhor a uma das modalidades. São vários tipos de rações caninas, por exemplo. Dentro deste assunto, muita gente quer saber a diferença entre a ração canina premium para a ração canina super premium. A melhor ração para cachorro é aquela que atende às suas necessidades.

Alimentos secos ou rações são alimentos com baixo teor de água e que passaram pelo processo de extrusão. No Brasil, não existe ainda uma legislação que classifique os produtos, mas podemos considerar alguns fatores que nos auxiliam em uma classificação quanto à qualidade. Os produtos podem ser divididos em econômicos, standard, premium ou super premium. E aí você precisa escolher: a maioria busca uma ração para cachorro boa e barata, e tomara que este pequeno guia te ajude a escolher.

Sintomas de doenças em cães que requerem cuidados de emergência

Sintomas de doenças em cães podem variar de leve a grave. Muitos sintomas podem significar doença, mas não uma emergência aguda. Mas outros sintomas, como perda de consciência, convulsões, dificuldade respiratória, temperatura alta ou baixa, assim como vários outros, pode ser uma indicação de que seu cão precisa de ajuda de emergência veterinária. Se você notar qualquer um dos seguintes sinais ou pensa que pode estar observando-os, procure ajuda veterinária imediatamente.

01. PERDA DE CONSCIÊNCIA
Uma mudança de consciência pode se manifestar através de:
- Colapso repentino, tremores, cambaleamento súbito, convulsões ou cegueira súbita.
- Um cão também pode apresentar uma inclinação crônica da cabeça ou morder objetos imaginários.

Novas regras para o funcionamento dos estabelecimentos veterinários começam a valer no dia 15/01

A partir do dia 15, todos os estabelecimentos veterinários do país já deverão estar seguindo as novas normas criadas pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), após ampla consulta pública realizada com os profissionais da área. Trata-se da Resolução CFMV 1.015/2012, que conceitua e estabelece as condições para o funcionamento de hospitais, clínicas, ambulatórios e consultórios veterinários de atendimento a pequenos animais. As novas regras começam a valer na quinta-feira que vem (15/01).

Diferença conceitual entre os estabelecimentos veterinários:

- Hospitais Veterinários: estabelecimentos capazes de assegurar assistência médico-veterinária curativa e preventiva aos animais, com atendimento ao público em período integral (24 horas), com a presença permanente e sob a responsabilidade técnica de médico veterinário;

- Clínicas Veterinárias: estabelecimentos destinados ao atendimento de animais para consultas e tratamentos clínico-cirúrgicos, podendo ou não ter cirurgia e internações, sob a responsabilidade técnica e presença de médico veterinário;

Silvestre não é pet

Pelo fim da manutenção de animais silvestres em cativeiro e do tráfico de espécies.

Lugar de silvestre é na natureza

Todos os anos, milhares de papagaios, araras, saguis e diversas outras espécies são vítimas do tráfico ilegal no Brasil para abastecer um crescente número de pessoas que querem ter animais silvestres como pets. Aves têm suas asas cortadas para não poder voar e diversos outros animais como macacos têm seus dentes e garras arrancados para não morder ou arranhar. Para conviver com pessoas, esses tipos de mutilações são comuns, além da alta ocorrência de doenças físicas e psicológicas que condenam esses animais ao eterno confinamento.

Animais silvestres passaram por milhares de anos de evolução para adaptarem-se aos seus habitats naturais, que não podem ser replicados em cativeiro. Quando retirados da natureza, eles perdem sua função biológica e suas chances de reintrodução em seus habitats são mínimas - o que compromete a própria sobrevivência das espécies, a biodiversidade e o futuro do planeta.

A Realidade dos Cães Acorrentados

Em Portugal, são milhares e milhares os cães condenados a prisão perpétua, sem que tenham cometido nenhum crime. São mantidos acorrentados uma vida inteira.

Por todo o país, são demasiados os cães que sofrem em silêncio. Sofrem em silêncio, porque muitas pessoas desconhecem o sofrimento dos animais acorrentados, outras pessoas não se importam e outras simplesmente não se querem “intrometer”.

Muitos animais não têm sequer um abrigo, outros dormem dentro de um bidão ou de uma casota que mal os protege da chuva e das temperaturas extremas. Sentam-se sobre a lama ou sobre o cimento gelado, muitas vezes não têm sequer água fresca à disposição e raramente têm atenção.

