Diarreia em cães

Esse sintoma é de grande importância e merece uma atenção exclusiva, pois é uma das principais causas da desidratação.

A diarréia é um um sintoma encontrado em grande parte das doenças que acometem os cães. Esse sintoma é de grande importância e merece uma atenção exclusiva, pois é uma das principais causas da desidratação. Um animal que apresenta um grau de diarreia crônica, e não é acompanhado por um profissional, pode chegar a uma desidratação severa em questão de poucos dias, levando a maioria a óbito pela perda exacerbada de líquido. Um grande erro que os tutores cometem é “diagnosticar”, e tentar reverter o quadro, em casa.

 Muitos pets dão entrada na clínica em um estado de desidratação severa, muitas vezes não conseguindo  resistir, por conta da negligência e das tentativas fracassadas dos tutores. A diarreia tem inúmeras origens, e a conduta adequada não é só cessar a evacuação, e sim, descobrir a causa que levou a esse quadro.

Vacinas que os filhotes devem receber em seu primeiro ano de vida

Todas as vacinas devem ser sempre administradas por um médico veterinário

A vacina é o carro chefe na prevenção contra inúmeras doenças existentes. Para o melhor entendimento, a vacina é, nada mais nada menos, que a inoculação do agente infeccioso (vírus ou bactéria), sem sua potência total, no corpo do animal ou ser humano, promovendo assim, a produção de anticorpos contra aquele determinado agente. É importante lembrar que a vacina só é recomendada à administração quando o animal gozar de excelente saúde.

Ao contrário do que muitos imaginam, a vacinação não é uma prática tão simples a ser feita. Como comentado anteriormente, só pode ser administrada a vacinação em um animal que esteja com uma boa saúde, sendo necessária a avaliação por um médico veterinário antes do ato. Quando a maioria dos animais nasce, eles recebem anticorpos através do leite materno, onde ficam imunizados até um certo período de sua vida.

A primeira vacinação do cão deve ser feita aos seus 45 dias de vida, onde o mesmo deve ser levado a um profissional habilitado. A vacina recomendada, para o animal  receber nessa idade, é uma que cubra as principais doenças  a que ele é susceptível, tais como:
Cinomose: É uma doença viral altamente contagiosa que acomete somente cachorros. Essa moléstia ataca o sistema nervoso dos animais, levando, em muitos casos, a degenerações irreversíveis e, freqüentemente, a casos de óbito.

Existe algum problema em dormir com meu cachorro?

Muitas pessoas criam elos tão grandes com seus animais de estimação, como cães e gatos a tal ponto que passam a considerá-los como um membro da família, tratando-os como tal, oferecendo-lhes os melhores tratamentos e melhores produtos para seu bichinho. Tanto carinho aparece por vezes pelo amor incondicional que eles demonstram ter pelas pessoas com as quais convivem, como no caso dos cães que muitas vezes adoecem na ausência de seus donos por saudade e podem até mesmo acabar morrendo, por tais motivos esses adoráveis animais serem tratados como se fossem pessoas por seus donos, que chegam a dormir com eles.

O fato de alguns donos aceitarem que seus cães durmam em suas camas acabou se tornando um assunto muito polêmico por diversas situações, algumas delas mais sociais e outras pelo ponto de vista da saúde. No que diz respeito às pelêmicas sociais, cairíamos em questões de interesses e pensamentos individuais, há aqueles que consideram que é desagradável ter um animal na cama de um casal, local íntimo deles, ou apenas por estranharem o ato de permitir o cão ali, mas não entremos nesse assunto, pois é algo pessoal.

Em relação ao fator saúde, a situação é um pouco diferente, dormir com cães, gatos e outros possíveis bichos de estimação podem chegar a causar mal à saúde. Os animais carregam muitas bactérias e dentre elas muitas que podem fazer mal à saúde de seus donos, inclusive por hábitos que por instinto eles praticam, como se coçar com mordidas e se ‘limpar’ com lambidas, e lembrando que eles gostam de andar por ai sem parar, mesmo que apenas dentro de casa e ao deitarem com seus donos, pode ser que essas bactérias acabem passando para seus donos.

As Quatro Fases na vida de um protetor de animais [Informações e Publicações]

Fakkema escreveu na esperança de ajudar seus colegas acelerarem seus próprios progressos em direção a uma vida mais tranquila e produtiva. Nós que trabalhamos em prol dos animais, dedicamos nossas vidas a eles, passamos por estas quatro fases na evolução de nossa carreira.

Cada um tem sua história, mas todos passamos por um processo similar. Se sobrevivermos ao processo, conseguiremos perceber o que já atingimos e o que queremos em primeiro lugar.

Fase 1

Determinados, estamos decididos a mudar o mundo. Sabemos que
podemos fazer diferença, que nossos esforços em favor aos animais vão aliviar suas difíceis condições. Trabalhamos o que parecem ser 25 horas por dia e ainda assim estamos com energia. Nossos entusiasmo ultrapassa os limites, nossa capacidade de aceitar desafios é infinita!!

Comemos, dormimos e vivemos para a causa animal. Nossos amigos não entendem nossa obsessão e afastam-se ou simplesmente vão embora, ou nós os abandonamos, pois encontramos novos amigos. Alguns, contudo, não fazem novos amigos, estão muito ocupados trabalhando na causa animal.

Alguns de nós nos tornamos solitários, apenas a companhia de nossos cães e gatos nos separam da total isolação. Todavia estamos satisfeitos porque trabalhamos para uma causa. Em nosso entusiasmo tentamos encontrar soluções simples para problemas complexos - Todos os animais devem ser castrados - Nenhum animal deve ser sacrificado!

Saiba como amenizar odores causados pelo seu cachorro em casa

Com ingredientes simples e acessíveis, você elimina os odores causados pela "arte" do seu cachorro

Os cachorros são os melhores amigos do homem, mas essa lealdade excessiva acaba gerando certas inconveniências em termos de higiene. Quem tem cachorro dentro de casa ou apartamento, sabe que certos odores, relacionados com urina e fezes dos animais, incomodam e são difíceis de serem removidos.

Para amenizar essa questão sem precisar usar produtos químicos que fazem mal à saúde, acompanhe abaixo algumas dicas que utilizam apenas itens acessíveis e sustentáveis:

Vinagre branco - é considerado a melhor opção quando o local onde o cachorro fez xixi ainda está molhado. Misture uma solução de partes iguais com vinagre branco e água fria e coloque sobre a urina. Espalhe bem e depois deixe secar. Quando estiver seco, use um aspirador de pó na área para eliminar qualquer tipo de resíduo;

Como estabelecer as regras da casa para o cachorro

Ter um cachorro em casa pode ser uma ótima ideia, sobretudo se você tem crianças. Porém, você não deverá esquecer que esta decisão representa uma enorme responsabilidade. É essencial criar regras e educar seu cachorro desde o primeiro dia. Nada de folgas para o bichinho enquanto é pequeno pois mais tarde você terá problemas maiores para resolver depois!

Regras Importantes

Com a chegada do cachorro, o ideal é que você reúna a família e defina um conjunto de regras que todos deverão cumprir. Elas irão estabelecer o que cada um, incluindo o animal, pode ou não fazer. Tome como regras essenciais:

- Nunca dar restos de comida ao cachorro diretamente da mesa. Isso irá incentivar a que ele pedinche e perturbe a refeição.

- Defina a que lugares da casa o cachorro poderá ter acesso e quais serão considerados como locais proibidos.

- Estabeleça limites, decidindo o que o animal pode ou não fazer. Por exemplo, se você entende que ele não deve subir no sofá ou entrar em seu quarto, todos terão de acatar e ensinar seu amigo de quatro patas o que está interdito.

12 maneiras simples de tornar seu cachorro mais calmo

Quando você chega em casa, seu cachorro parece que enlouquece? Ele pula até não poder mais, faz xixi, late, etc.? Rói a casa, os móveis? Te chama o dia inteiro? Faz festa até de madrugada?

Não, seu cachorro não está ficando louco! (Ainda bem…)

Muitas pessoas andam escrevendo para o site ultimamente desesperadas com os cães que tem. São os mais incríveis(e, às vezes, até engraçados) relatos. É cachorro que morde os dedos, que cava buracos no quintal todo, que vai para a casa dos vizinhos pulando o muro… Seu cachorro é assim? CALMA!

Pois é, essa é a nossa dica número 1.

1 - Antes de qualquer coisa aceite que seu cachorro é um cachorro.

Por mais estranho que isso possa parecer, muitas pessoas humanizam os cachorros tanto, mas tanto, que acabam esquecendo a natureza deles. Então, aceite e tenha paciência. Antes de qualquer coisa, é fundamental que seu cachorro esteja sempre limpo e com ração e água frescas. Além disso, você precisa entender que cachorros são animais que p-r-e-c-i-s-a-m gastar energia. Se você quiser ignorar isso, nada vai dar certo. Portanto, respire bem fundo, acalme-se e vamos aos próximos passos, onde você aprenderá maneiras criativas sobre como gastar a energia no dia-a-dia.

Clínicas e Hospitais Veterinários com consultas de graça ou de baixo custo

As circunstâncias muitas vezes podem nos pegar desprevenidos. Quando o assunto é saúde, nunca se sabe quando pode haver um problema.

Sabendo a dificuldade financeira que tantos tutores em nosso país enfrentam, desenvolvemos um banco de dados com Hospitais Universitários de Medicina Veterinária, Hospitais Públicos ou Hospitais Particulares de preço acessível que atendem pequenos animais com consultas e procedimentos cirúrgicos com preços populares ou de graça.

Se porventura você possui uma dica que ainda não está em nossos cadastros ou viu alguma informação que precisa ser atualizada, nos ajude mandando informações no email contato@portaldodog.com.br

Fonte: http://portaldodog.com.br/cachorros/clinicas-e-hospitais-veterinarios-de-graca-ou-de-baixo-custo/

Cachorro também tem luto?

A perda de outro cão ou gatinho pode, sim, deixar um cachorro também tem luto, mas isso varia conforme o animal.

Alguns cães podem ter o apetite diminuído ou ficar com um comportamento diferente, mais quietos. Esse luto é mais curto do que o das pessoas e, normalmente, ele melhora sozinho, com o passar do tempo.
Existem alguns cachorros que não mudam nada, continuam com as mesmas atividades e comportamento, e isso também é natural, tudo depende da personalidade de cada um.

Para a família ajudá-lo a superar essa fase, o ideal é realizar a rotina de passeios e brincadeiras, fazer as atividades que o deixam mais ativo e feliz. Não ficar lembrando e falando o nome ou coisas que o remeta ao outro pet.

Trazer outro animalzinho para casa não é uma solução. Às vezes, a interação entre cães de diferentes temperamentos pode ser mais estressante do que ajudar. Cães idosos, por exemplo, podem não ter paciência com um filhote.

Caso o cão tenha algum outro sintoma, procure um médico veterinário para auxiliar na melhora dessa situação.

Por Malu Araújo, adestradora e consultora comportamental da equipe Cão Cidadão.
Fonte: http://www.petshopmagazine.com.br/2014/09/15/caes-tambem-tem-luto/

Descubra que tipo de dono é você

Neste artigo, gostaria de abordar sobre os tipos de donos que tenho contato. Muitos acham que o principal problema está nos cães, mas na verdade e infelizmente os donos são os principais responsáveis por vários problemas comportamentais que os nossos peludos desenvolvem.

Vamos conhecer as principais características:

Dono que acha que o cão vem treinado de “fábrica”.

Esse tipo de dono acha que os cães vêm programados assim que saem do canil. Querem que o bichinho aprenda a fazer tudo sozinho, por exemplo, fazer as necessidades no lugar certo em uma semana (vou usar uma semana como exemplo, porque tem gente que quer em um fim de semana), fazer os comandos de obediência em uma semana.