Proprietário educado, animal feliz

Os animais são reflexo dos donos. Isso é o que garante o especialista em comportamento canino e autor do livro “O Encantador de Cães”, César Millan. Mexicano, radicado nos Estados Unidos e fundador do Centro de Psicologia Canina, em Los Angeles, ele ainda apresenta o programa “Dog Whisperer”, do National Geographic Channel, e adestra cães de celebridades. Millan revolucionou o adestramento de cachorros e salienta que seu trabalho é baseado em reabilitar bichos e treinar pessoas.

Essa filosofia tem sido a inspiração para diversos adestradores pelo mundo. E o entendimento de que quem precisa de educação é o tutor do animal tem mudado a maneira de conduzir a situação.

Mesmo morando em uma casa espaçosa, a administradora de marketing Adriana Torres Ferreira, dona de cinco cães e duas gatas, começou a ter problemas com a vizinha do imóvel ao lado.

Sempre tomando todos os cuidados para que a convivência entre os animais e humanos seja amigável, há algum tempo ela observou que uma de suas cadelas, Meg, estava latindo muito. Ciente de suas responsabilidades, Adriana buscou ajuda profissional para controlar os latidos.

Procurei um terapeuta canino, aumentamos os passeios e as brincadeiras. Estamos usando a coleira anti-latido. Eu era totalmente contra, mas o terapeuta me assegurou que não faz mal algum”, explica.

Brasileiro surpreende ao andar com cães sem coleira nos EUA

Um brasileiro que vive cercado de cães da raça Pastor Alemão no estado americano de Massachusetts costuma chamar atenção por onde passa, informou o Daily Mail. O motivo? Os cães de Augusto de Oliveira, de 23 anos, não usam coleiras e andam ordenadamente em grupo.

O jovem vive hoje em Hyannis, mas cresceu rodeado por cachorros em uma fazenda no Brasil, onde descobriu que poderia conduzir vários desses animais caso os treinasse. Augusto vive, respira e até dorme com seus cachorros.

"Meus cachorros me veem como parte do grupo, eu passo muito tempo com eles. Eu os alimento, deixo eles dormirem no meu quarto, e faço exercícios com eles. Por causa da maneira como eu os treino, eles me veem como um líder. Em qualquer situação, eles olham para mim para saber o que fazer. Eles apenas seguem a minha linguagem corporal e os comandos que eu uso no treinamento".

A diferença entre viver com cães e gatos


Fonte: http://www.caixapretta.com.br/

Como organizar um evento para adoção de animais

Todo mundo sabe que existem milhares de cães e gatos maravilhosos em abrigos, casas de adoção e na rua, esperando pelo dia em que ganharão uma "família". Estimular a adoção desses animais pode ser muito difícil, e uma maneira excelente para fazer isso é organizar um evento para adoção. Continue a ler para saber como.

1. Encontre um bom local para realizar o evento. Isso pode exigir alguns contatos, mas as possibilidades são ilimitadas. Ligue para petshops da sua área. Várias delas trabalham em parceria com abrigos, pois é bom para o negócio deles ter animais para serem adotados em suas lojas. Procure por feiras locais, eventos comunitários e mesmo pequenas apresentações em shopping centers, e contacte os organizadores. Apresentar animais para adoção é sinal de boa vontade e atrai mais clientes. Por isso, vários organizadores de eventos ficarão felizes em realizar um evento do tipo, e se você for uma organização sem fins lucrativos já reconhecida, é possível que obtenha o espaço por um preço reduzido ou mesmo de graça.

Choque Elétrico

A causa mais freqüente de choque elétrico é aquela produzida quando um animal morde e mastiga fios elétricos conectados à rede. O risco desse acidente começa quando o animal atinge cerca de cinco semanas de idade e aumenta com o progresso de sua capacidade de locomoção.

O choque elétrico pode causar várias alterações, dentre elas, espasmos musculares, perda da consciência, parada respiratória e queimadura bucal, esta última causada quando a descarga elétrica é transformada em calor. Além disso, o edema pulmonar é uma conseqüência comum do choque elétrico. A gravidade da lesão pela eletricidade é proporcional à natureza e à intensidade da corrente elétrica.

Como funciona o cérebro de um cachorro


Fonte: http://www.caixapretta.com.br/

Os sinais clássicos do amor canino

Saiba que sinais são os mais clássicos do amor canino e identifique por quem o seu cão de estimação sente mais carinho

Um dos maiores motivos que leva uma pessoa a desejar ter um cãozinho de estimação em casa é o amor canino, e a ciência tem feito descobertas cada vez mais concretas sobre os sinais que indicam o nível de carinho deste querido animal pelos seres humanos; analisando o comportamento dos pets para identificar o tipo de atitude que mais demonstra afeto.

Tornando-se parte da família com rapidez e facilidade, os cachorros viram a alegria da casa em pouco tempo, e por meio da observação do comportamento destes animais na convivência diária com seus tutores, é possível identificar com cada vez mais clareza os sinais mais clássicos do amor canino.

Elaborado pela UFRPE – Universidade Federal Rural de Pernambuco, um estudo acaba de definir sete comportamentos específicos que podem ser reais indícios de carinho dos cães em relação aos seus donos ou outros seres humanos, conforme exposto a seguir:

Não somos civilizados com os animais

A maior parte dos animais deste país está jogada feito lixo pelas ruas, levando pontapés e revirando restos podres para se alimentar.

Não estamos sozinhos no mundo, mas parece que nos esquecemos disso. Temos atitudes que beiram a incivilidade, sobretudo no tratamento dispensado aos animais.

Esqueçam as amenidades que lemos nas "seções Pet". A maior parte dos animais deste país está jogada feito lixo pelas ruas: levando pontapés, revirando restos podres, morrendo de doenças e verminoses, quando não envenenada.

ONGs brasileiras sérias lutam para difundir conhecimento técnico de qualidade no país. Mas, não raro, seus projetos são bancados pela dilapidação do patrimônio pessoal dos seus diretores, heróis anônimos. Faltam verbas modestas que permitiriam dar continuidade a trabalhos importantes, mas não falta dinheiro para a corrupção.

Abandono nas férias: indiferença e crueldade

É triste, mas é verdadeiro: quando chega o final do ano, muitas famílias vão viajar e simplesmente abandonam seus pets. E o pior é que, não raro, “arranjam outro bicho” quando voltam das férias…

Quando o final do ano se aproxima, o telefone da ARCA Brasil toca sem parar e as caixas de e-mail da entidade ficam repletas de pedido de ajuda. As mensagens quase sempre são na linha do “vou viajar e não posso mais ficar com meu bicho”, ou “tem um cão aqui onde eu moro e ele precisa de dono – por favor, me ajudem!”.

E por que a época de final de ano é crítica?

Além das viagens de férias e das visitas a parentes e amigos que residem em outras localidades, é nessa época que muita gente escolhe mudar de moradia, emprego, cidade… Enfim, começar vida nova. E nem sempre o pet é levado em conta nessa equação.

Posso pegar carrapatos do meu pet?

Não apenas cães e gatos sofrem com o aparecimento e males que os carrapatos trazem. Os donos também podem passar por apuros. A febre maculosa, por exemplo, está entre uma das doenças mais perigosas, entre outras zoonoses (doenças transmitidas de animais para os homens).

Ao passear em jardins, gramados e áreas verdes, use roupas compridas, calças e sapatos fechados. Proteja-se com repelente para insetos. Cheque constantemente a presença do parasita no seu pet.
A ixodidiose, gerada pela picada, assim como a saliva do carrapato, é rica em elementos tóxicos que irritam a pele, causando vermelhidão, descamação, febre e paralisias no corpo.
Normalmente, os carrapatos gostam de locais quentes e úmidos, principalmente se puderem ficar nas patas, orelhas e virilhas dos animais. A transmissão de bactérias, vírus e protozoários pode desencadear diversas infecções. Existem mais de 15 espécies de carrapatos registradas que parasitam em humanos. Veja as mais comuns a seguir:

Caso 05 - Sra. Selma

Este é mais um daqueles casos de partir o coração e ao mesmo tempo nos fazer refletir sobre o que fazemos realmente...

A Sra. Selma Maria Alamino reside numa chácara em Itanhaém / SP. Ela é tipo uma lenda por lá pois muitos falam dela mas poucos a veem...

A chácara é bonita segundo me descreveram mas está em mau estado por falta de manutenção pois a Sra. Selma é octogenária e vive com uma aposentadoria de um salário mínimo. Muros e portões caindo mas mesmo assim impecavelmente limpo o ambiente.

Ela tem uma dificuldade para se locomover causada por um problema de saúde, anda pela chácara apoiada
num banquinho como se fosse um andador... Assim ela cuida de 88 animais acolhidos da rua, 42 cães e 46 gatos; dá para acreditar?