Se tem algum problema comportamental, tem que ser resolvido em uma semana e acham que treinador faz milagre, que basta apertar um botãozinho no cachorro como liga e desliga. (hehehe)

Sinto dizer a você, mas não existe esse tipo de cão. Eu sei que alguns têm mais facilidade no aprendizado, mas a maioria deles precisa de alguém para ensinar o que é certo e o que é errado.

Darwin e o significado das flores

Os seres humanos não estão ligados só a macacos e outros bichos, mas também às plantas. Vegetais e animais, sabemos hoje, têm 70% do DNA em comum. Mas devido à seleção natural, cada espécie é única e cada indivíduo é singular.

Todos conhecem a versão canônica da história de Charles Darwin: o embarque no Beagle aos 22 anos, para uma viagem aos confins da terra; Darwin na Patagônia; Darwin no pampa argentino (conseguindo laçar as patas do seu próprio cavalo); Darwin pela América do Sul, coletando os ossos de gigantescos animais extintos; Darwin na Austrália, antes de perder a fé religiosa, espantado ao ver um canguru pela primeira vez ("dois Criadores distintos devem ter atuado nesse caso"). E, claro, Darwin nas Galápagos, observando como os pássaros - chamados tentilhões - de cada ilha eram diferentes, começando a experimentar a mudança sísmica na compreensão de como evoluem os seres vivos que, um quarto de século mais tarde, resultaria na publicação de A Origem das Espécies.

É aqui que a história atinge o seu clímax, com o lançamento de A Origem em novembro de 1859, e tem uma espécie de pós-escrito elegíaco: uma visão de Darwin mais velho e doente, ao longo dos vinte e poucos anos de vida que ainda lhe restaram, vagando pelos seus jardins de Down House sem nenhum plano ou finalidade especial, talvez escrevendo mais um ou dois livros, mas com a grande obra da sua vida há muito consumada.

Desidratação: aprenda a reconhecer e saiba o que fazer

Infecções por vermes e viroses podem levar à diarreia, uma das principais causas da desidratação; conheça os cuidados para evitar o problema.

A desidratação pode gerar sequelas graves na saúde dos animais e requer atenção e cuidados específicos. Tanto nos cachorros como nos gatos, os sintomas e as causas podem ser bastante parecidos e devem ser tratados de maneira rápida.

Muitos donos podem achar que a administração de líquidos irá resolver o problema. Porém, a ideia não está certa. Já a fluidoterapia, que trata a desidratação em seres humanos, com a administração de soro de forma intravenosa, subcutânea ou intraóssea, pode ser efetiva. Isso dependendo do estado de saúde do pet. Para isso, a visita a um médico veterinário é fundamental.

Além disso, febre, exposição prolongada e excessiva ao sol e a falta de ingestão de líquidos também podem ocasionar quadros de desidratação. Vale ressaltar que é pelo vômito e pela diarreia que o surgimento do problema pode se desenvolver.

Entrevista – Tom Regan

Filósofo americano, expõe suas idéias sobre jaulas vazias e direito dos animais (entrevista).

Há uma guerra não declarada dos homens contra os animais e pouco esforço para evitar que ela continue. Se algo fosse feito, 58 bilhões de vidas poderiam ser poupadas todo ano. É o que diz o ativista Tom Regan, autor do livro “Jaulas Vazias – Encarando o Desafio dos Direitos Animais”. Regan é professor emérito de filosofia da Universidade do Estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, e defensor ferrenho dos direitos dos animais. Esse vegetariano com 30 anos de ativismo acredita numa idéia polêmica: que a humanidade pode viver sem qualquer produto de origem animal. “A dependência desses alimentos como fonte primária de nutrição é muito prejudicial à nossa saúde”, diz.

Seu principal argumento, no entanto, não é médico, mas “social”. Para ele, os bichos devem ter os mesmos direitos básicos que os serem humanos possuem, como direito à vida, à integridade corporal e à liberdade. Afinal, todos são animais. Por isso defende o fim do uso de cobaias em experiências médicas e da matança de bichos para alimentação, vestuário ou qualquer outra função que possam desempenhar. “Devemos parar de transformá-los no que não são. No fundo, os direitos dos animais formam uma filosofia abolicionista: a exploração deve acabar”. Essa exploração, segundo ele, é a causa da quantidade bilionária de mortes animais. Regan também é favorável ao controle de natalidade de animais domésticos, pois afirma que eles não têm propriamente uma vida, já que ficam presos em casa, com pouco ou nenhum direito a lazer.

Nesta entrevista, o norte-americano, autor de vários livros sobre o tema (“Jaulas Vazias”, o mais recente, acaba de ser lançado no Brasil pela editora Lugano), indicado para o Prêmio Pulitzer de jornalismo e para o Prêmio Nacional do Livro dos EUA, expõe seus argumentos a favor da defesa dos direitos dos animais e diz sonhar com um papel de liderança do Brasil nessa área.

Poética Animal

OUTRO OLHAR PARA OS OUTROS ANIMAIS - ANA MARÍA ABOGLIO
Tradução: Ligia Cunha

1. De quem estamos falando?

Longe de ser um pequeno problema- daqueles que participam e se beneficiam com a exploração animal justamente para se fazerem livres de culpa – a questão animal é, sem dúvida, o grande dilema ético do século que acaba de começar.

Na Argentina, há anos o tema é apresentado em termos majoritários, acerca dos animais de companhia. No melhor dos casos, há o esforço para evitar o extermínio dos animais nos Centros de Zoonoses municipais. Salvo algumas pessoas que embarcaram na luta por todos os seres sencientes, o assunto foi absorvido pela dicotomia “protetores da eutanásia vs protetores da não eutanásia”. Mais além do eufemismo, pois se trata de assassinatos, os protetores da não eutanásia, como a ecologia antropocêntrica prevalecente não deram sua voz contra a escravidão animal, opondo-se à mesma. Historicamente, as associações protetoras de animais que surgiram para proteger TODOS os animais se limitaram a proteção de cães e gatos ao aceitar o apoio econômico daqueles comprometidos com as principais explorações animais: pesquisas e setor alimentício. Justamente, a maior parte do sofrimento e morte dos animais, uns 98% se concentram nessas duas áreas. E casualmente, dessas fontes derivam muitos problemas de saúde básicos dos quais os humanos padecem.

Quem são esses bilhões de seres torturados e massacrados no que foi comparado ao holocausto nazista em seu eterno retorno? Digo, eterno retorno porque os fazem nascer para continuar o extermínio ad infinitum. Quem são estes animais que sofrem diariamente e morrem em nome da pseudo ciência para que alguns possam comer um assado? Quem são estes seres torturados e assassinados a título de arte ou esportes?

Por que o meu pet está mancando?

Problemas ósseos ou feridas escondidas podem ser algumas das causas, aprenda a identificá-los.

Dores, desconfortos e lesões podem surgir depois de caminhadas, passeios ou atividades mais intensas, onde o cão ou gato acabam por forçar ou machucar as patas. Estiramentos e torções, após exercícios físicos de longa duração, também. Se você notar que, depois dessas saídas, o seu pet estiver chorando e sentindo dores, é fundamental levá-lo ao veterinário para descobrir as prováveis causas.


Elas podem ser momentâneas e fáceis de serem tratadas, como uma luxação ou uma pequena ferida, causada por uma pisada em um objeto cortante, ou serem problemas mais graves, nos ossos e músculos. Dê atenção especial às unhas: se elas crescerem muito, podem machucar. Se estiverem quebradas ou muito curtas, irão provocar dor.

Infecções na pele por parasitas ou carrapatos geram incômodo ao andar, fazendo com que o animal manque. Quedas e tombos, normalmente mais comuns em gatos, podem fazer com que o bicho tenha dificuldades ao andar.

Crescimento e Desenvolvimento dos Cães

Os cãezinhos vêm ao mundo num estado muito dependente de cuidados. Este fato é reconhecido devido aos olhos e ouvidos fechados, e estes dois sinais visíveis refletem, na realidade, um sistema nervoso ainda não completamente desenvolvido.

O cãozinho nasce com pouco movimento espontâneo e deve ser estimulado pelas lambidas da cadela para começar a respirar. Lambendo a região do períneo, a mãe provoca no filhote a micção e a defecação. Por causa da sua incapacidade de manter o calor do corpo, precisa ficar perto da cadela e dos outros filhotes, sendo muito importante o reflexo de esquadrinhamento (leva o cãozinho a se orientar na direção de algum objeto quente próximo à sua cabeça), que começa a desaparecer aos quatro dias.

Entre os 6 e 10 dias de idade, os membros anteriores já podem sustentar o peso do animal. A sustentação do membro pélvico é prevista entre 11 e 15 dias em cãezinhos normais, não excessivamente gordos. Poucos dias depois de poder sustentar o próprio peso, o cãozinho começa a caminhar pelo local. A micção e defecação reflexas, em atividade até o 28º dia, asseguram que a cadela estará presente para remover os dejetos do filhote, mantendo assim o local relativamente livre de odores que possam atrair predadores. Por volta dos 18 dias de idade, os cãezinhos começarão a eliminar os dejetos num cantinho próximo e por volta dos 21 dias começarão a usar uma área de defecação grupal.

Mudanças bruscas de temperatura podem causar doenças respiratórias

Saiba como proteger seu pet de alguns dos principais problemas respiratórios do outono-inverno.

Não são apenas crianças e idosos que merecem atenção redobrada quando o assunto são as baixas temperaturas. Apesar do inverno ainda não ter chegado, o clima tem esfriado, o que aumenta a incidência de problemas respiratórios entre cães e gatos. De acordo com o Dr. Milton Kolber, Prof. Dr. de Patalogia Clínica da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Metodista, sobretudo gatos mais velhos e os mais novos, sofrem com as “agruras das mudanças de temperatura”.

Segundo ele, os problemas mais comuns são os respiratórios, como a rinotraqueíte infecciosa felina. “A doença é causada por uma herpes vírus que pode levar à pneumonia, se não tratada”, esclarece o médico. Os sintomas mais comuns são: espirros, depressão, febre, corrimento nasal (seroso a purulento), falta de apetite e até mesmo alterações oculares como a ceratoconjuntivite.

José Naspitz , médico veterinário e ouvidor do Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo, chama atenção também para o fato de que não são somente gatos que sofrem com o frio. “A tosse dos canis tende a surgir nas épocas mais frias, e pode ser evitada com medidas simples como a vacinação”. Ainda de acordo com o médico, além de problemas respiratórios, animais com artrose ou hérnia de disco sofrem de dores mais intensas nesses períodos de clima frio.

Dicas para reconhecer um bom veterinário

Empatia, referências, condições de higiene do consultório e tratamento carinhoso aos animais são sinais de que você está no caminho certo.

Ter um bichinho de estimação requer muita atenção. Animais são como crianças e precisam de atenção, boa alimentação, bom lar e acompanhamento da sua saúde. Sim, animais precisam fazer exames de sangue, controles cardíacos, saúde bucal e uma série de prevenções que ajudam a manter a saúde sempre em dia.

Um bom veterinário deve ser igual um bom pediatra ou aquele velho e bom amigo médico que cuida de toda a família. Devemos ter rotina para levar nossos pets no consultório para dar o famoso check-up. Agora, como reconhecer um bom veterinário?

Para começar siga sempre aquela lei da empatia. Sim, temos que – a grosso modo – ir com a cara do veterinário. Empatia é fundamental para escolher um profissional para cuidar dos nossos animaizinhos. Depois veja tudo, se o veterinário consulta em um lugar perto da sua casa, de fácil acesso, se tem estacionamento, tem ônibus perto? Isso tudo influencia na escolha, pois são fatores que, muitas vezes, fazem a gente desistir de levar os pets ao médico.