Mantém os bichos em baias separadas e limpas. Segundo relatos as vezes passa fome junto com os animais...
Quem consegue chegar lá diz que ela nunca reclama de nada e pouco pede... Mais chora e ora...
Tem uma conversa agradável e positiva. Dá para acreditar?

Não vou me estender muito para não parecer apelação. Vejam as fotos e o vídeo...

Ela precisa de tudo um pouco: rações para cães e gatos, medicamentos (insulina e outros), jornais velhos, cobertas, material de limpeza, toda e qualquer doação seria muito bem vinda. Doações mensais mesmo que pequenas ajudariam muito com certeza. A divulgação desta postagem já ajuda, eu espero...

Se alguém quiser e puder ajudar ou conhecer pessoalmente a Sra. Selma entre em contato direto com Cintia , com Roberta a neta dela que mora em São Paulo (11 95480-0627) - Robertaa.rodrigues12@gmail.com ou vá até a chácara: Estrada do Rio Preto, 547 - Gaivota - Itanhaem/SP.







Sorriso - toma insulina 2x ao dia.

Jade - precisa tratamento para um tumor.

Vendo essas coisas eu me sinto até envergonhado... Quisera ter uma pequena parte da disposição, bondade e generosidade dessa Senhora. Eu não faço nada...



Jandaia de testa vermelha no meu telhado

Casal de jandaias de testa vermelha no meu telhado e no do vizinho.




Como controlar as pulgas

Durante muito tempo os laboratórios trabalharam em pesquisas de produtos eficazes no combate às pulgas. A pulga é uma praga muito resistente de procriação rápida e tem o seu pico na época do verão. Uma única pulga põe cerca de 2.000 ovos pela casa. Esses ovos ficam alojados principalmente em lugares quentes e com pó como frestas de assoalhos, tapetes, carpetes, etc. Dos ovos, nascem as larvas que são microscópicas e habitam estes locais até se transformarem em pupas e subirem nos animais como pulgas adultas.
Na falta do hospedeiro ideal (o cão e o gato), a pulga procurará outro hospedeiro, como por exemplo o homem.

Há vários tipos de programas de combate às pulgas:

Dermatite alérgica às picadas de pulgas

É a dermatite alérgica mais comum em cães. Ocorre com mais freqüência em animais entre 3 e 6 anos que são sensibilizados pela saliva da pulga. As lesões podem se manifestar de diversas formas, sendo mais comum a queda de pêlos, formação de feridas e coceira na região lombo-sacra do animal. Muitas vezes não encontramos vestígios de pulgas nesses animais.

Como no Brasil as pulgas estão presentes durante todo o ano e todos os animais têm pulgas, a menos que seja feita uma prevenção mensal ou dedetização semestral do ambiente, o tratamento é baseado principalmente na eliminação total das pulgas. Caso uma única pulga pique o animal, ele apresentará lesões significativas. Normalmente xampus, talcos e coleiras não são eficazes na prevenção de pulgas. O ideal é utilizar medicamentos com efeito duradouro uma vez por mês em todos os animais da casa, ou realizar a dedetização do ambiente.

Dra. Cláudia Fonterrada - Koala Hospital Animal
Fonte: http://www.kennelclub.com.br/

Jardins seguros - encontre os perigos ocultos

Seu jardim pode dar a impressão de ser seguro, mas você sabia que nele podem haver perigos ocultos para seu animal de estimação? O segredo é ver o jardim do ponto de vista do seu animal de estimação para ter certeza de que é seguro para ele.

Alguns dos perigos potenciais de seu jardim, são animais invasores. Podem ser animais selvagens que entram sorrateiramente por portões e cercas. Podem ser uma ameaça real para coelhos e porquinhos da Índia, então deixe pequenos animais a salvo dentro de suas gaiolas e nunca os deixe sair delas sem supervisão. Mantenha os portões do jardim fechados para evitar a entrada destes visitantes indesejados.

Outro animal no qual se deve prestar atenção é o sapo. Quando ameaçados, sapos soltam um veneno irritante que pode ferir os olhos ou a lí­ngua de um animal de estimação curioso. Se isso acontecer, enxágue a área afetada com água em abundância e entre em contato com o veterinário o mais rápido possí­vel. Abelhas, vespas e marimbondos podem dar uma bela ferroada em seu animalzinho. Isso pode ser especialmente perigoso se ele for picado na garganta ou se receber muitas picadas de uma só vez. Verifique se não há colméias em seu jardim e, caso necessário, entre em contato com um especialista em controle de pestes.