Faça você mesma CAMINHAS DE PVC: baratas e resistentes

(Leash)ure Bed – Images: The Barkitect

Estas caminhas feitas com canos de PVC são práticas, higiênicas e fáceis de fazer.
São muito utilizadas em canis e abrigos americanos por apresentarem inúmeras VANTAGENS:

Saiba como distrair e acalmar animais que ficam sozinhos

Cães e gatos que enfrentam longos períodos diários de solidão podem desenvolver comportamentos compulsivos decorrentes da ansiedade

Seu animal de estimação se lambe compulsivamente, provocando feridas pelo corpo? Os vizinhos reclamam que seu cão late ou chora o dia inteiro? Os móveis e, principalmente, a porta de casa estão sempre arranhados e roídos - e seu cão nem é mais filhote? Se você respondeu ‘sim’ a uma ou mais dessas perguntas, seu animal de estimação pode ser vítima da ansiedade de separação.

Em diferentes graus, os animais de estimação sofrem com solidão. Para os cães, que são mais sociáveis, a tristeza e o stress podem ser mais ou menos intensos de acordo com os hábitos do proprietário, o treinamento e a raça do animal. Até entre os felinos, que dormem praticamente o dia inteiro, a ausência de humanos pode incomodar bastante (embora alguns gatos nem notem quando o dono sai, sejamos honestos).

Treinamento – Para ensinar o animal a lidar bem com os momentos de solidão, o treinamento começa desde cedo. O zootecnista Alexandre Rossi, autor do livro Adestramento Inteligente, explica que os primeiros dias do cão ou do gato que acaba de chegar à casa nova são decisivos para determinar o nível de ansiedade do animal no futuro. Isolar na lavanderia o cãozinho que acaba de ser separado da mãe e dos irmãos pode ser desastroso – ele vai passar o resto da vida associando a solidão ao desespero dos primeiros dias. O ideal é deixá-lo sozinho gradativamente: apenas depois que ele se acostumar com a família nova e por poucos minutos. No caso dos felinos, o processo é inverso. “O gato recém-chegado se estressa ainda mais se for solto em um ambiente muito amplo. Deixe-o em um cômodo menor no primeiro dia e espere que ele comece a comer e a usar a caixinha de areia antes de liberar o acesso ao resto da casa”, diz Rossi.

A importância de ser o líder

Os “parentes” distantes dos cães, os lobos, naturalmente se organizam em matilhas e nelas existe uma organização hierárquica, em que um animal mais forte e experiente é o líder e os outros mais novos, fêmeas e inexperientes, são liderados por ele. Organizados dessa forma, todos os membros têm condições de se abrigar, se alimentar, acasalar e sobreviver. Quando trouxemos o cão para o nosso convívio, ele também necessitava de um líder, porém, de forma um pouco diferente. Na relação com os humanos, a liderança é diferente, pois não é baseada em idade, experiência e muito menos em força ou violência. Ser líder de um cão significa comunicar claramente quais são as regras da casa e a forma com que ele deve se comportar dentro da família.

Nossos cães não falam a mesma língua que nós. Por isso, a melhor forma de se comunicar com eles é ensinando comandos, como “senta”, “deita”, “fica” e “vem”. A maneira mais adequada de ensinar comandos é usando o reforço positivo, ou seja, recompensando quando o cão fizer o comportamento que desejamos. Por exemplo, ensinar o cão a sentar usando um pedaço de petisco: assim que o cão se sentar, devemos oferecer o petisco como prêmio. Dessa forma, você sinalizará ao cão, com clareza, o que você espera dele – que ele se sente para ganhar o petisco, em vez de pular, por exemplo.
         
Um bom líder humano para um cão nunca utiliza força bruta ou violência, mesmo verbal, para corrigir um comportamento errado, muito menos para ensinar algo. Cães aprendem por imitação e, ao ver o seu líder sendo agressivo, podem aprender esse comportamento e, de uma hora para a outra, morder alguém. Use sempre o reforço positivo para recompensar bons comportamentos. Se precisar corrigir um comportamento errado, seja o mais breve e discreto possível, usando uma bronca bem impessoal, como o borrifo de um spray de água.

Mulungu e impermanência

Diariamente ando com meus cães pela manhã a aproveito para fotografar aves, atividade esta que além de agradável me faz muito bem pois penso menos enquanto faço isso e reflito depois... rs

Num dos nossos lugares prediletos para essas caminhadas tem um pé de mulungu que acompanhamos desde que foi plantado como muda... É uma planta jovem que teve sua primeira florada neste inverno.

O mulungu além de ser uma planta com flores lindas tem espinhos tal qual a roseira e é usado como medicamento fitoterápico. (Veja AQUI )

Linguagem do cão


A importância da sociabilização

Todos que adquirem um filhote de cão, gato ou outro animal de estimação desejam ter um pet amigável, equilibrado, sociável, ou seja, uma companhia agradável e fácil de conviver. Grande parte desses atributos pode ser conquistada através de uma boa sociabilização.

O processo de sociabilização, especialmente em cães, é extremamente importante, pois é a partir desse momento que o cãozinho começará a desenvolver bons relacionamentos com tudo aquilo que conhecerá na vida adulta: pessoas, cães, gatos, outros animais, objetos diversos, sons. Cães que não são devidamente sociabilizados podem apresentar mais sinais de agressividade, medo ou dificuldade de lidar com situações ou objetos desconhecidos quando jovens ou adultos.

O grande segredo da sociabilização é começar o processo na idade correta: os primeiros três meses de vida são decisivos para o equilíbrio no comportamento do seu cãozinho. Até aproximadamente 50 dias de vida, o filhote deve ficar com a mãe e os irmãozinhos, pois com eles aprenderá a “etiqueta canina” - como brincar, quando parar de brincar, como morder sem machucar.

Fotos de Aves e outros Animais

Recomendo uma visita ao blog Passarinhadas, Aves e Natureza da amiga Juli. Ela colocou um link para o Salva-Bichos lá... Obrigado Juli!

É um blog é dedicado principalmente à observação de aves silvestres na natureza onde você encontrará resumos das saídas de campo, novos avistamentos na região, espécies registradas, fotografias e outros registros.

O blog também serve como espaço para artigos relacionais a ornitologia e fotografia além de denúncias de maus tratos aos animais e descaso com o meio ambiente.

Clique AQUI para visitar o blog.
http://avesnatureza.blogspot.com.br/


Broncas: ajudam ou atrapalham?

Há algum tempo, quando pensávamos em adestramento de cães, a primeira coisa que vinha à nossa cabeça era o uso de punições para corrigir comportamentos errados. Por exemplo, esfregar o focinho do cão na urina feita em lugar errado ou apertar as patas, caso ele pule. Utilizando essas punições, o cão passa a temer as pessoas e evitar determinados comportamentos por medo da punição.

Outra possibilidade é que o cão passe a responder com violência quando corrigido, pois aprendeu com as pessoas a demonstrar agressividade. Ele também pode aprender a fazer os comportamentos errados somente na ausência do dono, já que associa sua presença com broncas. Nesses casos, as broncas atrapalham o treinamento do cão e, principalmente, sua relação com o dono e outras pessoas.

Atualmente, depois de várias décadas de estudos, percebemos que a melhor forma de tratar problemas comportamentais e ensinar comandos é através do reforço positivo, ou seja, ensinar e premiar o animal após um comportamento correto, para que ele faça isso mais vezes. Porém, há algumas situações em que é possível utilizar broncas de forma correta. Aqui vão algumas orientações para utilizá-las como uma ferramenta do treinamento positivo:

- Nenhuma bronca deve assustar, machucar ou traumatizar o cão. As ferramentas mais comuns são sprays de água, chocalho de lata ou a própria guia do cão. Fique atento à sensibilidade do seu pet.

Acidentes em Pet Shops

Além de constituírem ameaça à saúde dos animais, os acidentes em Pet Shops podem prejudicar em muito o estabelecimento, causando conflitos com os proprietários e prejuízos por reparação financeira ou perda da clientela. Qualquer que seja a causa - negligência, desinformação, despreparo ou distração - o fato é que é preciso reduzir os riscos ao mínimo, quando não, elimina-los.

A maior incidência dos acidentes ocorre durante o banho ou a tosa e conhecer os problemas, orientar os funcionários ou melhorar as instalações, são algumas das maneiras de evitar esses problemas.

Veja os casos mais comuns:
1) Úlcera de córnea - provocada pelo calor do secador, produtos químicos, trauma com escovas, pentes e rasquiadeiras. Após algumas horas ou no dia seguinte, o animal apresenta um quadro de blefaroespasmo (fechamento voluntário das pálpebras em resposta à dor e incômodo) e se constata pelo teste com fluoresceína a presença de úlcera de córnea.

2) Intermação ("Heat Stroke") - distúrbio polissistêmico bastante comum, também causado pelo calor. É muito grave, pois coloca a vida do animal em risco. Pode acometer qualquer animal, mas os cães braquiocefálicos, os filhotes, os idosos e os mais agitados são os mais predispostos. Geralmente a intermação está associada a água muito quente, ambiente úmido, quente e pouco ventilado, secador muito quente e/ou próximo do animal e ao hábito de secar o animal dentro de gaiolas. Ocorre porque o animal não faz a troca de calor com o ambiente na medida necessária. Desenvolve-se então a hipertermia (aumento da temperatura corpórea) com conseqüente necrose celular, podendo ocorrer o choque hipovolêmico, edema pulmonar, edema cerebral, falência renal, entre outros. O animal vai a óbito rapidamente, sem que se possa intervir a tempo.

Como apresentar o cão ao gato

Diferente do que vemos nos desenhos animados, cães e gatos podem ser grandes amigos. Tudo depende de como foram sociabilizados e de como serão apresentados. Fazendo a apresentação corretamente, podemos evitar vários problemas futuros, como brigas, ciúmes, etc. Para isso, precisamos de algumas ferramentas básicas: petiscos para cães e gatos, caixa de transporte para o gato, coleira e guia próprias para felinos, além de coleira e guia para o cão.

O bichano deverá estar dentro da caixa de transporte para os primeiros contatos com o cão. Tomamos esse cuidado para evitar que o cão tente "caçar" o gato livre, que por sua vez tentará fugir, começando uma verdadeira caçada dentro de casa. Acostume o gato com a caixa, colocando um pouquinho de ração ou petisco dentro dela e deixando que ele se alimente lá. Feche a porta e aumente o tempo que o gato fica dentro da caixa gradualmente.

Com o gato acostumado à "toca", é hora de trazer o cãozinho, que deve estar usando coleira e guia para maior controle. Primeiramente, deixe que ele olhe o gato de longe e recompense-o com um petisco. Faça a aproximação gradualmente, sempre recompensando o cão e o gato, caso se comportem e permaneçam calmos. Diminua a distância gradualmente, sempre que perceber que ambos estão mais focados nos petiscos e brinquedos do que um no outro. Quanto mais vezes esse treino for feito, melhor, mas é preciso ter paciência. Se houver demonstração de ansiedade ou agressividade (olhar fixo, posição de caça, rosnados), iniba, levando o cão para mais longe da caixa, e recomece o treino com maior distância.

Latidos em excesso: como minimizar o problema

O latido é uma forma de comunicação comum e natural para os cães. Eles podem ter várias conotações: comunicação entre cães durante uma brincadeira, demonstração de agressividade ou ansiedade, alerta sobre algum estímulo externo. Porém, quando os latidos se tornam excessivos, podem causar problemas tanto no convívio com as pessoas, quanto ao próprio cão, pois a ansiedade gerada pelo excesso de latidos pode causar úlceras, rouquidão e outros problemas relacionados ao estresse.

No caso de cães que latem demais quando ficam sozinhos, o treino deve ser feito para aumentar a sua independência. Espalhe brinquedos pela casa e o incentive a brincar sozinho - ossos e brinquedos interativos, que soltam comida, são boas opções. Não deixe que o cão siga as pessoas o tempo todo, fechando as portas de vez em quando. Recompense-o quando ele se mantiver calmo ao ficar só, e ensine comandos para que ele se comunique de forma silenciosa.

Animais que latem por ócio ou falta de atividades adequadas normalmente têm excesso de energia acumulada, pois não são estimulados corretamente. Nesse caso, o ideal é usar brinquedos diversos, como ossos, bolas, cordas, caixas de papelão para serem destruídas, garrafas pet recheadas com ração, entre outros. Longas caminhadas e outros tipos de esportes caninos também são bem-vindos, pois o principal é manter o cão que late por ócio cansado e com brinquedos adequados em casa.

Afinal, quem são os animais?

Hoje trago-vos um dos temas que, definitivamente, mais me revolta: o abandono e/ou maltrato de animais.
Em Portugal, são abandonados mais de 10000 animais por ano. Talvez por extenso seja mais chocante: dez mil animais! Estima-se que exista mais de meio milhão de bichos sem dono. Um número tão grande de abandono, num país como o nosso, é absolutamente vergonhoso.
Vergonhoso também é o facto de vários animais terem têm dono e serem maltratados por esse, ou esses humanos que lhes deviam dar carinho, conforto, felicidade, e sobretudo respeito! Há pessoas que têm animais em casa simplesmente porque esses animais têm uma função, por mero interesse... Querem que o animal lhes faça e sirva para o que pretendem, porém não lhes dão o que eles merecem, nem aquilo a que têm direito. Muitos passam fome, sede, frio, calor, a até dias sem ver ninguém. E para além de passar por isso, são vários os animais que estão acorrentados, presos na solidão em que os deixam. Sem direito a uma festinha, sem direito a poderem dar uma corrida, e com o (péssimo) acréscimo de terem de sentir o peso da corrente e de terem comichão, da qual não se conseguem livrar.
Acerca disto, encontrei algo que toda a gente deve ver. O seguinte vídeo devia ser visto por toda a gente que já acorrentou um animal ou chegou a pensar nisso!

Há diversos aspetos que me deixam completamente fora de mim no que toca aos atos dos humanos para com os animais, e podia escrever aqui o terceiro testamento, mas não o vou fazer. No entanto, não posso deixar de dar alguns exemplos!
Algo que me irrita bastante é o facto de acharem os animais uma "delícia" quando são pequenos; uns autênticos bonecos. Engraçados, e até vêm com pelo, uau! Muito giros para brincar e para observar e dar umas boas gargalhadas à conta deles... Mas as pessoas esquecem-se que eles, tal como nós, não ficam pequenos para sempre. Acabam por crescer e aí já não são tão bonecos, já não são tão engraçados. Já são chatos, já são cansativos, e aquilo que antes tinha piada passa a ser motivo para zanga. Gente, onde está o sentido?! Eu vejo muito isto e juro que não consigo perceber. Por esta lógica, quando os vossos filhos tiverem uns 6 anos, também os mandam ir dar uma volta. É? Será assim? Não, mas com os animais isso já se pode fazer... ERRADO!

Problemas durante o passeio

Seu cão puxa demais no passeio? Late quando vê outros cães? Não quer andar? Se você tem um desses problemas, fique tranquilo, certamente você não é o único. Eis aqui algumas dicas que podem melhorar bastante o passeio com seu cão.

Quando o cão puxa no passeio:
Devemos sempre ter consciência de que o passeio começa em casa. Se seu cão fica muito agitado ao ver você pegando a guia, espere que ele se acalme para, então, colocar a coleira. Pedir um ?senta? é muito útil também.

Tente sempre fazer todos os procedimentos (colocar a guia, passar entre as portas, elevador, portão de saída) com muita calma e tempo. Com isso, seu cão vai ficar cada vez menos ansioso nessas etapas.
Agora, você está na rua e ele é quem o conduz. Toda vez que ele te puxar, tente mudar de direção bruscamente, sem que ele veja, fazendo um zigue-zague. Isso faz com que ele fique mais atento a você e perceba que é você quem o está conduzindo.

Cães que puxam no passeio

Passear com seu cãozinho pode ser uma atividade muito prazerosa, um momento de conexão e diversão entre você e ele - isso se ele não for daquele tipo que puxa durante todo o passeio! Para ensinar seu animal a passear de maneira tranquila, seguem algumas dicas, que facilitarão o aprendizado:

- Desde o início do passeio, comece impondo limites ao cãozinho: peça para ele se sentar, antes de passar pelas portas. Dentro do elevador, não deixe que ele saia puxando em direção à árvore favorita. Isso fará com que ele preste mais atenção em você e fique mais controlado.

- Utilize petiscos e induza o cão a caminhar ao seu lado, com a guia frouxa, seguindo o petisco que está em sua mão. Recompense-o várias vezes, desde que ele caminhe calmamente.

- Se o cão puxar e esticar a guia para chegar em um poste, por exemplo, simplesmente pare o passeio e mostre a ele que esse comportamento não funciona. Ou seja, garanta que ele não consiga ir até o poste. Outra opção é caminhar em direção oposto àquela que o cão puxou. Isso fará com que o cão perceba que puxar só atrapalha o passeio, pois ele não consegue chegar onde quer e precisará seguir você para conseguir!

Aracno-Lógico: Venenos!

Aranhas e escorpiões… Símbolos de animais perigosos, peçonhentos e venenosos para grande parte da mídia.

Afinal de contas, por que eles causam tanto pânico nas pessoas?

No texto de hoje irei abordar alguns dos gêneros, que possuem os maiores históricos de acidentes aracnídicos do Brasil

Para começar…. Você sabe qual é a diferença de veneno e peçonha?

Muitas pessoas dizem que tal animal é venenoso ou peçonhento sem saber ao menos que existe diferença entre os dois termos.

Animais venenosos possuem glândulas de veneno, porém não possuem uma estrutura inoculadora. As toxinas servem apenas como defesa contra animais que tentarem predá-los, por tanto o veneno não tem, por finalidade, caçar outros indivíduos. Podemos usar o sapo Rhinella jimi como exemplo.

Livro “Somos Todos Animais” reúne coletânea de artigos da ANDA

Animais estão deixando de ser encarados como fontes de proteínas e diversão para serem reconhecidos como cidadãos com direitos. Em alguns países esse processo está mais adiantado, em outros permanece na estaca zero. Mas de qualquer maneira muita coisa mudou. Animais domésticos hoje fazem parte da família. Países criam legislações específicas para defender os direitos animais.

O livro Somos Todos Animais mostra um retrato dessa era de mudança. Seus capítulos foram escritos por autores ligados de uma maneira ou outra à causa animal. Ele mostra o quanto esse tema está presente nos menores detalhes de nossa vida.

Alguns artigos falam de alimentação, com destaque para o crescente movimento por uma cozinha sem crueldade e com cada vez menos carne nos pratos. Outros falam sobre entretenimento e cultura, mostrando a crueldade que envolve espetáculos como o circo e tradições perversas como a farra do boi.

Há também ensaios sobre aspectos mais sutis e profundos, como a espiritualidade e o complexo sentido de emoção dos animais, um assunto estudado há mais de um século, mas que só agora vem à tona. Ou a ligação entre maus-tratos a animais e psicopatia em humanos. Moda, turismo, mídia, economia são alguns dos temas revistos com o novo ponto de vista: o de humanos que descobriram que também são animais.

Como acabar com as pulgas dos gatos

Método moderno...

Veja o vídeo clicando AQUI

Fonte: http://www.ogritodobicho.com/2014/11/como-acabar-com-as-pulgas-dos-gatos.html

Trate com igualdade - Vídeo

A organização Stray Animals Foundation produziu um vídeo que mostra a trágica condição enfrentada por animais abandonados. O filme, que tem um menino como protagonista, faz com que as pessoas reflitam sobre como os seres humanos se tornaram insensíveis em relação a cães e gatos famintos, revirando o lixo, muitas vezes agredidos nas ruas; situação ignorada por ser considerada corriqueira e sem importância.

Clique AQUI para ver o vídeo.

Fonte: http://www.anda.jor.br/17/11/2014/trate-igualdade

A loucura animal

Nos últimos sete anos, a bióloga americana Laurel Braitman pesquisou a demência de cães, gatos, elefantes ou golfinhos. Nesta entrevista ao site de Veja, ela conta sua jornada pela história da insanidade animal e explica de que forma os bichos nos ajudaram, também, a compreender a mente e as emoções humanas.

Aos 6 anos, Oliver, um grande cão bernese que adorava brincar de esconde-esconde, atirou-se do quarto andar do prédio onde vivia. Ansioso por estar sozinho no apartamento, ele arrancou o aparelho de ar-condicionado da parede, comeu a fiação, jogou-se pelo buraco e, milagrosamente, sobreviveu. No hospital, olhando os ferimentos de seu cão, a bióloga Laurel Braitman resolveu entender o que se passava pela cabeça de Oliver para chegar a essa atitude extrema.

Procurou veterinários, psiquiatras, psicólogos e neurologistas e passou os últimos sete anos pesquisando animais que, como o seu bernese, apresentavam transtornos mentais. Encontrou elefantes com ataques de ansiedade, ursos depressivos, gorilas com transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), ratos e papagaios com tricotilomania (o impulso de arrancar os próprios cabelos) e golfinhos suicidas. "Identificar e entender a insanidade animal e ajudá-los a se recuperar diz muito sobre nossa humanidade. Quando estamos ansiosos, raivosos, assustados ou compulsivos mostramos o quanto somos surpreendentemente iguais às outras criaturas com quem dividimos o planeta", diz Laurel.

No livro Animal Madness (Loucura Animal, sem edição em português), recém-lançado nos Estados Unidos, a bióloga, que também é especialista em história da ciência pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), reconstrói a história da demência animal e conta como transtornos mentais de macacos, ratos, cachorros ou gatos impulsionaram a compreensão da mente humana. Foram eles as cobaias para testar os primeiros antidepressivos ou ansiolíticos inventados. E, da mesma maneira que nossa compreensão a respeito de distúrbios mentais evoluiu ao longo dos anos, o entendimento do cérebro e comportamento animais vem passando por uma revolução. De acordo com Laurel, a ciência não questiona mais se os animais têm emoções, mas se interroga, atualmente, que tipo de emoções são essas e de onde vêm.

Animais, Nossos Irmãos (Estudo) - Parte 7

“Cuidado significa, então, desvelo, solicitude, diligência, zelo, atenção, bom trato... estamos diante de uma atitude fundamental, de um modo de ser mediante o qual a pessoa sai de si e centra-se no outro com desvelo e solicitude”. Leonardo Boff Encontrando o Caminho

Estamos desvendando juntos um mundo que para alguns é realmente novo, um mundo onde a inclusão da responsabilidade moral para com os animais se faz presente, os laços de afeto, as relações de irmandade a qual sempre nos referimos ao falarmos sobre suas almas, agora realmente começam a existir na prática, não apenas nas palavras. Seguimos então o caminho tortuoso de mostrar que muita coisa em que acreditávamos não passavam de mentiras que nos foram ensinadas ao longo do tempo, e que hoje precisam sumir na poeira dos desenganos. Eles não apenas possuem alma, mas são seres sencientes e inteligentes; diante desse novo conhecimento algo precisa mudar : Nosso comportamento diante deles, nossa exploração por seus corpos está baseada exatamente no fato de que não acreditávamos que eles eram iguais a nós, não em forma corporal, mas emocional e sensorial. E agora sabemos: eles são iguais a nós.

Que atitude tomar então?

É inegável que muitos irão continuar ignorando esse fato, como também é inegável que muitos irão mudar. Caridade e compaixão. Pode até haver alguém que diga que um bifinho “não faça mal”, é aquele que pensa em si mesmo apenas, não se enxergando como irmão daquele Ser ainda em condição inferior ( na escalada evolutiva) à ele .