Bolinha (Conto)

(Baseado numa história real)

Eu me chamo Bolinha. É que tenho , ou melhor tinha, uma enorme verruga no canto da boca. Por isso me deram esse apelido engraçado. Eu vaguei pelas ruas desde muito novo. Meus pais me recusaram e desde cedo tive que lutar para sobreviver.

Você sabe, a vida na cidade não é fácil mas, eu encontrei um pessoal que gostava de mim. Finalmente eu fora adotado. Eles me deram abrigo e comida. Eu era pele e osso nessa época e, como todo morador de rua, sofri o preconceito das pessoas que se achavam bem de vida e acima das misérias alheias.

Sempre fui muito alegre e dado a brincadeiras. E essa nova família parecia adorar isso. Só que eu tinha o que eles chamavam de “defeito”. Eu saia de manhã e só voltava a noitinha, cansado e com fome. Eles brigavam comigo, diziam que não me deixariam mais entrar e coisa e tal.

Como tirar verrugas de cães - Homeopatia

Bem, eu vou escrever sobre minha experiência pessoal e listar em seguida diversos links que tratam do mesmo assunto com abordagens diferentes.

Que fique claro que existem verrugas em cães idosos que não são as verrugas a que me refiro nesta postagem, eu me refiro a verrugas em cães jovens que se propagam na boca, gengivas e garganta, altamente contagiosas e que são causadas pelo vírus HPV (papiloma).

Minha cadela Pretinha teve isso há uns 5 anos atrás, levei num veterinário e ele disse que precisava cauterizar... Levei noutro e ele falou que não precisava cauterizar nada que resolveria isso com homeopatia. Dito e feito! Em 15 dias não tinha mais nenhuma verruga sendo que ele recomendou que tomasse o medicamento por 30 dias...

Depois disso eu passei a andar com um vidro desse medicamento e dar para todos os cães que via na rua com verrugas além de recomendar a outras pessoas que fizessem o mesmo. Moral da história: hoje não se vê nenhum cachorro com esse problema por aqui, outros sim mas esse não.

Por ser barato e também porque os cães acabam gostando por ser doce eu acho que é uma solução fantástica.

Vamos à receita que eu recebi:
Tuia CH30 - 5 glóbulos por dia durante 30 dias.
Foi recomendado dar a outros cães que convivam com o infectado para prevenir o contágio.
Simples assim!

Seguem abaixo links sobre o assunto:
http://petcare.com.br/blog/verrugas-papilomas-e-outros-nodulos-em-caes/
http://pt.265health.com/conditions-treatments/warts/1009006705.html#.VKwru9LF_bQ
http://pt.265health.com/conditions-treatments/warts/1009120139.html#.VKwrdtLF_bQ
http://www.criasaude.com.br/N1966/doencas/verrugas/fitoterapia-verrugas.html
http://www.plantasquecuram.com.br/ervas/tuia.html#.VKwrZtLF_bQ
http://www.remedio-caseiro.com/tuia-propriedades-e-beneficios/

Fonte: empírica

Dicas para os cães não ficarem entediados

Você deixa seu cão sozinho todos os dias enquanto vai trabalhar? Não se preocupe: há muitas coisas que você pode fazer para evitar que seu cão fique entediado. Veja algumas.

Todos os dias, milhões de cães leais são deixados para trás enquanto seus donos vão trabalhar. Estes animais de estimação ficam horas sozinhos, dividindo seu tempo entre dormir e brincar. Embora esse pareça ser um estilo de vida relaxante, pesquisas indicam que os cães podem e realmente ficam entediados.

"Muitos donos sentem uma pontada de culpa quando deixam seus cães sozinhos," diz o Dr. James H. Sokolowski PhD. "Mudanças simples na casa e no jardim e brinquedos apropriados podem ajudar a reduzir o tédio e fazer com que o tempo que o cão passa sozinho seja muito mais interessante e agradável."

Seguem algumas dicas de como reduzir o tédio dos cães:

- Coloque espelhos no local em que filhotes brincam. Isso não é apenas divertido, mas também ajuda na socialização deles.

Casal de joão de barro continua construindo...

O casal que foi registrado em http://salvabichos.blogspot.com.br/2014/12/joao-de-barro-construindo-ninho.html continua sua obra, reparem como a casinha já subiu... Logo teremos open house!