Animais, Nossos Irmãos (Estudo) - Parte 6

“O Homem não é o único animal que pensa!
É o único animal que pensa que não é animal.”
Pascal A Inteligência dos Animais

Muito se discute sobre a inteligência animal. Cientistas do mundo todo fazem teses e testes a esse respeito, criam meios mirabolantes de testar tal e tal raciocínio e terminam, uns por achar que os animais não pensam, outros por achar que agem apenas pelo instinto e, muitos outros, de que a capacidade deles em resolver problemas de ordem lógica é bem alta.

Chamem como o quiserem, o certo é que alguns animais ultrapassam a linha de raciocínio que lhes é testada. Não pegando bolinhas ou fazendo gracejos para seus tutores em troca de biscoitos, mas sim, conseguindo compreender as coisas que acontecem ao seu redor. Exemplo disso foi a gorila Washoe(falecida) que através de sinais conseguia articular frases gramaticalmente corretas e expressar o que quer que sentisse no momento, raiva, ciúme, inveja, amor, e além de tudo, ainda ensinou outros gorilas a se comunicarem através da linguagem de sinais.

Muitos estudos científicos já chegaram à conclusão de que a inteligência não é mais um privilégio humano ,e que alguns animais possuem a capacidade de aprender a lidar com alguns instrumentos ou criar outras ferramentas que possam facilitar-lhes a vida com extrema habilidade, alguns cientistas até sugerem que os golfinhos são infinitamente mais inteligentes que os humanos, que se reconhecem e se chamam por nomes e que a linguagem usada por eles ultrapassa o número de “palavras” em comparação com a nossa. Relataremos abaixo algumas experiências sobre a dimensão da inteligência animal, e que o amigo leitor tire, ele mesmo, suas conclusões, sabendo que não é a inteligência ou a senciência, que podem fazer com que existam seres superiores ou inferiores, visto que afirmamos mais uma vez, viemos de um mesmo Pai:

Animal não é brinquedo - Texto para reflexão

* Criança clara, olhos azuis, se porta bem a mesa, vai bem aos estudos. Dócil com humanos e animais. Motivo da doação: Comprei uma geladeira nova e não terá mais espaço para ela. Caso não arrume adotante, será entregue a algum abrigo, já tentei de tudo.

* Criança especial, míope. Dá muito trabalho e não tenho tempo de cuidar. Soltarei nas ruas caso não a doe até sábado.

* Senhor idoso, diabético. Os gastos são muito altos e como estou desempregada, não posso custear o tratamento. Precisa de cuidados. Mudarei de casa também, para um local pequeno, não terei espaço e saco para cuidar de um velho. Urgente.

* Adolescente mal criado e rebelde. Faz sua bagunça pela casa toda, tenho que ficar pegando as coisas, fala alto, não me obedece.. Estou louca com isso. Não sei mais o que fazer. Vou entregá-lo a própria sorte.

* Vi num anúncio que vocês cuidam de abandonados. Estarei levando uma adulta a vocês hoje, é minha mãe. Como estou de casamento marcado, não quero incômodos. Ela lava, passa e cozinha.

LEGAL NÉ? INVERTE A SITUAÇÃO E SE DESFAÇA DE VOCÊ MESMO PORQUE VOCÊ TAMBÉM INCOMODA MUITAS VEZES!OBRIGADA POR DEIXAREM TANTOS ANIMAIS NAS RUAS, NOS CCZs. O GRANDE PECADO DELES, FOI TER ACREDITADO NA FUTILIDADE DAS PESSOAS.

ANIMAIS SÃO EVOLUÍDOS E VOCÊ?

É Asssim qque milhares de animais são descartados na rua todos os dias. Por isso antes de pegar um bichinho pense bem se vc vai poder dar a ele atenção, conforto, cuidados com alimentação e sáude. Se você tiver dúvida em um desses requisitos é melhor deixá-lo onde está e dar a ele a oportunidade para que outra pessoa, possa fazer o que você neste momento não poderá. Reconheça suas limitações, não faça com que outra vida sofra por sua causa. Você não faria isso com seu filho! Faria?

Animal não é brinquedo, adote com responsabilidade!

Fabiana P. Albino

Fonte: http://aila.org.br/texto-para-reflexao/

Livro documenta amizades improváveis de animais completamente diferentes


O livro “Unlikely Friendships: 47 Remarkable Stories from the Animal Kingdom” é um registro de contos que documenta histórias surpreendentes de animais que, sem nada em comum uns com os outros (espécie), criam laços da forma mais apaixonante.

Jennifer Holland é uma escritora sênior da revista National Geographic, mora em Silver Spring, junto com seu marido Maryland, dois cães e dezenas de cobras e lagartos. Nenhum deles, infelizmente, atravessou essa barreira da espécie para fazer amizades com o outro, mas com certeza seu livro já é motivo suficiente para nunca duvidar do poder da amizade.

Veja agora uma das histórias que você vai encontrar no livro:


A Leoa e o bebê Oryx
Foi em Samburu, reserva nacional do Quênia que ocorreu uma união aparentemente bíblica. Uma amizade que os locais chamam de uma mensagem de Deus. Este acontecimento notável foi a ligação pacífica que se formou entre um bebê antílope e um leão, a quem foi dado o nome de Kamunyak, ou “aventurado”.

As pessoas vieram, desejando ver o estranho par com seus próprios olhos, questionando quanto tempo o predador teria cuidado de sua presa. A Leoa, que tinha não filhotes, deixou seu orgulho e seus instintos naturais de lado e adoptou o Oryx. Ela caminha com ele, dorme com ele e desenvolveu uma profunda intimidade social que desafia as leis da natureza. Os especialistas ficaram intrigados e consideram esse evento como um enigma.

Cidadania Ambiental

Quando o homem deixou de ser nômade teve que disciplinar suas atividades às margens dos rios, onde se edificavam as cidades. O regime dos homens dependia do regime dos rios. Por isto podemos dizer que o Direito Ambiental antecede aos outros ramos do Direito, e que o homem saiu da Idade da Pedra rumo à civilização, quando associou os conhecimentos de Direito  aos de Ecologia.

A Magna Carta (Inglaterra -1215), o primeiro documento no ocidente que se tem notícia sobre os Direitos Humanos, em 1216 dividiu-se em dois textos, Carta das Liberdades e  Carta das Florestas. Foi o primeiro entrelaçamento expresso entre o Direito e a Ecologia, e o reconhecimento de que o homem só poderá ser livre e feliz em um ambiente saudável.

Na época que antecedeu a Revolução Francesa, marco histórico na evolução dos Direitos do Homem, Montesquieu em " Do Espírito das Leis" (1748), dedicou quatro capítulos para descrever as relações entre as leis e a natureza do clima e do terreno.

Ao nosso século coube a realização de um dos mais importantes encontros da humanidade, no Rio de Janeiro, em 1992, a Conferência Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, quando os países se comprometeram a elaborar leis em defesa do meio ambiente e se mobilizar em defesa do Planeta.

Dicas para os cães não ficarem entediados

Você deixa seu cão sozinho todos os dias enquanto vai trabalhar? Não se preocupe: há muitas coisas que você pode fazer para evitar que seu cão fique entediado. Veja algumas.

Todos os dias, milhões de cães leais são deixados para trás enquanto seus donos vão trabalhar. Estes animais de estimação ficam horas sozinhos, dividindo seu tempo entre dormir e brincar. Embora esse pareça ser um estilo de vida relaxante, pesquisas indicam que os cães podem e realmente ficam entediados.

"Muitos donos sentem uma pontada de culpa quando deixam seus cães sozinhos," diz o Dr. James H. Sokolowski PhD. "Mudanças simples na casa e no jardim e brinquedos apropriados podem ajudar a reduzir o tédio e fazer com que o tempo que o cão passa sozinho seja muito mais interessante e agradável."

Seguem algumas dicas de como reduzir o tédio dos cães:

- Coloque espelhos no local em que filhotes brincam. Isso não é apenas divertido, mas também ajuda na socialização deles.

- Escolha brinquedos que estimulem brincadeiras ativas e interessantes para seu cão, como bolas de borracha que rolam em direções inesperadas e brinquedos de borracha para morder que tenham diferentes formas e texturas.

Abandonados...


A solidariedade dos Animais


Os animais estão sempre nos dando lições de solidariedade. Basta observá-los e veremos como são capazes de partilhar o alimento e o espaço da Terra, cada qual extraindo para si apenas o necessário para sobreviver. São capazes de sentir afeto e de auxiliar indivíduos de outras espécies.

Um fato notável aconteceu em Arcansas, nos EEUU, na década de 80. Um recém - nascido abandonado num bosque dentro de um saco plástico, foi salvo por um gato que, para protegê-lo do frio da madrugada, aqueceu-o com o seu corpo até conseguir socorro. Slowly, o gato herói, tinha o hábito de voltar para casa de seus donos antes do anoitecer. Certa manhã, ao acordar sem encontrá-lo, estes foram procurá-lo no bosque e o encontraram dentro do saco plástico. Ele começou, então a miar estranhamente, os donos se aproximaram e o encontraram lambendo o bebê.

Outro fato notável é o caso da gata Daisy, que foi alimentada por um casal que passava férias no norte do Estado de NY. Ao voltar para casa no Estado de NY abandonaram-na. Um mês depois Daisy apareceu miando na porta do casal carregando um dos seus filhotes. Em seguida fez mais quatro viagens trazendo de cada vez um filhote.

Não menos famoso é Nekochin, o gato que virou notícia no Japão ( 1992), por ter contrariado a convicção popular de que os felinos são desapegados em relação ao dono. Abandonado, o animal percorreu mais de 100 quilômetros para voltar à casa de seu proprietário, na província de Shiga.

Paz na Terra para todos os vulneráveis

Todos nós almejamos que o  futuro nos reserve um mundo mais pacífico, próspero e justo. E que o perfume da paz flutue sobre o espaço inteiro da Terra..

Este é um mundo que só poderemos construir todos juntos. Temos que reconhecer, em adição às nossas responsabilidade profissionais e familiares, que temos uma responsabilidade coletiva com a sustentação dos princípios da dignidade humana, com a restauração da integridade da natureza e da dignidade dos animais, em nível global. Todos temos o dever, enquanto livres e soberanos de nossa própria vida, um dever planetário, especialmente para com os mais vulneráveis.

Nós acreditamos que o novo século será um desafio sobretudo para as mulheres que passarão a dividir os poderes com o homens e que terão o compromisso de fazer de sua co-participação uma força positiva. Todas as mulheres do mundo terão uma participação decisiva na construção de um desenvolvimento sustentável, como educadoras das crianças e gestoras dos recursos naturais dentro de cada família humana. As mulheres de todo mundo terão que atuar fortemente para a consolidação de valores fundamentais, nestes incluídos a liberdade, igualdade, solidariedade, tolerância, respeito pela natureza, e responsabilidades partilhadas.

Fumantes passivos e animais de estimação

Gastamos muito tempo tentando manter nossos animais de estimação em forma e saudáveis.

Entretanto, embora nos preocupemos constantemente com o alimento que damos a nossos bichinhos ou com a quantidade de exercício que fazem, com que freqüência consideramos a possibilidade de sofrerem de uma doença fatal causada por nossa própria mão, quando portando um cigarro?

Há poucos estudos sobre o efeito da fumaça do cigarro em animais. Entretanto, o Dr. Anthony Moore da Universidade de Massachusetts revelou que viver em uma casa com fumantes aumenta consideravelmente o risco de um gato ou cachorro ter linfomas. O Dr. Moore espera que novas pesquisas ligando fumo passivo aos tipos mais comuns de câncer em animais de estimação estimulem pessoas à deixar o ví­cio. "Penso que há muitas pessoas que não deixariam de fumar por elas mesmas nem por suas famí­lias, mas deixariam por seus gatos e cachorros", diz esperançoso.

Embora haja ceticismo a respeito das pesquisas, é claro que seu animal de estimação está sujeito à fumaça de cigarros dentro da casa e que seu sistema respiratório sente os efeitos. Alguns veterinários dizem que a fumaça se torna mais concentrada a ní­veis baixos e usam este dado em defesa de nossos animais. Apenas 15% da fumaça do cigarro é inalada pelo fumante. O restante é dispersado na atmosfera, expondo bichinhos a mais de 400 toxinas. Essa fumaça tem mais de 40 substâncias causadoras de câncer, assim como monóxido de carbono.

Como manter seu cão com ótima aparência

Com cuidados apropriados, seu cão terá sempre pelo lustroso e brilho nos olhos. Vejamos os cuidados básicos.

- Não é bom dar banhos demais em seu cão
Você deve apenas dar um banho em seu cão quando ele estiver sujo ou se o veterinário aconselhar. Se der banhos demais, vai eliminar todos os óleos naturais que protegem do frio e da umidade. Dê banho apenas quando o tempo estiver bom ou dentro de casa para evitar gripes e use apenas produtos feitos para cães. NUNCA use detergentes ou desinfetantes domésticos, pois agridem a pele de seu cão.

Se o seu cão precisar de um banho, assegure-se de que tudo está preparado de antemão, caso ele tente escapar!!! Prepare uma área para lavá-lo e secá-lo, então deixe à vista os equipamentos necessários. Este é também um bom momento para arejar e limpar a cama dele.

- Cuidados básicos na hora do banho
Dar banho em um cão pode fazer uma grande bagunça e no calor é melhor fazê-lo fora de casa. Pegue uma banheira ou outro container, encha até a metade com água morna (não quente!) e reserve uma grande quantidade para enxaguar. Use um shampoo suave para crianças ou o produto que seu veterinário recomendar. Leia atentamente as instruções antes de começar e separe uma toalha velha e limpa. Dependendo da raça do seu cão, talvez precise de um secador de cabelos.

Como adaptar o cão a uma nova moradia

Quando mudamos de casa, os cães perdem as referências as quais eles estavam acostumados podendo gerar estranheza. Alguns cães podem ficar mais agitados e outros podem se comportar de maneira mais reservada. Geralmente são comportamentos que passam com poucos dias, mas existem algumas dicas que podem ajudar o cão a criar um vínculo com o novo ambiente de maneira mais rápida.

Na primeira noite ofereça referências na caminha do animal como, por exemplo, brinquedos e cobertores ou paninhos contendo o cheiro do cão ou dos donos.

Interaja com o cão usando brinquedos e fazendo carinhos.

Introduza um brinquedo inteligente como bola contendo petiscos para serem retirados pelo cão.
Trate o cão com naturalidade, carinho e paciência.

Faça passeios diários.

Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira

Fonte: http://www.petshopauqmia.com.br/2013/08/como-adaptar-o-cao-a-uma-nova-moradia/


Coisas que devemos pensar antes de adotar um animal de estimação

Antes de adotar um animal de estimação reflita e pondere sobre algumas questões:

Desejo realmente ter a companhia de um animal? Estou ciente das despesas que ele pode trazer?

Minha casa tem espaço adequado para abrigar o animal desde a infância até a velhice, com local para ele repousar e se alimentar?

As pessoas que residem comigo aceitam e concordam com a presença desse animal? Eles estão cientes do compromisso resultante da presença desse ser?

Terei condições de me dedicar a esse animal? Darei carinho e atenção a ele, não apenas quando filhote, mas a vida inteira?

Estou ciente dos cuidados diários com a higiene e alimentação do animal, da atenção a carteira de vacinação e as consultas médico-veterinárias? Tenho ciência de que terei que promover tal proteção pelo tempo em que o animal viver?

Alimentos perigosos para cães e gatos

Alimentos com xilitol: esse produto é um adoçante utilizado na fabricação de doces como gomas de mascar. Pode causar efeitos graves como dificuldade de andar, crises convulsivas e até a morte.

Chocolate: assegure-se que esse alimento nunca fique sequer ao alcance do seu animal. A teobromina contida no chocolate tem potencial para causar intoxicação grave e até fatal, com quadros que apresentam sintomas variados. Os sinais mais freqüentes são agitação, vômito, diarréia, hemorragia intestinal, febre, sede excessiva, incontinência urinaria, tremores, arritmia cardíaca, aumento da freqüência respiratória e coma. A dose tóxica de teobromina para cães e gatos é de 20 a 60 mg por quilo de peso do animal. Já a dose letal situa-se entre 100 e 200 mg por quilo de peso. Os chocolates escuros são mais tóxicos em comparação aos mais claros. Devido à substância agir por um longo período de tempo dentro do corpo do animal, uma pequena porção se ingerida em dias sucessivos também pode acabar levando o animal a quadros de intoxicação. O único chocolate permitido para os nossos mascotes são os produzidos especialmente para eles, livres da teobromina.

Doces em geral: alimentos doces são preferidos mais pelos cães do que pelos gatos. No entanto, nenhum dos dois animais devem se beneficiar desses alimentos nem mesmo quando oferecidos de forma esporádica. A ingestão de açúcar causa o aparecimento de cáries, proporciona o ganho de peso, predispõe a diabetes e até mesmo a pancreatite. Não é raro também provocar desarranjo intestinal e vômitos.

Ser Veterinário

Pensando bem...
... ser veterinário não é só cuidar de animais.
É, sobretudo amá-los, não ficando somente nos padrões éticos de uma ciência médica.
Ser veterinário é acreditar na imortalidade da natureza e querer preservá-la sempre mais bela.
Ser veterinário não é só ouvir miados, mugidos, balidos, relinchos e latidos, mas principalmente entendê-los
e amenizá-los.

É gostar de terra molhada, de mato fechado, de luas e chuvas.
Ser veterinário é não importar se os animais pensam, mas sim que sofrem.
É dedicar parte do seu ser à arte de salvar vidas.

Ser veterinário é aproximar-se de instintos. É perder medos.
É ganhar amigos de pelos e penas, que jamais irão decepcioná-lo.
Ser veterinário é ter ódio de gaiolas, jaulas e correntes.

Boas idéias para um verão quente

Os verões estão cada vez mais quente. Há relatos de cães que faleceram em carros. Até mesmo carros, trailers e abrigos precisam de ventilação adequada, especialmente no calor. O melhor conselho é nunca deixar um animal sozinho em casa nestas épocas.

Mas, além deste conselho, há outras coisas a fazer para evitar com que nossos animais de estimação sofram de insolação. A primeira coisa a ter em mente são os sinais: respiração ofegante, mesmo quando a temperatura estiver relativamente baixa, cansaço no calor e gengivas bem vermelhas. Caso seu cão esteja com estes sintomas, seria bom levá-lo ao veterinário.

Também há testes para desidratação. Belisque a pele entre as omoplatas. Caso fique na posição em que está por mais de três segundos, seu animal de estimação está desidratado e precisa do veterinário imediatamente.

Antes de sair, você pode ajudar a resfriá-lo aplicando toalhas molhadas ou gelo e, quando estiver no carro, ligar o ar condicionado, caso tenha, na temperatura mais alta. Lembre-se de que, diferente de nós, animais de estimação não conseguem tirar suas roupas e também não suam. Alguns animais de estimação, como os que têm pelagem escura e pesada, sofrem mais com o calor do que outros.

Para ajudar seu animal de estimação a se manter refrescado, pode-se colocar três a cinco gotas do Floral de Bach Rescue Remedy em sua água. Uma alternativa caseira é belladonna de uso homeopático. É sempre uma boa idéia encorajar seu animal de estimação a beber. Animais que sofrem com calor excessivo precisam beber muita água em verões quentes, mas seu mecanismo de sede nem sempre é tão sensível quanto deveria ser. Como resultado, nem sempre os cães bebem toda a água de que necessitam.

Como evitar a destruição de objetos

A lista é infinita, e esse comportamento não é só uma “reclamação” porque o dono saiu de casa e o deixou sozinho. O real motivo da destruição de objetos é a falta de atividade.

Na natureza, os cachorros gastariam a maior parte do tempo em busca de alimentos, abrigo, água etc. Se você pensar na vida dos humanos, não é muito diferente. Nós passamos um bom tempo do dia trabalhando, dirigindo, falando com pessoas, usando a internet, o telefone, lendo livros, enfim, nosso dia a dia é bem cheio. Quando o cachorro fica em casa e não tem o que fazer, ou melhor, não tem atividade monitorada, ele apronta mesmo. Na verdade, ele cria seus brinquedos e atividades escalando a pia, roubando roupas do varal etc.

Muitas pessoas devem estar justificando: “mas ele tem mais de 10 brinquedos, por que ele não brinca?”. Na verdade, alguns até brincam com esses brinquedos, mas, por pouco tempo, não o suficiente para se distrair e gastar a energia necessária. Outro motivo é que a maioria desses brinquedos é imóvel, não oferece uma disputa ou dificuldade. O que pode ajudar a deixá-los mais interessantes é fazer um rodízio entre eles: guardar alguns por uns dias e, depois, oferecer.

Como evitar que o pet destrua móveis e objetos [Cuidados e Dicas]

Para muitos donos de cães, um dos grandes problemas de seus peludos é o hábito de destruir objetos, sejam eles móveis, roupas, sapatos, e até mesmo seus próprios brinquedos. Para lidar com esse problema, é necessário compreender que destruir objetos é uma necessidade natural para a maioria dos pets, pois é dessa forma que eles brincam, gastam energia e interagem com os objetos e ambiente onde estão – principalmente os filhotes, que usam a boca para conhecer as coisas e também sentem desconforto devido à troca de dentes, o que causa mais mordidas e destruição.

Outra coisa importante é que, muitas vezes, os pets não recebem os brinquedos adequados e não são exercitados o suficiente. Isso pode causar tédio e, consequentemente, um interesse maior pelos objetos do ambiente, aumentando a bagunça.

Para diminuir o interesse do cãozinho por objetos proibidos, a medida mais simples a se fazer é impedir o acesso a eles: coloque o cesto de lixo sobre o balcão da cozinha, não deixe chinelos e sapatos à disposição do pet quando ele estiver sozinho, esconda fios de aparelhos eletrônicos atrás de móveis etc. Quanto menos oportunidades o cão tiver de interagir com os objetos, melhor será o treino.

Dicas para cão não destruir a própria cama

Para que o cão adote a cama, é preciso que ela fique afastada de onde ele faz as necessidades e de objetos ou locais dos quais ele tem medo, além de estar abrigada do sol, chuva e frio.

O cão pode relutar em adotar a cama se estranhar a textura dela, o formato ou o odor. Colocar nela um pano com o cheiro do proprietário poderá reverter à situação.

Para aumentar a probabilidade de o cão agir corretamente, exponha-o a cama ao voltar de um longo passeio ou quando ele estiver com sono.

Não force o animal ficar na cama. Deixe-o escolher onde quer deitar. Nos dias de calor, por exemplo, ele poderá preferir descansar no chão.

Animais, Nossos Irmãos - (Estudo) Parte 5

Senciência Animal

Sempre que levantamos a questão da carne, obtemos duas respostas distintas, que , com o esforço de muitas pessoas que lutam pela libertação animal, aos poucos estão desaparecendo. A primeira era a antiga crença de que os animais não eram sencientes (seres que podem ter emoções, sensações, vontades), a segunda é que poderiam ser explorados porque não eram inteligentes (raciocínio na resolução de problemas, memória, etc). No entanto, são duas barreiras que iremos quebrar de uma vez por todas. Seria bem simples dizermos de pronto, que o fato de um Ser qualquer , não ser considerado inteligente, não nos permite fazermos com ele as atrocidades que cometemos para com os animais, esse é um principio apenas, mas vamos fortalecer ainda mais nossas argumentações para que não restem dúvidas.

Qual ser humano poderia fazer mal a um ser senciente, que tem emoções, que sente dor, que sente alegria? Logicamente nenhum, não podemos nos permitir proporcionar dor ou sofrimento, tristezas ou amarguras. Por isso algumas pessoas relutavam –algumas ainda relutam- em aceitar que os animais são seres sencientes. As que aceitam, logo se propõe a dizer que, por eles não serem inteligentes, poderiam ser abatidos de um modo que não sentissem dor. O problema é que a senciência não se restringe ao campo da dor material simplesmente no momento do abate. Quando nós estamos solitários e tristes, sabemos o que é a tristeza, embora seja uma dor palpável, e sabemos que os sentimentos não são palpáveis, não são materiais, compreendemos que eles provêm sim, de algo material para poderem ocorrer, a tristeza provêm da dor do encarceramento do corpo, a alegria provêm da felicidade do corpo de ser livre, tudo isso torna-se ou não, dor. Os animais sofrem desde o nascimento, encarcerados em celas minúsculas, ora com excesso de indivíduos, sendo forçados de um lado a outro, ficando confinados para que a carne fique tenra, entre outras torturas. O sofrimento deles não ocorre apenas no momento do abate como muitos querem crer, mas durante toda sua vida, isso devido à senciência: eles sentem dor, sentem tristeza e o pior, sentem medo, muito medo e esse já é um aspecto psíquico que deve ser levado em alta conta por qualquer pessoa que se coloque como racional.

Agressividade Felina

Gatos são ótimos pets. Carinhosos, divertidos e muito apegados aos donos. É um mito aquela história de que “gatos não gostam de pessoas, e sim de lugares” ou ainda que “gatos são animais arredios”. Porém, alguns animais realmente podem se tornar agressivos ou tímidos, e existem várias causas para isso.

Primeiramente, pode ser devido à falta de algo fundamental na infância: a fase de sociabilização - que vai da 2ª a 9ª semana de vida. É nessa época da vida do gato que devemos, gentilmente, habituá-lo aos toques, cortes de unhas, escovação, massagens no corpo todo, contenção, pois precisará fazer tudo isso quando se tornar adulto.

Habitue o gato com essas coisas, associando-as a recompensas (o ideal são petiscos saborosos) e em treinos bem curtos, diariamente. Acostume o felino com pessoas de biótipos diferentes – homens, crianças, adolescentes, idosos, pessoas altas, baixas, magras, obesas etc. E também com outros animais, sempre aos poucos e recompensando quando ele estiver calmo. Dessa forma, as chances de demonstrações de agressividade por medo diminuirão no futuro.

Benefícios físicos e psicológicos da relação Homem x Animal [Informações e Publicações]

- Desde 1792, na Inglaterra, já existiam estudos que mediam os benefícios da relação mais estreita com os animais, a começar com os doentes mentais.

- Dois médicos da África do Sul, Prof. Johannes e a Dra. Susan Lehmann, obtiveram ótimas respostas sobre os mecanismos biológicos alterados na relação entre seres humanos e animais. Tanto humanos como os cães sofrem uma mudança hormonal benéfica nas endorfinas beta, phenilatalamina, prolactina, dopamina e oxitocina dentro de uma interação positiva de 15 minutos. A liberação dessas substâncias químicas não somente faz as pessoas felizes, mas também diminui o hormônio do estresse, que é o cortisol. (Odendaal, 2001)

- Um dos últimos estudos do Dr. Odendaal envolveu 6 participantes clinicamente depressivos, os quais tiveram a visita de cães por 30 minutos diariamente. O sangue das pessoas do grupo, antes de receberem a visita dos cães, foi medido e apresentou baixo nível de aminoácidos de precursores químicos, que criam o prazer e a alegria, a serotonina, phenylethylamine e dopamina. Depois que os cães foram introduzidos, os precursores do aminoácido dessas substâncias químicas aumentaram no soro do sangue. As pessoas relataram que se sentiam menos deprimidas. (Odendaal, 2003)

- O prof. Warwik Anderson descobriu, num estudo com amostra de 6.000 pessoas, que os proprietários de cães e gatos tinham significativamente menos taxas de trigliceres e colesterol do que os não proprietários. (Anderson, 1992)

Briga de cães: os animais devem ficar separados para sempre?

Em caso de briga de cães, como uma medida preventiva, separe-os para evitar novos atritos. Mas, eles não têm que viver separados para sempre obrigatoriamente. Você vai precisar se dedicar bastante e ter paciência para garantir o bem-estar deles e para que voltem a conviver em harmonia. Conhecer bem cada cão vai ajudar muito a prevenir situações de estresse e que gerem novas brigas.

Além disso, você poderá focar em treinos específicos para cada um deles. A reaproximação deve ser feita sempre pensando na segurança de todos, incluindo as pessoas da casa, já que há risco dos cães redirecionarem a agressividade para alguém que estiver por perto, caso não consiga alcançar o outro cão. Além disso, é fundamental ter sempre a supervisão de uma pessoa, para fazer associações agradáveis aos cachorros durante os reencontros.

Dicas
- Pegue dois paninhos ou cobertas, cada um com o cheiro de cada cão. Coloque o paninho com o cheiro de um embaixo do pote de comida do outro. Repetindo todos os dias, eles vão associar o cheiro do outro cão com a sensação agradável de se alimentar.

Como lidar com cães que pedem comida?

Imagine a cena: a família almoçando e o cãozinho ao lado da mesa, com aquele olhar pidão, tentando ganhar um pedacinho. Sem sucesso, o cão dá um latido, para ver se ganha um pouquinho daquela comida tão cheirosa. Com pena, alguém joga “só um pedacinho para ele matar a vontade”.

Logo depois, o cãozinho late novamente, mais insistentemente, pois quer mais um pouco. Os latidos ficam cada vez mais insistentes, então, alguém resolve dar uma “bronca” no totó: “Pode parar de latir! Só mais um pedacinho e agora chega!”. Essa cena é familiar? Pois é, muitas pessoas tentam ensinar seus cães a não pedirem comida à mesa, porém, na verdade, estão ensinando exatamente o oposto!


Para que o cão pare com esse comportamento tão indesejado é preciso, primeiro, mostrar o comportamento que você quer que ele tenha. Ensine o comando “senta” e o recompense com um petisco. Assim, ele aprende que sempre que estiver sentadinho, sem latir ou pular, ele ganha um petisco. Caso ele lata ou pule, simplesmente o ignore, virando de costas e não dando o petisco.

Outro ponto importante é aprender a ignorar o comportamento errado. Se toda a vez que o cão late ou pula para pedir comida você fala com ele, tenta acalmá-lo, dá um pedacinho de comida para que ele fique quieto, na verdade, você o está recompensando pelo comportamento errado.

Animais, Nossos Irmãos - (Estudo) Parte 4

A proteção aos animais faz parte da moral e da cultura dos povos"  - Victor Hugo



Mediunidade Animal

Muitos questionam sobre a mediunidade nos animais e na verdade surge, nesse caso, uma particularidade pequena entre homens e animais: O intelecto mais evoluído que proporciona a comunicação por palavras - sendo que não podemos esquecer que inúmeros pesquisadores já demonstraram que muitas espécies de animais são capazes de um raciocínio lógico na resolução de problemas-. Não vetando, contudo, a possibilidade dos animais verem espíritos, embora não atuem como médiuns tal como os humanos. Muitos irmãos insistem em dizer que os animais, considerados inferiores, só enxergam espíritos inferiores, mas será isso verdade? 1- Era hábito do velho senhor sentar-se em sua cadeira e tirar os sapatos. Seu fiel companheiro, um cachorro, seguia para o quarto e lhe trazia os chinelos. Anos se passaram e o velho senhor desencarnou. Certa feita, quando a família estava reunida na sala, notou que o cão modificara o temperamento, correu para o quarto todo feliz e voltou trazendo os chinelos de seu querido dono, colocando-os como de costume, perto da cadeira. 2- Numa casa dita “ Mal assombrada”, onde uma senhora de preto sempre aparecia, conta-se que certa vez viram o cão correr em direção a escada , abanando o rabo, todo festeiro como sempre o fazem quando desejam agrado, mas no mesmo instante, correu para debaixo do sofá, assustado com o que provavelmente vira.

Esses e outros casos podem ser encontrados nos diversos livros já citados anteriormente, todos com base em estudos rigorosos, demonstrando a capacidade que os cães possuem de enxergar tanto espíritos bons quanto aqueles que desconhecem o bem. Como o tempo é curto, e a leitura na net é muitas vezes cansativa, resolvemos apenas pincelar o assunto.

Pegadas dos Animais

Examinando as marcas que as patas dos bichos deixam na neve, no lodo, na areia, na terra, é possível dizer muito a respeito do animal, que vida ele leva, se é herbívoro ou um caçador. As patas com dedos reunidos por membranas denunciam hábitos aquáticos. As marcas de cascos, que são unhas transformadas, denunciam o corredor das planícies, tipo cavalo ou boi, ou então um escalador das montanhas, tipo cabra saltadora. As marcas mais leves dos cães e gatos denunciam o caçador sorrateiro. E a marca de pata peluda do urso polar nos dizem de seu "freio".

A pata do urso polar, além de ser um órgão natatório, é principalmente um "órgão para das patadas", isto é, golpes mortíferos sobre a caça. Para isso ele desenvolveu unhas respeitáves. Uma só destas patadas, se bem aplicada, pode matar um homem, seja pela força, seja pela ferida produzida com as unhas. Além disso, apesar de sua aparência sonolenta, é um urso rápido.


Plantígrados 
Urso marrom, Urso branco ou polar.

O pulo do Gato

Para evitar lesões graves e até mesmo a morte, os felinos domésticos possuem uma habilidade ímpar para, literalmente, cair. Por serem animais ágeis e exímios saltadores, os gatos têm uma técnica especial tanto para saltos como para quedas.

O corpo de um felino caindo se contrai todo e depois se estica horizontalmente. Isso faz com que a força do impacto se espalhe por todo o seu corpo, a velocidade da queda seja diminuída e o animal caia em pé. Ao tocar o solo, o corpo do gato está relaxado e o impacto é reduzido, minimizando as chances de ocorrerem lesões graves.

Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira

http://www.petshopauqmia.com.br/2013/04/o-pulo-do-gato/

O Decálogo do Cão

1 - Minha vida não vai prolongar-se muito além de 10 anos. Nesse período, qualquer separação de você será muito dolorosa para mim.

2 - Me dê algum tempo para entender o que você quer de mim. Sou irracional, mas capaz de retribuir a sua estima e paciência.

3 - Tenha confiança em mim. Eu sou leal.

4 - Não fique zangado comigo por muito tempo. E não me prenda em um lugar como punição. Você tem seu trabalho, seus amigos, suas diversões. Eu só tenho você.

5 - Fale comigo de vez em quando. Mesmo que eu não entenda as suas palavras, compreendo muito bem a sua voz e simples som dela me deixa feliz.

6 - Esteja certo e seja como for que você me trate, isso ficará gravado em mim através de condicionamento.

7 - Antes de me censurar pôr estar sendo vadio, preguiçoso ou teimoso, pergunte se não há alguma coisa me incomodando. Talvez não esteja me alimentando bem. Pode ser que eu esteja com alguma dor, ou é apenas meu coração que está ficando velho e cansado.

8 - Cuide bem de mim quando eu ficar velho: você também vai ficar e certamente terá quem cuide de você.

9 - Não se afaste de mim em meus momentos difíceis ou dolorosos. Nunca diga a frase: "Prefiro não ver" ou "Faça isso quando eu não estiver presente". Tudo é mais fácil para mim quando você está ao meu lado, mesmo meus últimos momentos.

10 - Se na velhice eu estiver ao seu lado, eu saberei compreendê-lo, meu amo, porque as relações misteriosas entre nós dois estão nos segredos de Deus.

Fonte: Autoria desconhecida

Orelhas e rabos, que segredos escondem?


As caudas e orelhas nos contam tanto sobre os sentimentos dos nossos peludo que além de uma mutilação física é também emocional. Ao cortar a orelha e/ou a cauda de um cão você está afetando a sua capacidade de comunicar-se com outros animais. É tão serio isso que as vezes ele pode se envolver numa briga por ter sido mal interpretado por outro cão.
Observando o quadro acima é possível ver a variedade de posições da cauda e da orelha conforme o estado de espirito do animal.
Veja essas observações sobre as figuras retirados do site do Kennel Club:


Picadas de aranhas e insetos

Abelhas, vespas e marimbondos

As picadas de abelhas, vespas e marimbondos causam, localmente, reação inflamatória e dolorosa com grau variável de edema. A consideração clínica mais importante relacionada à picada de insetos é a possibilidade de reação anafilática. Trata-se de uma reação imunológica que ocorre em um indivíduo sensibilizado por exposição a um antígeno específico, e que resulta em urticária, colapso vascular, estado de choque, disfunção respiratória, podendo até ser letal. As picadas na região da faringe ou do pescoço podem resultar em edema (inchaço) em torno das vias aéreas superiores, causando distúrbios respiratórios e até asfixia.
O tratamento pode consistir na aplicação de diversos medicamentos e deve ser implementado o mais rápido possível. Os corticosteróides podem ser administrados para reduzir a resposta inflamatória e a dor. Picadas menos graves requerem somente compressas geladas, repouso e observação cuidadosa na expectativa de complicações.

Picadas de aranhas
As picadas de aranhas são difíceis de diagnosticar porque o sinal da picada geralmente é muito pequeno.
O veneno da Lactrodectus spp. (viúva-negra) é altamente tóxico aos mamíferos. No início, as picadas podem provocar edema local e dor, mas a substância tóxica pode provocar manifestações neurotóxicas, incluindo espasmos musculares, ataxia (incapacidade de coordenação dos movimentos musculares) e salivação. Convulsões e paralisia podem surgir em torno de seis horas nos casos agudos, ou após vários dias, quando os efeitos tóxicos forem menos graves.

Picada de Cobra

Há aproximadamente 20 espécies de cobras venenosas na América do Norte. A maioria é de cascavéis, trigonocéfalos de água e trigonocéfalos, todas chamadas de víboras, porque possuem sulcos profundos alinhados com os receptores de calor situados na face, entre os olhos e as narinas. Estima-se que 15.000 animais sejam picados anualmente nos Estados Unidos e as cascavéis são responsáveis por aproximadamente 80% das mortes por acidentes ofídicos.
Os venenos de cobra são misturas altamente complexas. O veneno das víboras causa grave inchaço após a picada, e o das cobras corais pode causar bloqueio neuromuscular.
As picadas das grandes cobras (jibóias e pítons) podem causar traumatismo acentuado e fraturas ósseas. Cobras venenosas exóticas como as jararacas, "cobras sopradoras" ou "boomslang", contém venenos altamente potentes, semelhantes aos das víboras.

Três fatores influenciam a gravidade de uma mordida de cobra venenosa: o tamanho do animal, a localização da mordida e o tipo de cobra. Uma mordida venenosa no tórax de um cão de pequeno porte é altamente letal.

O passo inicial no acidente com cobra, é identificar se ela é venenosa ou não, se possível. Se a cobra for capturada, a cabeça não deve ser destruída, uma vez que ela é importante para a identificação da espécie. Na maioria dos casos de envenenamento, os sinais ocorrem dentro de 30 a 60 minutos e consiste em inchaço, dor local e equimose (mancha hemorrágica). O ponto de penetração das presas pode ser observado como duas perfurações puntiformes (com forma ou aparência de ponto) e neste local pode haver saída de líquido escuro e sanguinolento. Nas primeiras horas, podem ocorrer efeitos como hipotensão com aceleração cardíaca, edema pulmonar, salivação, choque, e insuficiência renal aguda. As picadas nas áreas da cabeça e do pescoço podem causar inchaço ao redor das vias aéreas superiores, resultando em distúrbios respiratórios. A paralisia respiratória e/ou parada cardíaca pode levar à morte dentro de minutos até oito horas se a mordida for grave.

"Manias" Caninas



Veja aqui resposta para as 18 perguntas mais frequentes.

As 8 primeiras perguntas quem responde é o Alexandre Rossi, especialista em comportamento Animal .

1- Por que os cães gostam de por a cabeça para fora da janela do carro?

Alexandre Rossi: “O carro não é vedado, portanto o cão é submetido a uma série de cheiros e estímulos em um passeio motorizado. O ato de colocar a cabeça para fora tem basicamente dois motivos: o cachorro é estimulado pelos milhares cheiros que o vento trás diretamente ao focinho e, além disso, a sensação de ‘vento no rosto’ é gostosa para o animal, já que a maioria dos cães sente muito calor”. (Não permita,não é seguro saiba AQUI porque.)

2- Boca aberta é sinal de sede sempre?

Regras de Etiqueta para Gatos Inexperientes

1) Se você tiver que vomitar, pule rapidamente no sofá. Se o sofá estiver longe demais, procure um bom tapete.

2) Determine logo qual é a visita que detesta gatos, e sente no colo dela durante toda a noitada. Ela não terá coragem de empurrá-lo para o chão, e pode ser até que venha a dizer "Gatinho bonito!". Se você estiver com bafo de comida de gato, melhor ainda.

3) Para sentar no colo ou se esfregar em perna de gente usando calça comprida, escolha, de preferência, cores contrastantes com as suas.

4) Acompanhe, sempre, as visitas que vão ao banheiro. Não é necessário fazer nada. Basta sentar e ficar olhando.

5) Trate as visitas que digam "Adoro gatos!" com total desprezo, e esteja pronto a unhar suas meias ou, eventualmente, morder seus calcanhares.

Cochonilha – Você come insetos?

Cochonilhas fêmeas

Se você come produtos industrializados com a cor vermelha, marrom, laranja ou rosada, como biscoitos, bolachas recheadas de chocolate (!) além das de morango, leites de soja sabor morango, acerola, laranja, mamão, maçã, etc., doces, bolos, sucos de morango, sucos de goiaba, sucos de laranja (sim, de laranja!), balas, cereais, geleias, chicletes, sorvetes, campari, licores e outras bebidas alcoólicas, refrigerantes, cerejas em calda e se não for vegano e ingerir laticínios como iogurtes sabor morango, iogurtes sabor uva, queijos, embutidos (patês, salames, salsichas, mortadelas, etc.), carnes, gelatinas sabor morango e uva, pudins, xaropes para sucos em geral incluindo os de açaí, peito de peru light, temperos prontos, alimentos pré processados, rações para animais domésticos (inclusive aves), sopas e outros industrializados com os sabores cereja, framboesa, açaí, sim, você come insetos – come o pigmento vermelho produzido a partir de cochonilhas (“Dactylopius coccus”).

Além de comê-las, você também as utiliza quando usa xampus, sombras, batons, tintas, corantes de roupas, detergentes, etc. Além do corante carmim (“Dactylopius coccus”) que vai do laranja ao vermelho, as cochonilhas também fazem parte da produção de medicamentos (“Ceroplastes ceriferus”), verniz (“Llaveia axin”), cera (“Ceroplastes ceriferus”) e laca (“Laccifer lacca”).

Corantes são substâncias que apenas “colorem” os alimentos com a finalidade de melhorar o seu aspecto, fazendo com que tenham uma aparência mais próxima aos dos produtos naturais, deixando-os portanto, mais “apetitosos” aos olhos do consumidor. Não acrescentam nem sabor nem odor, apenas cor.

Guia rápido para que você observe e entenda melhor seu cão

A turma do Site ENCICLOPETS preparou um resumo, muito bacana, de sinais básicos que seu peludo dá e muitas vezes não são percebidos ou compreendidos por você. Vale a pena dá uma espiada com atenção. Boa leitura! (Clique nos links)

Guia de entendimento dos sinais corporais e verbais do cachorro.

Quando convivemos diariamente com um cão, se o observarmos bem, vamos perceber que ele tenta se comunicar conosco através de latidos, rosnados, atitudes, maneira de olhar, de balançar o rabo, empinar a cabeça, virar-se de barriga para cima, etc. Mas para nós, humanos, não é fácil compreendermos os sinais corporais e verbais dos cachorros, por isso, colocaremos aqui um guia de entendimento da linguagem canina, e assim, você poderá entender um pouco melhor seu cão, que só não pode falar por questões de anatomia.

Verbalizações
Latidos
- Fêmeas e machos latem de forma diferente.
- Os latidos variam em volume, tonalidade (grave ou agudo), duração, número de repetições e frequência.
- Latidos pausados com intervalos longos de aproximadamente 15 segundos: está pedindo algo (comida quando está com fome, entrar, sair, etc).
- Latidos com intervalos de aproximadamente 3 segundos e orelhas para trás: alarme. Algo diferente está acontecendo (ruído, alguém no portão, um animal se aproximando, etc).
- Latido sequencial, intercalando com rosnado: defesa de território e família.
- Latido único, curto e agudo: está pedindo algo (brinquedo, comida, abrir a porta, etc);  o latido pode se repetir caso o dono não atenda.
- Latidos curtos por longos períodos, dando intervalos longos ou médios: solidão, sofrimento por estar preso.
- Pede contato e companhia.

Remédios caseiros para manchas e odores de cachorros

Possuir um cachorro em casa é um benefício devido a diversão e entretenimento que o mesmo oferece a todos os familiares presentes na residência, porém o animal de estimação pode, também, trazer alguns problemas que são inevitáveis. As manchas e odores de cachorros são dois pontos que incomodam grande parte dos moradores de uma casa onde vivem estes animais de estimação, porém com alguns remédios e soluções caseiras é possível que estes dois itens sejam facilmente resolvidos. Veja, abaixo, algumas dicas disponíveis para solucionar estes fatos. Conheça o remédio caseiro indicado para cada caso de odor e mancha de cachorro.

Maneiras fáceis de eliminar odor de cachorro

1. Passe aspirador de pó. A melhor maneira de iniciar a limpeza de sua casa para evitar o cheiro de cachorro dentro da residência é passando aspirador de pó, sendo que o mesmo tem como objetivo retirar todos os pelos que estão ao redor da casa.

2. Aplique um pano umedecido nos móveis. Este processo também serve para eliminar alguns pelos que podem, ocasionalmente, ficar fixados nos móveis, principalmente em mesas baixas e armários pequenos.

3. Lave o chão com água. A melhor solução para acabar com qualquer tipo de odor de cachorro dentro de casa é aplicando aguá e sabão no mesmo, podendo ser detergente e até mesmo água sanitária, eliminando qualquer tipo de mau cheiro existente.

Remédios caseiros para manchas e odores de cachorros

Você é um Gateiro(a)?

1. Você seleciona seus amigos com base no quanto seus gatos gostam deles?
2. Seu desejo de ter gatos intensifica durante períodos de stress?
3. Você compra mais do que 20 kg de sanitário para gatos por mês?
4. Você acha engraçadinho quando seu gato passeia sobre a mesa ou lambe a manteiga?
5. Você admite, para aqueles que não gostam de gatos, quantos gatos você realmente tem?
6. Você dorme na mesma posição a noite toda, porque seu gato se sente incomodado quando você se mexe?
7. Você beija seu gato na boca?
8. Seu gato senta à mesa (ou na mesa) enquanto você come?
9. Seu gato dorme na sua cabeça e você gosta?
10. Você tem mais do que 4 sacos de ração abertos mas rejeitados dentro do armário?
11. Você não muda o canal da TV porque seu gato está dormindo em cima do controle remoto?
12. Você comprou um vídeo, com um peixe nadando num aquário, só para entreter seu gato?
13. Você fica em pé, com a porta da rua aberta, congelando de frio, enquanto seu gato cheira a porta, decidindo se sai ou entra?